Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
27 Agosto
MEDICINA VETERINÁRIA
Quer participar da Campanha de vacinação anti-rábica? Fique ligado nas regras!
Por Eulampio Neto

Vem aí a Campanha de vacinação anti-rábica animal 2018 - João Pessoa. Quer participar? Fique atento(a) para as regras abaixo:

Os representantes de turma estarão com a relação de inscrição. Os interessados deverão anotar o nome e CPF na lista.

Atenção: só se comprometa se realmente for participar, pois a ausência de pessoas, inviabiliza a implantação de postos e

a disponibilização de vacinas em alguns locais, colocando em risco a saúde animal e humana daquela localidade.

Data da campanha: 22 de setembro. Os alunos deverão se inscrever até o dia 3 de setembro.

 

 

24 Agosto
VACINA
Procedimentos para tomar vacina contra a raiva humana
Por Eulampio Neto

Como fazer para tomar vacina contra a raiva humana?

Conheça os procedimentos descritos na imagem a seguir.

Não fique de fora. Prevenir é a melhor e mais eficiente alternativa de evitar riscos.

Dúvidas? Procure a coordenação do curso.

Atenciosamente,

Prof. Andreey Teles – Coordenador do Curso de Medicina Veterinária – João Pessoa.

Anexo: 
24 Agosto
ALUNO
Alunos só poderão acessar os ambientes de prática mediante comprovação de vacinas
Por Eulampio Neto

Prezados discentes,

Em atendimento à legislação, mais precisamente no que se refere a Portaria 597/04 GM/MS e o Manual de Controle da Raiva dos Herbívoros, do Ministério da Saúde, fica determinado que, para a segurança de toda a comunidade acadêmica, os alunos só poderão acessar os ambientes de prática (dentro e fora da academia) e estágio (curricular e extra-curricular) mediante comprovação de que está com as vacinas obrigatórias em dias, inclusive a anti-rábica.

Os alunos que são impedidos de serem vacinados por questões de saúde ou religiosa, deverão apresentar documentação comprobatória, contendo carimbo e assinatura do emitente.

Esta medida visa a integridade de todos os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem, constituindo-se como uma medida de saúde pública e bem-estar.

Os cartões devidamente atualizados deverão ser apresentados num prazo de 60 dias da data deste documento.

Anexo: 
24 Agosto
ARTIGO
A evolução da medicina veterinária e sua importância para os seres humanos
Por Eulampio Neto

Pode-se considerar que a medicina veterinária surgiu na mesma época em que o ser humano domesticou os primeiros animais, contudo, cronologicamente falando, esse marco data de cerca de 4000 a.C. através de registros encontrados no Papiro de Kahoun. É certo que em cada continente, o surgimento e evolução da “arte de curar animais” tem sua história, o que vem sendo aprimorado até os dias atuais, sempre na perspectiva de trazer benefícios não só para os animais (principal centro da atenção), mas também para os seres humanos. Contudo, considerando que naquela época a espécie equídea era uma das que tinha maior utilidade, a denominação do “profissional” que curava animais fora definida, na Grécia (século VI a.C.), com base nessa espécie, o qual passou a ser chamado de hipiatra (do grego hippos = horse + iatros = médico). Em Roma, a denominação desse “profissional” era Veterinarii e que, por sua vez, tem etimologia diferente (do latim Vetus = velho, idoso), o que surgiu com base na quantidade de equinos oriundos do exército romano e que ficavam velhos, necessitando de tratamento especial. Outras denominações descritas ao longo da história foram Medicus equarius (médico dos cavalos), Mulomedicus (médico das mulas) e Medicus iumentarius (médico do gado), mas não se consolidaram.

Historicamente e de maneira equivocada, a sociedade, de uma forma em geral, concebe o profissional médico veterinário como sendo alguém que cuida única e exclusivamente de animais em seus aspectos clínico e cirúrgico. Mas tudo isso tem uma justificativa, pois a criação e reconhecimento dessa profissão deram-se no âmbito histórico de como surgiu esse profissional, tendo, o seu campo de atuação, sido ampliado ao longo da evolução da sociedade, pelo aparecimento de necessidades (padrões de convivência coletiva, por exemplo) as quais, pelas suas características de execução e considerando o que as envolvia (produção animal, produção de alimentos de origem animal e derivados, higiene e inspeção de matadouros e frigoríficos, entre outras), assim como o perfil de formação e os componentes curriculares trabalhados, foram atribuídas como sendo de responsabilidade do médico veterinário.

