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14 Novembro
INDICAÇÃO DE LEITURA
Resistência bacteriana: uma visão farmacêutica
Autor: Juliana Carreiro
Confira o texto e boa leitura

A resistência microbiana continua associada a números cada vez mais preocupantes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a quantidade de mortes causadas pelo problema que, hoje, é de cerca de 700 mil pessoas, no mundo, por ano, pode atingir 10 milhões, superando o número de mortes por câncer que, atualmente, gira em torno de 8 milhões.

A resistência das bactérias aos antibióticos não é um fenômeno novo. O primeiro antimicrobiano (uma penicilina, fruto de uma descoberta) - foi criado, em 1928, pelo médico e farmacologista escocês Alexander Fleming. Pouco depois, Fleming já chamava a atenção das autoridades para a possibilidade de as bactérias adquirirem resistência ao medicamento, se este fosse usado sem critério. Passados 88 anos, o mundo está cada vez mais perplexo com o avanço da resistência. Por que é tão difícil combatê-la e evitar tantas mortes? Quais são as suas principais causas? O que a população pode fazer, com vistas à prevenção?

O uso racional de medicamentos, afirmam os farmacêuticos, é uma das chaves do problema. O Conselho Federal de Farmácia, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde têm programas voltados para o fortalecimento do uso racional de medicamentos. O Brasil é um dos países cuja população mais consome medicamentos por conta própria. Mas vencer a cultura do uso irracional de medicamentos não é fácil. Os farmacêuticos têm papel preponderante no fortalecimento da política do uso racional.

 

Link da matéria completa: http://www.cff.org.br/noticia.php?id=5084

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