Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
25 Novembro
João Pessoa
Crédito rural: você já ouviu falar?
Por Beto Coral

O crédito Rural refere-se a recursos financeiros oferecidos em condições mais favoráveis em relação à juros, prazo de quitação, valor das parcelas e carência para iniciar o pagamento.

Por que: Esse incentivo tem grande importância para o fortalecimento das atividades no campo, impactando diretamente na economia do país por meio do desenvolvimento do setor.

O crédito Rural pode ser solicitado através de cooperativas de crédito e bancos, sendo disponibilizado por meio de linhas de crédito em três modalidades:

Corrente: os recursos financeiros são disponibilizados sem nenhum tipo de assistência técnica;

Educativa: tem como objetivo a melhoria da produção, oferecendo assistência técnica para tal;

Especial: Os recursos são encaminhados para as cooperativas de produtores rurais, para serem utilizados em ações da entidade ou dos seus associados.

O produtor pode solicitar o crédito para custear a comercialização e a produção dos produtos agropecuários como o armazenamento, beneficiamento, industrialização e cobrindo despesas dos ciclos produtivos, tornando o produtor mais competitivo e aumentando a produção.

Vale ressaltar que o Crédito Rural é uma modalidade de crédito voltada para os produtores rurais representados por pessoas físicas, jurídicas ou cooperativas de produtores rurais. Uma pessoa não conceituada como produtor no campo também pode aderir ao crédito desde que realize pesquisa ou produção de mudas, sementes ou produção de sêmem. Também pode ser concedido a empresas de prestação de serviços para propriedades rurais, , que compram matéria-prima dos produtores rurais para industrialização e comercialização dos produtos rurais, além dos silvícolas.

Através dos programas PRONAF, PRONAMP, PCA e INOVAGRO o produtor rural consegue financiar as despesas de produção, investir em benfeitorias, máquinas, tratores e potencializar a comercialização da sua produção.

O valor limite do financiamento é determinado por beneficiário em cada safra e em todo o Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR). No crédito de custeio rural o limite é de até R$ 3 milhões por ano agrícola, com prazo de reembolso de até 2 anos. Já nas operações de investimento, o limite de crédito é de R$ 430 mil por beneficiário por ano agrícola, com prazo de reembolso de até 12 anos, incluindo 3 anos de carência.

Para mais informações acesse o site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA.

Texto elaborado em sala pelos alunos do 4º período do curso de Medicina Veterinária utilizando a metodologia 5W2H, sob a orientação da Profª. Mª. Camille Sousa.

 

Fontes consultadas:

http://www.agricultura.gov.br/assuntos/politica-agricola/credito-rural

https://blog.cresol.com.br/credito-rural-descubra-agora-como-contratar-esse-financiamento/

https://blog.cresol.com.br/credito-rural-descubra-agora-como-contratar-esse-financiamento/

 

Autoria: Alunos do P4 manhã do curso de medicina veterinária – Uninassau João Pessoa

11 Novembro
ARTIGO
Conheça a importância da administração rural na medicina veterinária
Por Beto Coral

Os conceitos e ferramentas da Administração não são fundamentais apenas nas empresas localizadas nos grandes centros comerciais, eles podem e devem ser utilizados em todas as atividades empresariais com a finalidade aperfeiçoar os processos, maximizar a lucratividade e auxiliar na tomada de decisões.

Quando falamos em Administração Rural, estamos nos referindo conjunto de atividades que facilitam aos produtores rurais a tomada de decisões ao nível de sua empresa agrícola, com o fim de obter melhor resultado econômico, mantendo a produtividade da terra.

A administração de uma empresa rural se apoia principalmente no controle dos recursos globais de forma que o administrador alcance seus objetivos com o mínimo de recursos, que são

  • Recursos materiais;
  • Recursos humanos;
  • Recursos financeiros;
  • Recursos mercadológicos.

A Administração Rural tem como principais papeis planejar, organizar, dirigir e controlar os resultados, visando sempre o alcance de maiores lucros, além da satisfação e motivação dos funcionários e clientes.