Com a ampliação do leque de atribuições concernente ao profissional médico veterinário, algumas áreas ganharam destaque especial, as quais vêm crescendo de maneira bastante significativa, como é o caso da saúde pública (sendo a vigilância sanitária o primeiro campo de trabalho desta área por ser ocupado pelo médico veterinário), pela promoção da saúde, prevenção e controle de doenças das mais diversas etiologias, possíveis e passíveis de serem transmitidas aos humanos e vice-versa.

Aliado a isso, o aumento na circulação de pessoas entre os continentes, o surgimento de enfermidades com caráter antropozoonótico e que vêm ultrapassando as barreiras dos mais diversos países, comprometendo muitas vezes a integridade da saúde de uma nação, por exemplo, bem como sua produção de alimentos, tornando-os vulneráveis a contaminações e, consequentemente, colocando em jogo a economia de uma ou várias cadeias produtivas ou seus elos, exige a presença e atuação de um profissional que possua versatilidade suficiente para, que em articulação com os demais segmentos da área da saúde, possa agir com eficiência, eficácia, agilidade e destreza.

Políticas públicas de reconhecimento e divulgação da presença indispensável do médico veterinário nas mais diversas linhas de produção e inspeção de alimentos de origem animal, ovos, leite, pescado e mel, bem como na preparação de produtos com qualidade e seguros à saúde, incluindo aí a sua importante atuação em barreiras sanitárias de controle de trânsito animal seja ela em âmbito municipal, estadual ou internacional, são fundamentais no que diz respeito à informação que a sociedade precisa para compreender que, no dia-a-dia, cada alimento que se faz presente em nossa mesa, foi devidamente inspecionado por um profissional médico veterinário.

Nessa perspectiva, a abrangência de atuação desse profissional vai além do que se pensa ainda hoje em determinados segmentos da sociedade, tendo, inclusive, justificativas plausíveis para incluí-lo nas áreas de vigilância epidemiológica e ambiental. Todavia, para que isso seja devidamente consolidado e reconhecido, faz-se necessário a reformulação da práxis do ensino, bem como a re-estruturação das matrizes curriculares, na perspectiva de romper com a visão hospitalocêntrica do acadêmico em medicina veterinária, mostrando-lhes a amplitude de áreas de atuação, que inclusive encontram-se carentes desses profissionais, como uma forma de suprir, futuramente, essa demanda nos campos de trabalho, fortalecendo cada vez mais a sua presença nesses segmentos. A fragilidade no processo de formação e a ausência de políticas voltadas a esse aspecto contribuem para que campos de atuação específicos do médico veterinário acabem sendo aquinhoados por profissionais de outras áreas de formação e conhecimento.

Por: Andreey Teles  -  Médico Veterinário – Coordenador do curso de medicina veterinária – Uninassau João Pessoa

16 Agosto
MEDICINA VETERINÁRIA
Conheça sobre o termo zoonose e suas variantes
Por Eulampio Neto

Termo originado do grego 'zoo (ζώο) que significa animal', juntamente com a expressão 'nosos (νόσος) que significa doença', originando o que denominados doença de animais, a palavra zoonose tem sido empregada de forma ampla, todavia várias inconformidades têm sido observadas quando da sua utilização no dia-a-dia.

Por definição genérica, a expressão zoonoses é compreendida como sendo “doenças (compreendidas por agentes e/ou infecções) que podem ser naturalmente transmitidas entre (outros) vertebrados e os seres humanos (OMS).

É preciso, contudo, compreender e diferenciar a aplicação do termo e suas variações conforme a classificação deste, ou seja, segundo o sentido de veiculação da doença; conforme o ciclo de manutenção do agente etiológico (agente causador); e de acordo com o elo de manutenção/transmissão.

Segundo o sentido de transmissão:

Antropozoonose – doenças próprias de animais que são transmitidas a humanos.

Exemplo: Raiva, brucelose, etc.

Zooantroponose – doenças próprias de humanos que são transmitidas a animais.

Exemplo: Tuberculose, amebíase, difteria, etc.

Amphixenose - doenças transmitidas tanto de humanos a animais quanto de animais a humanos.

Exemplo: Estafilococose, estreptococose, etc.

Conforme o ciclo de manutenção do agente:

Zoonoses diretas – o agente causador necessita apenas de uma espécie para se manter. São transmitidas aos seres humanos por contato direto, indireto, veículos ou vetores.

