Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
30 Junho
Salvador
A pesquisa na biomedicina
Por Sueli Maria

 A Pesquisa é de extrema importância para a evolução da ciência e da medicina, sendo assim, o curso de Biomedicina foi idealizado há mais de 50 anos atrás para formar o pesquisador na área de saúde, embora atualmente seja apenas 1 das  mais de 30 habilitações do Biomédico, porém não menos importante, pelo contrário, este profissional traz avanços de extrema relevância para a saúde da população.

E podemos dizer que essa habilidade já nasce na Universidade, através das atividades desempenhadas nas disciplinas e no momento de maior consagração do aluno que já está perto de se formar, quando da elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Nesse momento conseguimos ver não mais o aluno, mas o profisisonal que já se consagra com sua experiência e quer demonstrar resultados que levem informações de interesse a sociedade.

Na foto observamos uma das etapas do Trabalho de Conclusão de Curso do aluno Andrew Pablo, também formando de 2019.1, sobre "Isolamento da bactéria Staphylococcus aureus em Smartphones" o que nos leva a lembrar do cuidado da lavagem das mãos depois da utilização de celulares.

O Trabalho de Conclusão de Curso é uma atividade de grande importância, pois demonstra o conhecimento acumulado ao longo dos anos de curso e o comprometimento do aluno.Faça um excelente TCC, pois este poderá ser o seu cartão de visita para seu inicio de carreira.

Temos certeza que teremos mais um Biomédico que trará benefícios a ciência no Brasil

 

Sueli Marques

Coordenadora do Curso de Biomedicina

UNINASSAU - PITUBA

04 Abril
NETWORK
A era do relacionamento
Por Mychel Cosme

Houve um tempo, não muito distante, em que se estabelecia no mercado a empresa que possuísse o maior patrimônio. Mas as evoluções foram acontecendo e passou a liderar quem obtivesse mais informação. Depois, foi a comunicação, o fator preponderante para quem queria chegar na frente. Hoje em dia, o patrimônio nem é tão importante, informação e comunicação são condições básicas de subsistência e o relacionamento se tornou o diferencial para quem quer se destacar no mercado. Relacionamento não só com os clientes, mas também com os fornecedores, que devem ser tratados como parceiros, e funcionários, que precisam estar motivados e treinados corretamente para atender bem todos os que ele mantém contato.

Tudo precisa começar pelo gestor, que com sua visão estratégica, deve liderar a equipe e gerir seus recursos no sentido do relacionamento. Um desses recursos é a tecnologia, que pode ser uma grande aliada neste sentido. Transformar o ponto de venda num ambiente agradável, onde o cliente se sinta bem, é também uma medida importante para fidelizá-lo. Mas além de tudo isso, o gestor precisa saber quem é o seu cliente, saber o que ele quer e entregar justamente o que ele precisa. Esta é a grande questão do relacionamento.

Pode não parecer fácil, mas já existem ferramentas de marketing que podem lhe mostrar onde está seu cliente e o que ele quer de você. Uma observação e análise do dia a dia na empresa já pode lhe trazer algumas respostas, mas de nada vai adiantar se a empresa inteira não entender que estamos na era do relacionamento.

 

06 Fevereiro
ARTIGO
Material Informativo 2019.1
Por Emanuel Filho

Queridos alunos, saudações!

Segue em anexo um material importante que contém informações relevantes para um excelente andamento das atividades do semestre 2019.1

Peço que todos salvem e leia com atenção.

Forte abraço.

Atenciosamente, Prof. Andreey Teles - Coordenador do curso de medicina veteriária Uninassau João Pessoa.

Anexo: 
14 Novembro
INDICAÇÃO DE LEITURA
Resistência bacteriana: uma visão farmacêutica
Por Rayanne Silva

Confira o texto e boa leitura

07 Novembro
Artigo
Medicina veterinária e os riscos da mercantilização
Por Emanuel Filho

Diante do tamanho populacional de animais de estimação, calculado em mais de 130 milhões, e considerando ainda, a crescente preocupação dos tutores para com seus animais, a medicina veterinária vem se tornando uma área cada vez mais ampla no país

26 Outubro
Artigo
AIDS felina: O que é?
Por Emanuel Filho

A Aids dos gatos, também conhecida como Imunodeficiência Felina, é uma das que mais afeta a população dos gatos, assim como a leucemia felina

24 Outubro
Artigo
Investimentos públicos com saúde
Por Karla Cinara

O artigo de maneira despretensiosa mostra as conquistas e programas exitosos do SUS, dificuldades do financiamento e gestão, os desafios futuros e princípios que devem nortear as açõe

