Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
11 Setembro
Maceió
Resultado da monitoria de medicina veterinária
Por Karla Soares

Divulgação do resultado do processo de Monitoria do curso de Medicina Veterinária.

16 Agosto
Edital
Monitoria - Medicina veterinária
Por Karla Soares

Prezados,

está aberto o edital para processo seletivo de monitoria.

O período de inscrição será de 16 à 22 de agosto de 2019.

O aluno poderá se inscrever na recepção da coordenação do curso nos seguintes horários:

- de 08h às 12h

- de 14h às 20h

O processo seletivo ocorrerá no dia 29 de agosto às 19h na sala 513.

Teremos vagas para as disciplinas*:

- Genética Veterinária Básica;

- Fisiologia Veterinária Básica;

- Microbiologia Básica;

- Histologia Animal Básica;

- Anatomia descritiva dos animais domésticos;

- Embriologia Veterinária.

*Será uma vaga por disciplina.

 

Edital anexo.

Não percam tempo!!

 

 

07 Agosto
DOL
Calendário Acadêmico - UNINASSAU João Pessoa - 2019.2
Por Jose Teles

Mais um semestre começa e devemos estar novamente atentos ao calendário acadêmico das disciplinas on line (DOL).

Façam acessos diários;

A cada novo módulo os alunos são alertados via e-mail;

Todos os módulos contêm aula expositiva (gravada), material digital que pode e deve ser salvo no computador para estudos posteriores;

Conteúdos dinâmicos complementares - para acesso e estudo antes da realização das avaliações;

Jamais acessem tudo de uma única vez e respondam na pressa, pois isso acarreta, invariavelmente em baixo rendimento;

Não faça as avaliações sem estudar tudo e sem complementar o material do próprio portal.Todo acréscimo tende a ser bem-vindo;

Se os acessos estiverem sendo feitos com dificuldade, sugiro que dê preferência a usar um notebook ou computador e testar mais de um navegador de internet.

Desejo sucesso!

Atenciosamente,

Prof. Andreey Teles - coordenador do curso de medicina veterinária da Uninassau João Pessoa.

16 Julho
Inovação
Uso da tecnologia 3D nas aulas do Curso de Medicina Veterinária - UNINASSAU João Pessoa
Por Jose Teles

 

Alunos do curso de Medicina Veterinária já tem acesso à tecnologia 3D nas aulas do curso. O Software Anatomia Veterinária 3D permite realizar uma dissecção virtual, podendo visualizar os sistemas isoladamente ou em qualquer combinação, em diferentes ângulos e graus de aproximação, com uma resolução excelente.

Além de identificar os componentes com seus respectivos nomes, podemos verificar a forma e o posicionamento das estruturas anatômicas. Outra vantagem está na possibilidade de visualização de partes corporais que não são simples de identificar em uma dissecção.

O programa permite isolar a musculatura do esqueleto, sistema nervoso, reprodutor e respiratório, entre outros, com poucos cliques do mouse. Um recurso importante para ajudar os alunos de medicina veterinária em seu aprendizado, pois auxilia muito no ganho de conhecimento. A técnica não substitui a utilização das peças anatômicas, mas agrega informação, e é bastante atrativa para os estudantes, além de permitir a interdisciplinaridade.

Por: Patricia Oliveira, Médica Veterinária, Professora da UNINASSAU João Pessoa

18 Junho
João Pessoa
Agradecimento – Avaliação Institucional 2019-1
Por Jose Teles

 

Nobres alunos, saudações!

Findo o processo de avaliação institucional 2019-1, externo sinceros agradecimentos a cada um de vocês que dispuseram seu tempo para acessar o sistema e colaborar para com o nosso curso. Sabemos que existem ainda algumas dificuldades, mas estamos incessantemente trabalhando para melhor atendê-los.

Em breve os resultados desta avaliação serão disponibilizados para conhecimento de todos.

Atenciosamente,

Prof. Andreey Teles – Coordenador do curso de medicina veterinária – Uninassau – João Pessoa

24 Maio
Curiosidades
Morcegos: entre verdades e mitos
Por Jose Teles

Morcegos: entre verdades e mitos.