Ciclozoonoses – quando o agente etiológico sofre alterações morfológicas e necessita de mais de um hospedeiro para completar o ciclo. Podendo ser classificada ainda de acordo com a presença obrigatória ou não do ser humano em seu ciclo:

Euzoonose – requerem a participação do ser humano.

Parazoonose – não necessitam da participação do ser humano.

Exemplo: Complexo teníase-cisticercose; equinococose-hidatidose.

Metazoonoses – a perpetuação do agente causador requer o envolvimento de vertebrados e invertebrados para transmissão da doença. Compreende enfermidades que são veiculadas aos humanos por meio de vetores.

Exemplo: febre amarela, encefalites equinas, etc.

Saprozoonoses – além da exigência de hospedeiro vertebrado no ciclo de desenvolvimento, requerem também um local inanimado para concluir o processo evolutivo e tornar-se infeccioso. O local inanimado pode ser representado por matéria orgânica, alimentos, solo, água, plantas, etc.

Exemplo: Fasciolose, tungíase, etc.

De acordo com o elo de manutenção/transmissão, são ainda classificadas em zoonoses de:

Animais de companhia;

Animais de produção;

Animais domiciliados (sinantrópicos);

Animais silvestres;

Transmitidas por alimentos.

Por: Andreey Teles – Médico Veterinário, Coordenador do Curso de Medicina Veterinária da Uninassau João Pessoa.

13 Agosto
HORÁRIO
Veja os horários de atendimento do coordenador do Curso de Medicina Veterinária '
Por Eulampio Neto

Nobres alunos, saudações!

Confira os horários de atendimento da coordenação em 2018.2.

Precisou, venha até a coordenação.

08 Agosto
ARTIGO
Até onde vai o limite entre humanos e animais numa relação de convivência?
Por Eulampio Neto

Há anos, o convívio entre humanos e animais vem ganhando cada vez mais espaço. Inicialmente, numa perspectiva de domesticação, os humanos se aproximavam dos animais para aumento na disponibilidade de cabeças em uma determinada região/cercado e, consequentemente, obtenção de alimentos e assim progrediu até que os fossem vistos como membros companheiros.

Diversas espécies animais são possuídas visando a companhia dos tutores que são pessoas, muitas vezes, sozinhas. Dentre as espécies domésticas mais comuns, podemos mencionar os cães e gatos. No Brasil, segundo dados de 2017, estima-se que essas duas espécies animais somam juntas em exemplares, mais de 74 milhões de animais, sendo que uma parte deles encontra-se dispersa nas ruas (animais errantes e semi-domiciliados) e outros são animais domiciliados.

O quantitativo populacional de cães e gatos errantes soma, aproximadamente, 30 milhões de animais. Esse dado é importante, visto que muitas famílias têm uma tendência em abandonar seus animais sempre que ocorrem doenças graves e crônicas ou mesmo por negligência dos tutores que se negam levá-los a um médico veterinário periodicamente ou sempre que este venha a adoecer. Outros motivos associados ao abandono são falta de espaço, animal que cresce além do esperado, animal agressivo e animais que ficam gestantes sem planejamento do dono.

Cães e gatos domiciliados representam a maior parte da população de animais de companhia no Brasil e, como o afeto e a aproximação dos seres humanos em relação a tais espécies têm aumentado significativamente nos últimos anos, é perceptível as mudanças nos costumes de convivência, o que nem sempre é visto com bons olhos.

Numa ótica microbiológica, é fato que cada ser vivo possui sua flora microbiana com características particulares, a qual é formada conforme o local onde se vive, a alimentação da qual se serve e os desafios ambientais frente aos quais são expostos. Os seres humanos, embora apresentem boa resistência e defesa contra os micro-organismos corriqueiramente enfrentados no dia-a-dia, nem sempre dispõe da mesma habilidade imunológica para uma série de agentes patogênicos os quais podem causar distúrbios orgânicos graves, podendo culminar com quadros clínicos sérios, comprometendo a saúde, inclusive de forma irreversível, resultando, nalgumas vezes, em óbito.

Assim sendo, os relatos recentemente veiculados pela imprensa que mostram pessoas que foram gravemente infectadas por patógenos naturais de cães (matérias: Infecção por lambida de cachorro faz homem ter mãos e pernas amputadas. Fonte: notícias UOL em 04 de agosto de 2018 / Mulher contrai grave doença depois de 'beijar' seu cachorro. Fonte: Globo em 04 de julho de 2016) e que adquiriram, com isso, sequelas irreversíveis são exemplos que mostram o quanto as pessoas devem pensar antes de, aleatoriamente, adquirir um animal e, por questões puramente afetivas e expressivamente desregradas, se expor ao risco. É imprescindível que haja um mínimo de higiene sanidade, orientações estas que são ricamente prestadas por profissionais médicos veterinários.