24 Outubro
Fisioterapia
Fisioterapia e Saúde da Família
Por Karla Cinara

Confira o texto

17 Outubro
Parnaíba
Coordenador do cursos de Ciências Contábeis tem artigo aprovado em Congresso Internacional
Por Francinildo Benicio

Trabalho de Francinildo Carneiro Benicio será apresentado no XX Encontro Internacional sobre Gestão Empresarial e Meio Ambiente, em dezembro 2018

11 Outubro
ARTIGO
Coleta seletiva – uma tendência saudável
Por Emanuel Filho

Ultimamente tem sido bastante significativa a iniciativa das pessoas em reduzir, reciclar e reutilizar materiais que, em outro momento iriam para o lixo, contribuindo, sem dúvidas para com a degradação do ambiente, entre outros problemas. No Brasil, é expressivo o aumento no número de pessoas que vêm saindo dos lixões, onde trabalhavam em busca de tirar o sustento para toda a família, para montar ou se filiar a cooperativas ou associações voltadas a atividades de reciclagem.

No entanto, vale ressaltar que ainda é baixo o incentivo por parte do setor público no sentido de estimular a população a fazer a segregação dos resíduos em casa, pois, devido à inexistência do serviço público de coleta seletiva, fica complicado, segregar em casa sabendo que tudo será recolhido num mesmo caminhão coletor e direcionado ao lixão da cidade.

Contudo, na perspectiva de contribuir com a coleta seletiva, as pessoas que separam os resíduos gerados em casa, o levam até uma cooperativa ou associação que trabalha com reciclagem, já que essas entidades quando fazem coleta de material in loco, geralmente é em empresas, condomínios e instituições parceiras, pois assim é mais vantajoso e econômico.

As famílias que vivem da reciclagem, seja de papel/papelão, vidro, plástico ou outro(s) tipo(s) de produto(s) em cooperativas/associações, têm como vantagens a diminuição no risco de acidentes (atropelamentos – muitas vezes seguidos de morte, cortes, mutilações, etc.), além de livrar-se, quase que totalmente, de infecções graves, conflitos (devido à disputa que existe naturalmente entre os catadores), dentre outros agravos. Os esforços emanados geralmente de entidades representantes da sociedade civil organizada no sentido de despertar o interesse do setor público em transformar lixões em aterros sanitários, tem adquirido uma grande importância, já que tais aterros já são uma realidade em várias cidades do Brasil.

Alguns fatores que geram entraves quando da criação de entidades voltadas ao trabalho com reciclados é a falta de subsídio por parte dos governos. Devido a isso é que, muitas vezes, tal subsídio é feito pela iniciativa privada por meio de doações de equipamentos como prensa, caminhão, pagamento de aluguel de galpões, doação de terrenos, fardamento, etc.

Apesar dos benefícios já relacionados acima, nem todos os ex-catadores de um lixão se filiam a associações/cooperativas, pois normalmente nesses locais há exigências quanto ao cumprimento de horário e, no final do mês há a divisão dos lucros, proporcionalmente aos dias trabalhados no referido mês, o que pode representar um ganho não muito elevado. Assim, uma parte desses ex-catadores prefere atuar nas ruas com carrinhos catando papelão e outros resíduos possíveis de serem reciclados, porém há riscos como atropelamento e até mesmo agressão por parte de alguns donos de casa que ao verem seu lixo ser remexido e, muitas vezes deixado desarrumado, agride os catadores. Aliado a tudo isso, tem ainda a indisposição para atenderem a horários e outras normas disciplinares de trabalho existentes nas instituições já citadas.

Em termos de lucro por pessoa, esses ainda são relativamente baixos, pois o valor que se paga no quilo do papelão, por exemplo, é bastante reduzido, além do mais há também falcatruas por parte de algumas indústrias que compram os produtos que serão reciclados, comprometendo mais ainda os lucros.

No geral, quando se contabilizam os benefícios que o fechamento dos lixões traz ao ambiente (fauna, flora, aquíferos, etc.), às pessoas (especialmente no que diz respeito à saúde), à diminuição no risco de acidentes com aeronaves (ausência de urubus), entre outros vários aspectos, os ganhos financeiros que ainda são baixos, representa algo que, por se encontrar em fase de transição, modificará, uma vez que a tendência é que cada vez mais pessoas adotem a coleta seletiva em sua casa, contribuindo com a quantidade recolhida por essas instituições, aumentando, consequentemente, a renda de tais famílias.

Comece já a fazê-la em sua casa ou condomínio, é muito fácil: contacte uma cooperativa/associação de sua cidade que trabalha com reciclagem, solicite um esclarecimento sobre o que é reciclável, como proceder quanto à segregação e pronto!

Por: Andreey Teles - Médico Veterinário, professor do ensino superior e Coordenador do curso de medicina veterinária da Uninassau João Pessoa.

Páginas