Para que esses papéis sejam exercidos de forma correta e otimizada, devemos levar em consideração as variáveis internas e externas que podem afetar a empresa, essas variáveis podem ser:

  • O clima da região;
  • Mercado consumidor para os produtos;
  • Condições e características dos produtos (perecibilidade/tamanho/oferta no mercado, etc.);
  • Área disponível na propriedade;
  • Tecnologia disponível na propriedade;
  • Mão de obra capacitada e disponível, etc.

Conhecendo todos esses dados, o administrador responsável traçar, com maior segurança, os objetivos que deverão ser alcançados num determinado espaço de tempo que dependerá da duração de todas as atividades envolvidas.

Por: Camille Sousa – Economista e Mestra em Eng. De Produção, docente do curso de medicina veterinária da Uninassau João Pessoa.

29 Outubro
Responsabilidade Social
Alunos de veterinária arrecadam mais de 200 kg de ração
Por Sebastiao Lima

Incentivados pelos coordenadores e professores de cursos, os alunos de medicina veterinária realizaram uma campanha com o intuito de arrecadar rações para cães e gatos que vivem em abrigos provisórios.

Mais de 200kg de ração foram arrecadados e distribuídos entre os cuidadores dos Pets. 

Os alunos agora estão entusiasmados e já projetam outras ações. 

28 Outubro
Ação Social
Evento de medicina veterinária tem participação massiva do público
Por Beto Coral

Organizado pela coordenação do curso de medicina veterinária da Uninassau João Pessoa, juntamente com o Marketing e apoiado pela direção da Unidade, o evento denominado Pet Stop da Uninassau, foi realizado no último dia 26 de outubro.

De cunho social e informativo, o evento que contou com a colaboração direta e indireta dos alunos do curso de medicina veterinária, ofereceu momento de educação ambiental feito pelo Batalhão de Polícia Ambiental da Paraíba, apresentação do Canil do Batalhão de Operações Especiais – BOPE/PMPB, além de ONGs de proteção animal com a doação de PETs. Vale lembrar que os animais para doação foram todos adotados e, enquanto aguardavam um novo lar, ficaram alojados em espaços próprios para eles, as gaiolas cedidas gentilmente pelo Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses de João Pessoa-PB.

Outros parceiros foram a Drogavet – Saúde animal na dose certa doando antiparasitários para serem aplicados nos animais que estavam para doação; A Petit Nature – Alimentação Natural para PETs, explicando sobre os benefícios e a vantagens do fornecimento de alimentação de qualidade par seu PET.

A Vetnil – Receita de campeões, marcou presença através da Dra Joyce Ramos a qual prestou esclarecimentos e orientações ao público em geral, apresentando os mais novos produtos da linha PET.

O público, que passava pelo local durante a ação que durou cerca de três horas, desfrutou de uma série de benefícios, dentre eles as orientações prestadas pelos alunos da medicina veterinária da Uninassau sobre posse responsável, cuidados com o PET e atenção sobre o câncer em animais de companhia, haja vista a passagem do mês de outubro o qual faz alusão aos cuidados com o câncer.

Dessa forma o evento, que foi um sucesso, promete voltar em nova edição no ano de 2020. Contando com todos esses e muito mais parceiros que sempre viabilizam a realização de atividades paralelas.

22 Outubro
DOL
Disciplinas On-line (DOLs) também conta com Avaliação Institucional
Por Rita Silva

Olá Estudantes, 

Vocês sabiam que as Disciplinas On-line (DOLs) estão contempladas no processo de Avaliação Institucional de 2019.2? 

O instrumento de Avaliação Institucional para as DOLs é de suma importância para toda comunidade acadêmica, pois é neste momento que a metodologia a distância é avaliada, assim como toda a Instituição e seu corpo docente, permitindo assim a criação de melhorias e novas oportunidades em todos os processos internos.

Fiquem atentos aos prazos, pois a Avaliação estará disponível até o dia 16 de Novembro de 2019, apenas.

#NãoDeixemDeParticipar

Núcleo de Educação a Distância - NEAD

Homepage: dol.sereduc.com

 

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21 Outubro
ARTIGO
Os riscos da alimentação fora de casa e de hora
Por Beto Coral

A alimentação é um hábito normal dos seres vivos. Caracteriza-se como uma necessidade histórica, fisiológica, essencial à manutenção do organismo, auxilia na eficiência das defesas orgânicas, além de prover a estruturação do corpo humano nas diversas fases da vida.

