Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
10 Abril
FARMÁCIA
Justiça reconhece o farmacêutico nas distribuidoras de medicamentos
Por Juliana Carreiro

As distribuidoras de medicamentos devem manter a presença e assistência de técnico responsável farmacêutico inscrito no Conselho Regional de Farmácia de sua jurisdição durante todo o período de funcionamento do estabelecimento (art. 15 da Lei nº 5.991/73 e MP n. 2.190).

 
Foi o que decidiu o desembargador Federal José Amílcar Machado, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região – TRF1 ao julgar agravo de instrumento interposto pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) contra decisão anterior favorável à Associacão Brasileira de Distribuicão e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan). 
 
“O CFF se mantém firme na defesa do âmbito de atuação do farmacêutico e da saúde da população. Não podemos e nem devemos permitir que medicamentos sejam armazenados e transportados sem a supervisão permanente do farmacêutico”, disse o presidente do CFF, Walter Jorge João.
 

10 Abril
ESPECIAL- SEMANA DO JORNALISTA
Everson Teixeira e a Função Social do Jornalismo
Por Andre Felipe

Como a maioria dos jovens, Everson Teixeira decidiu cursar jornalismo no 3º ano do ensino médio e nos primeiros períodos da graduação, percebeu que era aquilo que queria para a vida profissional. Seu primeiro estágio aconteceu quando estava no 4º período da faculdade, na secretaria de comunicação da Prefeitura de São Gonçalo (RJ), o que o fez entender a relação entre a imprensa e o poder público.

Em 2006, de malas prontas para Recife, Everson transferiu seu curso para a então Faculdade Maurício de Nassau e nesse período ele teve a oportunidade de aperfeiçoar a prática do jornalismo em quatro locais diferentes: Prefeitura do Recife, Prefeitura de Olinda, CBN e na assessoria de imprensa, Intercom Consultoria.

Até a sua graduação, Everson reconhece que a Uninassau foi peça fundamental para o seu desenvolvimento como um jornalista, “Na Uninassau, fui recebido muito bem, o que fez com que eu escolhesse a instituição para continuar o curso de jornalismo. Na época, a faculdade estava iniciando a sua expansão. Estudei em um momento de transição. A parte teórica era muito bem representada pelo corpo docente, já a estrutura estava se fortalecendo. Mesmo diante das limitações, era latente a preocupação dos profissionais em oferecer o melhor aos alunos. Foi por meio da Uninassau que dei início a criação ao meu network, e foi por conta dela que comecei a dar os meus primeiros passos no jornalismo. A instituição me proporcionou experiências impagáveis, com o apoio na elaboração de dois documentários, um como conclusão de curso (Abril Pro Rock - fora do eixo) e outro após a formação, por meio de uma parceria (Vida Loka - a vida dos internos na Funase). Ambos os documentários tiveram grande repercussão com participação em festivais locais e internacionais. Sem o apoio da Uninassau, isso, talvez, não teria sido possível”, declara.

Após concluir a graduação, o jornalista passou por um dos períodos mais dinâmicos de sua carreira. Ele foi contratado pela Intercom Consultoria e também pela CBN, onde conquistou 13 prêmios, nos âmbitos estaduais e nacionais, entre eles está o Prêmio Cristina Tavares. Desde então, sua caminhada foi marcada por experiências enriquecedoras. Nas rádios CBN, Jornal e JC News (Rádios do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação), atuou como produtor, repórter, chefe de reportagem e apresentador, foi assessor de imprensa do Sintepe (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco) e desde 2015 é repórter da TV Clube/Record TV, onde também teve a oportunidade de atuar como apresentador.

Na semana do dia do jornalista, Everson acredita que o jornalismo é definido pela expressão ”função social” e também é o pilar de qualquer sociedade livre, “Pra mim, o jornalismo é o pilar de qualquer sociedade livre. Sempre vi a área que atuo como o principal elo entre os poderes, empresas e a sociedade. Por meio do jornalismo, a gente consegue informar, educar e, por quê não, mudar a vida das pessoas? O fato de você ouvir alguém, contar a história dela e fazer com que outras pessoas fiquem conhecendo aquela situação, faz do jornalismo algo singelo e precioso. A expressão que define o jornalismo pra mim é: "função social". Se você deixa isso de lado, o jornalismo perde o sentido”, expressa com orgulho.

