Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
29 Novembro
MATÉRIA
Confira uma reportagem sobre câncer de Próstata
Por Raquel Barbosa

 

 A doença que, em 2016, apresentou cerca de 61 mil novos casos, no Brasil, com o registro de mais de 13 mil mortes (os dados são do INCA – Instituto Nacional do Câncer), é o tipo de câncer que mais ataca o homem, depois do câncer de pele. Para conscientizar a população sobre a importância de se buscar o médico para a prevenção e tratamento da doença, foi criada, na Austrália, em 1999, a campanha Novembro Azul, de conscientização da saúde do homem e das doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata.

 

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    17 Novembro
    MATÉRIA
    Dispositivo auxilia na identificação de tecido tumoral
    Por Sueli Maria

     

    Um grupo internacional de pesquisadores coordenado pela química brasileira Lívia Schiavinato Eberlin, da Universidade do Texas, em Austin, Estados Unidos, desenvolveu um dispositivo capaz de identificar tecidos tumorais de um modo mais rápido e preciso durante as cirurgias oferecendo resultados em cerca de 10 segundos. O aparelho foi batizado de MasSpec Pen e pode auxiliar os médicos a definir quais tecidos devem ser extraídos e quais podem ser preservados, de modo a aperfeiçoar o tratamento e diminuir o risco de o tumor reaparecer. Os resultados dos primeiros testes com o novo dispositivo foram apresentados em um artigo publicado no começo de setembro na revista Science Translational Medicine.

    Os métodos empregados atualmente para determinar os limites entre os tecidos tumorais e sadios durante a cirurgia são lentos e, às vezes, imprecisos. O mais conhecido é o de criosecção, em que uma amostra do tecido é retirada, preparada e submetida à avaliação de um patologista. O procedimento leva em torno de 30 minutos, prolongado o tempo da cirurgia, o que pode colocar o indivíduo em risco. O problema é que nem sempre os resultados são acurados. Muitas vezes, além de tecidos tumorais, removem-se também partes de tecido saudável.

     

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    17 Novembro
    Salvador
    Brasil registra aumento no número de casos de brucelose humana e por acidente vacinal
    Por Sueli Maria

     

    Caracterizada como importante zoonose de distribuição mundial, a brucelose é um sério problema de saúde pública. Embora tenha havido grande progresso no controle da doença em muitos países, ainda existem regiões onde a infecção persiste em animais domésticos e, consequentemente, a transmissão à população humana ocorre. No Brasil, o infectologista especialista em brucelose humana, Dr. Marcos Vinícius da Silva, acredita que o número de casos esteja aumentando, pois além da transmissão natural, hoje tem aumentado o número de casos por acidente vacinal uma vez que, as vacinas usadas na medicina veterinária, tanto em bovinos como em caprinos, podem produzir a doença em humanos.

     

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    17 Novembro
    MATÉRIA
    Brasil está em alto risco de futuras epidemias
    Por Sueli Maria

    Publicado recentemente o trabalho “Vertebrate Reservoirs of Arboviruses: Myth, Synonym of Amplifier, or Reality?”, aborda questões controversas relativas aos reservatórios de vertebrados e seu papel na persistência de arbovírus na natureza, examina a gênese do problema a partir de uma perspectiva histórica, discute várias questões não resolvidas a partir de múltiplos pontos de vista, além de avaliar o status atual fornecendo opções para uma solução para o problema. Para o doutor Duane J Gubler, Professor Emérito do Programa de Doenças Infecciosas Emergentes da Duke National University of Singapore Medical School, um dos autores da obra, este trabalho se tornará um artigo inovador no campo de arbovirologia. “Pela primeira vez ele identifica falhas no nosso pensamento e crenças de que arbovírus requerem um reservatório vertebrado para permanecer na natureza. Eu também penso que o trabalho influenciará novas correntes de pensamento de como e onde os arbovírus evoluem”, aponta.

     

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    17 Novembro
    MATÉRIA
    Tuberculose na população carcerária: negligência ou crime?
    Por Sueli Maria

    Em tempos de comunicação rápida, memes virais e mensagens que duram alguns segundos e são esquecidas no momento seguinte, não é fácil falar de assuntos complexos, incômodos e que exigem reflexão. É assim com a tuberculose. O que parece doença do passado ou 'do outro' é de uma gravidade alarmante e que não poupa suas vítimas. A tuberculose está entre as doenças negligenciadas, mas o que temos visto já não é mais negligência, é crime. E é um crime que ocorre de forma assustadora no nosso estado.