Os morcegos são os únicos mamíferos com capacidade de voar, pertencem a Ordem Chiroptera e são considerados os animais mais rodeados de mitos e lendas dentre os mamíferos, o que não lhes dá uma imagem carismática à maioria das pessoas. O interesse da humanidade pelos morcegos aparece desde a antiguidade, principalmente por alguns aspectos de sua própria biologia como: o hábito noturno, dormir de cabeça para baixo e ter representantes hematófagos (morcegos que se alimentam de sangue). Não é estranho ver morcegos na mídia (TV, livros, filmes, desenhos animados) associados a personagens macabros, obscuros ou com características maléficas como bruxas, vampiros, animais sanguinários e assassinos. Além disso, quando as características reais do animal são expostas não é raro ver essas características vinculadas apenas ao risco de transmissão de algum patógeno. Por terem uma visão distorcida por grande parte da sociedade e por serem animais de pouca proximidade com humanos o medo e o pânico são muito frequentes, acarretando desta forma no extermínio indiscriminado de morcegos que aparecem em residências ou de colônia inteiras, podendo impactar diretamente a população de algumas espécies menos abundantes.

Os morcegos representam uma fauna rica e diversificada compreendendo mais de 1120 espécies e 202 gêneros no Mundo, ocorrem em praticamente todos os biomas terrestres, limitando-se apenas a grandes altitudes, nos polos e em algumas ilhas oceânicas. No Brasil, representam a segunda maior ordem de mamíferos com 182 espécies e desse total apenas três se alimentam de sangue. Estes animais possuem uma grande importância do ponto de vista ecológico, econômico e médico-sanitário:

  1. Participam efetivamente no controle das populações de pequenos invertebrados, principalmente os insetos, muitos dos quais são prejudiciais ao homem como as pragas agrícolas, urbanas e vetoras de agentes zoonóticos;
  2. São eficientes na dispersão de sementes, atuando na regeneração de áreas degradadas;
  3. Atuam na polinização das flores, permitido a frutificação de várias plantas;
  4. Algumas espécies são consideradas bioindicadoras da qualidade do hábitat, atuando como um termômetro que mede o estado de conservação de uma determinada área;
  5. E a sua elevada riqueza, abundância e facilidade de captura são excelentes ferramentas em estudos de biodiversidade;
  6. Atuam como um dos principais reservatórios silvestre do vírus da Raiva, seja no ambiente natural ou urbano.

Por atuarem no ciclo epidemiológico da Raiva os morcegos muitas vezes são vistos como vilões. É importante frisar que não há vilões quando falamos sobre ciclos de transmissão de patógenos. Agentes patogênicos (vírus, protozoários, bactérias ou fungos) também possuem sua importância no equilíbrio ecossistêmico, uma vez que controlam a população de seres vivos dos mais diversos táxons, seja planta ou animal.  Tratando-se dos morcegos, por algumas espécies possuírem hábito de hematofagia, facilitando a transmissão do vírus da raiva, esses animais acabam ficando estigmatizados como animais atrelados a maleficência. Nem todo os morcegos estão infectados com o vírus da Raiva logo, só o indivíduo infectado é capaz de transmitir o vírus.

ATENÇÃO! Morcegos são animais silvestres e independente de sua condição de saúde NÃO devem ser manuseados por pessoas não capacitadas.

A espécie Desmodus rotundus, conhecida popularmente como “morcego vampiro comum” possui o habito de se alimentar do sangue de mamíferos de grande porte como bovinos, equinos e caprinos. Quando infectada pelo vírus da Raiva essa espécie acaba impactando a criação de animais de criação, sendo vista como vilã por criadores. O fato é que, as populações animais crescem de acordo com a demanda de alimento. Uma vez que cavernas, furnas e florestas são devastadas para dar lugar ao agronegócio as presas naturais dos morcegos hematófagos acabam sendo extintas localmente. Em compensação grandes populações de bovinos e caprinos surgem na mesma área proporcionando alimento suficiente para a ampliação populacional desses animais. Casos de ataques a humanos são raros e normalmente estão associados a distúrbios ambientais.