Como repórter de TV, ele acredita que o telejornalismo é a ferramenta que mais proporciona identificação nas pessoas e tem  também o papel de educar, ajudando a sociedade brasileira a interpretar um conteúdo, em meio a era das fake news “A sociedade brasileira se reconhece quando se vê na TV. Não sei quem disse essa frase pela primeira vez, mas ela faz todo o sentido. Uma pesquisa da Secretaria de Comunicação do Governo Federal, divulgada em 2018, aponta que quase 90% dos brasileiros assistem televisão. Boa parte disso (67%), se informa por meio do telejornalismo. Ou seja, somente em território nacional, os jornais televisivos se comunicam com mais de 100 milhões de pessoas. Contra números, não há argumentos. Porém, ressaltam a responsabilidade do telejornalismo. Nos últimos anos, o fluxo de informação mudou várias vezes. Com o fortalecimento da internet, as pessoas buscavam as informações de interesse delas. Com a redes sociais, as informações caem no colo delas. E isso é perigoso, principalmente por conta das fake news (..)  A sociedade brasileira ainda sofre com a falta de acesso a informação, falta de leitura e consequentemente, acaba não sabendo interpretar um conteúdo. Por conta disso, a TV acaba tendo a função de informar e educar. Mesmo com o aumento das redes sociais, os streamings e serviços "sob demanda", a televisão ainda está dentro da casa dos brasileiros. Estamos longe de termos um telejornalismo excelente, mas caminhamos para tal!”, explana.

Redatora: Larissa Roque

09 Abril
PESQUISA
Auditoria em enfermagem - UNINASSAU - Caruaru
Por Franciskelly Pessoa

Durante o mês de março as alunas 10° período de enfermagem, da UNINASSAU- CARUARU, participaram da coleta de dados para verificar a satisfação dos usuários do SUS na prestação de serviço da Unidade Conveniada no município de Caruaru.

As alunas Silvana  dos Santos Silva e Maria Silvânia de Andrade estão em  estágio supervisionado no setor de Auditoria do Hospital Regional do Agreste. As mesmas entrevistaram uma média de 25 usuários de diferentes faixas etárias e afirmaram que se sentiram integrantes diretas do Controle Social, e agradeceram a oportunidade que o estágio as proporcionou de verificar a qualidade dos serviços

08 Abril
LIGA ACADÊMICA
Alunos de Enfermagem da UNINASSAU inauguram nova Liga Acadêmica
Por Franciskelly Pessoa

Confira as fotos

08 Abril
AÇÃO SOCIAL
Doação de alimentos para desabrigados
Por Conceição Aguiar

As doações foram destinada às vítimas da enchente do Parque Rodoviário na cidade de Teresina

05 Abril
PSICOLOGIA
Divulgação de resultado dos grupos de estudos é adiado
Por Socrates Pereira

A decisão é por motivos superiores

05 Abril
MEDICINA
Lotação de eletiva - Medicina
Por raquel.porto

Confira as informações no anexo

04 Abril
Especial EXPOCOM
Trangêneros é tema de trabalho indicado ao Expocom
Por Andre Felipe

        Ana Catarina dos Santos Trindade, estudante de Jornalismo da UNINASSAU, faz parte do grupo de alunos que se destacaram com seus TCCs e foram indicados pelo corpo docente para representar a instituição na Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (EXPOCOM). Seu trabalho concorre ao prêmio de melhor Radiodocumentário, na na modalidade Inovação e Comunicação com o tema "O Corpo Errado".

         "Participar do Expocom é muito importante pra mim. Significa uma superação enorme. Tive que colocar o meu TCC para um semestre à frente, por minha mãe ter passado por problemas de saúde. Tive muito apoio da minha família e da minha orientadora, Alessandra Ferreira, para toda a elaboração do projeto. E ele ter sido selecionado me deixou muito feliz. Não imaginava. Foi uma surpresa incrível”, afirma Catarina.

       O objetivo do trabalho é trazer à tona o debate sobre os conflitos internos e externos, vividos por aqueles que se identificam como sendo do sexo oposto, e se classificam como transgêneros. O trabalho relata as dificuldades do dia a dia e o preconceito vivido por homens e mulheres que não se sentem bem com o seu corpo no que diz respeito ao gênero. De acordo com Catarina, o rádio foi escolhido por ser o veículo de comunicação mais democrático, pois atinge todas as classes sociais. O trabalho foi orientado pela ex-professora da instituição, Alessandra Ferreira. Sendo premiada no Intercom Nordeste, Catarina será indicada pelo corpo docente para participar do Intercom Nacional.

      "O tema do projeto significa muito pra mim, e ele ter saído da faculdade para o Expocom, é muito importante, não só pra mim, como também para a população trans que é tão discriminada. E concorrer ao prêmio mostrando a história de um personagem tão incrível, é maravilhoso”, diz a estudante.

A EXPOCOM é organizada pela Intercom, uma instituição sem fins lucrativos, destinada ao estímulo e a troca de conhecimento entre pesquisadores e profissionais que já atuam no mercado. A organização estimula o desenvolvimento de produção científica não apenas entre mestres e doutores, mas também entre alunos e recém-graduados em comunicação, oferecendo prêmios como forma de reconhecimento aos que se destacam nos eventos promovidos pela entidade.

Redatora: Silvania Galdino

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