    O Rio de Janeiro é o campeão nacional de mortes causadas pela doença, com média de um óbito diário. Há registros de casos em todas as classes, mas é entre os mais pobres que a tuberculose causa mais vítimas. E é na população carcerária que o descaso com a enfermidade tem se revelado mais aparente. Os presídios são 'fábricas de tuberculose', que põem em risco todos os que circulam pelo sistema internos, agentes, familiares. E é bom lembrar que a epidemia nessas unidades acaba sendo transmitida para a população em geral, já que a tuberculose não respeita muros ou classe social.

     

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    09 Novembro
    ARTIGO
    Confira artigos sobre Exercícios Físicos
    Por Pedro Dutra

    Prezados discentes,

    A prática de exercício físico ao ar livre é uma estratégia eficiente quando se objetiva melhora na saúde e aderência em programas de exercício físico. Conhecer os efeitos que o ambiente natural promove na emoção e percepção pode ser diferencial para determinadas condições (ex: indivíduo com depressão, transtorno de ansiedade...). Nesse sentido, disponibilizo artigos científicos que abordam essa temática. Leiam e usem esse conhecimento para ampliar a atuação profissional de vocês.

    Att.

    23 Outubro
    ARTIGO
    Você!
    Por Maria Santos

    Você! Sim, é você! Não é o senhor, não! Nem é a senhora! É você mesmo!

    Uma das grandes dúvidas dos alunos é o uso do pronome de tratamento “você”. “Você” indica, no discurso, a segunda pessoa, isto é, a pessoa com quem se fala. No entanto, gramaticamente, ele funciona como terceira: Eu sou. Tu és. Ele é. Ela é. Você é. E aí surge o impasse. Se “você” indica a segunda pessoa, não deveria seguir o pronome “tu”?

    Pois vou contar a você o motivo, digníssimo leitor. E não se apresse em me julgar. Não pretendo tratá-lo mal, ilustríssimo leitor, chamando-o por você, de forma tão descuidada, ao invés de utilizar “o senhor” ou “a senhora”.

    Acontece que “você” é a evolução da palavra “vossa mercê”, forma de tratamento assaz respeitosa usada no português há alguns séculos atrás. Não obstante, o povo passou a falar “vosmicê”, ao invés do difícil “vossa mercê”. Com o passar dos anos, a palavra se reduziu a “você”, perdendo o sentindo formal que outrora lhe fora conferido. Desta feita, embora o pronome marque a segunda pessoa do discurso, ele utiliza a terceira pessoa da gramática para assinalar que se trata de um uso formal, respeitoso. Isso se dá em várias línguas. No italiano, por exemplo, o pronome de tratamento “Lei” pode significar “Ela” ou “O senhor”, “A senhora”, quando usado no sentido formal. Portanto, a frase “Lei è intelligente” pode ser traduzida como “Ela é inteligente” ou por “O senhor/a senhora” é inteligente”. Dependerá do contexto para sabermos se a oração se refere à segunda ou à terceira pessoas.

    Em Portugal, ainda hoje o pronome de tratamento “você” equivale a “o senhor”, “a senhora”. Se lá dissermos “Você me empresta a sua caneta?”, estaremos sendo formais e corteses com o nosso interlocutor. No Brasil, entretanto, esse sentido se perdeu e, quando queremos indicar  respeito, preferimos usar “o senhor” ou “a senhora”.

    Portanto, esteja certo do meu apreço por você, distinto leitor! 

    Por

    Gabriel da Cunha Pereira

    26 Setembro
    ATIVIDADE
    Veja o regulamento do incentivo ao Congresso de Saúde
    Por Priscila Oliveira

    Para incentivar ainda mais a participação dos (as) alunos (as) nas palestras oferecidas no XI Congresso Nacional de Fisioterapia, bem como a produção de trabalhos acadêmicos oriundos dos conteúdos abordados no Congresso e entendendo que este espaço é campo para o aprimoramento acadêmico, a Coordenação Acadêmica dos cursos de Saúde autoriza que os alunos produzam um paper, valendo até 1,0 (um) ponto na AV1, em cada disciplina. Os trabalhos deverão ser entregues diretamente aos professores. 
     