As inúmeras atividades do nosso dia-a-dia têm se tornado algo que, muitas vezes, nos cobra mais que o necessário, tomando nosso tempo, inclusive o que deveria ser destinado à correta alimentação.

Esse comportamento leva as pessoas a adotarem hábitos alimentares considerados arriscados. Tanto a quantidade quanto a qualidade dos alimentos adquiridos em alimentação feita fora de hora e fora de casa, são vistos como potenciais fatores de risco à saúde da população. Em relação à quantidade, esta característica entra como fator de risco de longo prazo, especialmente para aqueles indivíduos que comem e, logo em seguida, desempenham atividades de cunho quase que exclusivamente intelectual (sem que faça tanto esforço físico). O acúmulo de gordura, além da presença de outros fatores não necessariamente ligada ao alimento, se tornam crônicos e geralmente são causadores de doenças como colesterol, por exemplo.

Já em termos qualitativo, este, talvez seja o principal fator de adoecimento das pessoas por doenças transmitidas por alimentos (DTAs). O manuseio, o armazenamento e a origem da matéria prima utilizada no preparo dos alimentos, aliado ainda à falta de higiene do manipulador e ao ambiente no qual os alimentos são comercializados, são considerados fatores de risco de desencadeamento agudo de alterações orgânicas.

O manuseio simultâneo de alimentos e dinheiro permite a contaminação do mesmo e a posterior ingestão deste por consumidores, o que causará doença de diferentes potenciais. Da mesma forma, o não uso de máscaras, luvas, toucas e outros equipamentos de proteção por parte do manuseador dos alimentos, caracterizam-se como fragilidades e contribuem com a contaminação dos alimentos, especialmente quando estes são comercializados livremente em ruas, praças e outros locais abertos.

Em muitos casos o preparo de alimentos de rua ocorre ainda na madrugada, haja vista que o vendedor ambulante precisa chegar cedo aos locais de venda e, a maioria destes alimentos não têm como ser produzidos no momento da comercialização. Dessa forma, o acondicionamento de tais alimentos se dá em caixas isotérmicas sem a devida higienização ou em estufas, sem que tenham a temperatura mínima ideal de conservação livre de contaminação.

Outro ponto crítico e, não raro, visto em algumas situações, é a matéria prima utilizada no preparo de alguns alimentos, tais como ovos, embutidos, queijos, óleos, carnes e outros itens os quais podem ser originários de locais sem a devida inspeção e autorização de abate e inspeção, caracterizando matéria prima de baixa ou nenhuma qualidade a qual já vem contaminada, veiculando doenças em humanos.

Vale ressaltar que recentemente, no estado do Espírito Santo, foi identificada uma família de ambulantes que vendia em feira livre linguiça e outros alimentos preparados com carne de cachorro e de gato. O que configura crime contra a saúde pública, contra a fauna, além de se enquadrar como outros crimes.

Baseado nessas informações, vale à pena escolher melhor os locais onde se alimentar, averiguando sempre a existência de licenças e autorizações de funcionamento do estabelecimento, de modo a ter como recorrer nos casos de identificação de vulnerabilidades.

Por: Andreey Teles – médico veterinário, professor e coordenador do curso de medicina veterinária da Uninassau João Pessoa.

 

21 Outubro
MEDICINA VETERINÁRIA
Participem das Oficinas Profissionalizantes
Por Beto Coral

Como forma de proporcionar o acesso dos alunos a mais informações e conhecimentos na área médico veterinária, o curso de medicina veterinária da Uninassau João Pessoa elencou algumas temáticas para serem abordadas nesta semana, de 21 a 25 de outubro.

Confira a programação em anexo.

Participem!

21 Outubro
NATAL
Participem da Avaliação Institucional 2019.2
Por Raysa Freitas

No período entre 14 de outubro e 16 de novembro, estará aberto o período de Avaliação Institucional de 2019.2.

É importante que o corpo discente responda os itens da avaliação com critério e seriedade, para que a instituição possa considerar os pontos positivos e negativos, visando a melhora dos cursos.

Fiquem atentos aos prazos e não deixem de participar da Avaliação Institucional!

15 Outubro
AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
Já está disponível a Avaliação Institucional 2019.2
Por Beto Coral

Confira as informações

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