Dentre as medidas preventivas destacam-se as vacinas e vermifugações, além do estabelecimento de espaços próprios para animais e para humanos.

Por: Andreey Teles -  Médico Veterinário – Coordenador do curso de medicina veterinária – UNINASSAU João Pessoa

07 Agosto
EVENTO
"Porque cursar Medicina Veterinária?" é tema de palestra
Por Eulampio Neto

Quais seriam os principais motivos que conduzem as pessoas a optarem pelo curso de Medicina Veterinária?

Para saber sobre isso, compareça à palestra que ocorrerá no dia: 30/08. Turma da manhã: 08:30h - Sala 701 | Turma da noite: 19h - Sala 602

Inscrições exclusivamente via site institucional.

07 Agosto
HORÁRIO
Confira o horário das aulas das turmas de Medicina Veterinária
Por Eulampio Neto

Bom dia, prezados discentes.

Segue o horário de aulas do Curso de Medicina Veterinária (manhã e noite). Para melhor comodidade, ele também está fixado no mural em sala de aula (Manhã, sala 701 e Noite, sala 602). Você pode acessá-lo ainda via Portal do Aluno.

Abraço e sucesso!

30 Julho
BEM ESTAR
O que devemos saber sobre ações de bem-estar e proteção animal?
Por Eulampio Neto

É cada vez mais crescente a parcela da população voltada a promover algum tipo de ação destinada ao bem-estar animal, assim como a proteção, especialmente a animais ditos errantes – aqueles que perambulam pelas ruas sem, necessariamente, dispor de uma casa como referencial.

Todavia, as ações elencadas no sentido de promover a proteção animal devem ser pautadas em instrumentos legais que normatizam direta ou indiretamente tais condutas, geralmente baseadas em normas jurídicas.

A perspectiva é assegurar que, o profissional que já existe e está preparado para atuar de modo amplo na causa animal, é o médico veterinário o qual, por sua vez, deverá ter garantido pelas entidades de classe, independentemente de qual seja ela, o exercício daquilo que é exclusiva da sua competência legal e profissional.

Entretanto, o que tem se observado em diversas situações é o extrapolamento das ações de proteção e bem-estar animal para esferas de atuação exclusiva do médico veterinário, colocando em risco a vida e saúde de animais, muitos dos quais já se encontram vulneráveis, caracterizando atuação charlatã.

Essa não é uma abordagem generalista, uma vez que existem muitos protetores de animais que buscam parceria com médicos veterinários para que suas ações estejam sempre vinculadas às orientações profissionais e determinações legais, sem que haja exposição dos protegidos ao risco.

Por outro lado, vários indivíduos e até mesmo entidades voltadas à proteção animal, realizam prática de medicação, vacinação e, em algumas situações a execução de procedimentos os quais não lhes são permitidos aos olhos da lei, configurando, minimamente, crime contra a fauna e, sendo passível de processo jurídico por se tratar de exercício ilegal da profissão de médico veterinário, o que termina por fragilizar o movimento voltado à causa animal. Exemplos de acontecimentos como esse podem ser representados pelo caso registrado em Vila Velha-ES no ano de 2017, bem como o que foi denunciado hoje (29/07/18) pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária da Bahia. Em ambas as situações, os envolvidos eram pessoas voltadas à proteção animal e estavam atuando em desacordo com a legislação.

Dessa forma, conhecendo-se a ampliação das ações e entidades destinadas a este fim, sugere-se que todo o interessado em realizar trabalhos em prol da causa animal procure, preferencialmente antes de iniciar as atividades, instruções e parceria com médicos veterinários, além de orientações junto à respectiva vigilância sanitária do município onde reside para que a entidade seja registrada e funcione dentro da lei.

Àqueles que ainda são estudantes da medicina veterinária, fica o alerta de que devem estar atentos para não se envolver em situações que possam, por alguma postura indevida, colocar em xeque o sonho de tornar-se médico veterinário. Um caso deste aconteceu no município de Girau do Ponciano, Alagoas, no ano de 2014. Na ocasião, uma operação que acontecia na região do agreste/sertão do referido estado, flagrou um estudante de medicina veterinária passando por médico veterinário.

Por: Andreey Teles -  Médico Veterinário – Coordenador do curso de medicina veterinária – Uninassau João Pessoa

 

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