                PRESERVE! A NATUREZA É UM SISTEMA QUE PRECISA DE EQUILÍBRIO E TODO SER VIVO É IMPORTANTE NESSE SISTEMA.

Fontes externas: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=1455

Saiba mais sobre os morcegos acessando:

Sociedade Brasileira para o Estudo de Quirópteros: https://www.sbeq.net/

Casa dos Morcegos: https://casadosmorcegos.wordpress.com/

 

Emmanuel Messias Vilar – Pesquisador na área de Eco-epidemiologia da raiva em morcegos de áreas urbanas.

Professor de Bioestatística do curso de medicina Veterinária da Uninassau João Pessoa.

22 Maio
João Pessoa
Gatos, tomam banho?
Por Jose Teles

VOCÊ SABIA?

Gatos tomam banho sim! Porém, é preciso ter em mente que, diferentemente de nós humanos, eles não necessitam tomar banhos diariamente. Jamais faça isso!

A periodicidade de banhos em felinos é bem diferente do que muita gente pensa e faz. Eles, assim como todos os seres vivos, possuem uma população de seres microscópicos sobre sua pele a qual é responsável, juntamente com outros elementos, por manter a saúde da derme.

Quanto maior a frequência de banhos, bem como a depender do que se utiliza para dar banhos nos felinos, poderá causar danos os quais podem ser mais restritos e fáceis de tratar, até mesmo àqueles de conotação mais extensa e de tratamento mais longo e dificultoso.

Assim sendo, é sempre bom respeitar um intervalo entre banhos de 45 a 60 dias e utilizar sempre produtos recomendados para o seu pet. O uso de produtos da linha humana ou de química pesada, só causa problemas à saúde do felino.

Outra característica importante é a temperatura da água a ser utilizada no banho do gato. Quanto mais fria, mais estressante e maior será a dificuldade de manter o felino no processo, especialmente se ele não tiver o hábito de tomar banhos desde novinho.

Dessa forma, recomenda-se um banho com água morna (não quente), pois ela acalma o animal, deixando-o mais à vontade. Caso ele seja submetido a banhos em estabelecimentos de estética, observe as condições de cuidados e higiene do mesmo e evite levá-lo nos momentos em que estejam presentes também animais de outras espécies, principalmente cães.

Quando os banhos são dados em casa, o tutor pode proteger as unhas do animal com esparadrapos, além de proteger o conduto auditivo, com chumaços de algodão, de modo que não caia água acidentalmente, desencadeando quadro de doença auditiva.

Por fim, os ouvidos devem ser limpos com algodão úmido (não encharcado) com álcool 70°GL, prevalecendo na área externa e, nada de utilizar cotonetes ou objetos pontiagudos em geral, para evitar traumatizar o conduto auditivo do animal.

Terminou o banho? Nada de perfume de humanos! Sempre dê preferência, quando for o caso, de utilizar perfumes específicos, espalhando primeiro nas mãos antes de colocar sobre o pelo do animal, evitando irritações à pele do felino.

Quer saber mais? Acompanhe nosso blog!

Por: prof. Andreey Teles – Coordenador do curso de Medicina Veterinária - Uninassau João Pessoa.

 

08 Maio
João Pessoa
Calendário de provas - P1 Manhã e Noite - Medicina Veterinária
Por Jose Teles

Caros alunos, saudações!

Fiquem atentos ao calendário de provas 2019 em anexo.

Ele também está fixado no mural das salas de aula.

Boas provas!

Atenciosamente,

Prof. Andreey Teles - Coordenador do curso de medicina veterinária da Uninassau João Pessoa.

08 Maio
João Pessoa
Calendário de provas - P3 Manhã e Noite - Medicina Veterinária
Por Jose Teles

Caros alunos, saudações!

Fiquem atentos ao calendário de provas 2019 em anexo.

Ele também está fixado no mural das salas de aula.

Boas provas!

Atenciosamente,

Prof. Andreey Teles - Coordenador do curso de medicina veterinária da Uninassau João Pessoa.

15 Outubro
AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
Já está disponível a Avaliação Institucional 2019.2
Por Jose Teles

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