    Em anexo, segue o regulamento para que todos estejam cientes. Lembro ainda que o prazo para submissão de trabalhos foi prorrogado até 15/10/2017.

    26 Julho
    ARTIGO
    Professor de Fisioterapia da UNINASSAU publica artigo em revista
    Por Silvia Lira

    O professor Claudio Bruno, docente de Fisioterapia da Faculdade UNINASSAU, publicou na Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical o artigo "Polymorphisms in Toxoplasma gondii: role of atypical strains in unusual clinical manifestations of toxoplasmosis". Confira a publicação no campo "Anexo" abaixo.

    20 Junho
    Artigo
    Odontologia digital: um futuro promissor
    Por Larissa Kattiney

    A busca constante por métodos de tratamento que aliem resultados estéticos e duradouros com facilidade de execução e redução de tempo, tanto para o profissional quanto para o paciente, é sem dúvida uma característica marcante da odontologia contemporânea. O uso de tecnologias digitais está mudando todas as áreas profissionais da sociedade, e não seria diferente na odontologia. A principal inovação na área é no desenvolvimento CAD/CAM de tratamentos odontológicos nos segmentos de próteses dentárias, ortodontia e cirurgia oral.

    A expressão CAD-CAM vem do inglês Computer Aided Design – Computer Aided Manufacturing, que traduzido para o português significa desenho assistido por computador – ou fabricação assistida por computador. Com base nesse sistema, as restaurações indiretas podem ser planejadas e criadas com auxílio do computador, eliminando o caráter artesanal desse processo que antes era realizado exclusivamente por um técnico em prótese dental. Portanto, o CAD-CAM representa a junção de conhecimentos de informática e engenharia com as necessidades da clínica odontológica: a imagem de uma restauração indireta é deslocada para um computador e em seguida sua confecção é feita por uma máquina de fresagem, atuando como uma espécie de impressora 3D.

    A odontologia digital está presente em diversos segmentos da odontologia, desde as áreas de gestão administrativa, comunicação e marketing até educação continuada, pesquisa e desenvolvimento, diagnóstico por imagens, planejamento e execução de tratamentos nas áreas de estética bucal, prótese dentária, ortodontia e cirurgia oral.

    De acordo com Claudio Pinheiro Fernandes, professor adjunto e coordenador do Núcleo de Odontologia Sustentável do Instituto de Saúde de Nova Friburgo da UFF (Universidade Federal Fluminense) e membro do Comitê de Assessoramento da Agência de Inovação AGIR/UFF, as tecnologias digitais oferecem aos pacientes diversos benefícios, como maior controle de agendas, que aumenta a eficácia no retorno de atendimento e redução de exposição aos raios-X nos exames radiológicos, visto que os sensores digitais são mais sensíveis que os analógicos. “Nota-se também o aumento do controle de qualidade na produção de próteses dentárias. Entretanto, alguns desafios ainda merecem cautela, como os riscos de manipulação de dados e imagens clínicas, bem como a produção indevida de componentes de implantes por sistemas de CAD-CAM, sem atender às devidas exigências regulatórias ou mesmo às normas técnicas existentes ou às boas práticas de fabricação”, destacou.

    Produtividade x custo

    Tecnologias digitais podem aumentar consideravelmente a produtividade clínica, reduzir o desperdício e otimizar a rotina dos profissionais. Tais fatores atuam para melhorar o resultado econômico de um empreendimento de saúde tanto público quanto privado. “Existem custos elevados para conversão das rotinas convencionais para digitais, como o de equipamentos, de treinamento de funcionários e da própria capacitação da equipe técnica odontológica”, disse o professor. Segundo ele, a falta de soluções de financiamento de baixo custo e as reduzidas oportunidades de incentivo ainda tornam os custos de entrada expressivos: “Assim como aconteceu em outros mercados, as tecnologias digitais oferecem ao profissional aumento na produtividade e na qualidade dos tratamentos, além de garantir maior controle sobre a administração do consultório”, frisou.

    Leia na íntegra clicando no link http://cimes.org.br/?noticias=congresso-enfatizou-a-odontologia-digital-como-oportunidade-para-inovacao-no-mercado-brasileiro.

     

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