Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
12 Julho
Capacita 2019.2
Libras: Noções básicas
Por Niraildes Machado

Realizada nos dias 9 e 10 de julho (terça e quarta), a oficina "Língua Brasileira de Sinais: Noções Básicas", que integra o Capacita 2019.2, foi um sucesso! Ministrada pela coordenadora e também professora do curso de Pedagogia, Niraildes Machado, e pela instrutora de Libras surda, Tania Mara, a oficina ressalta a importância e a necessidade de nos comunicarmos por meio de Libras.

Ao refletir sobre a importância das Libras na vida das pessoas surdas foi possível perceber que, a Língua Brasileira de Sinais é um meio de garantir a socialização e interação do surdo na sociedade, além de contribuir para a valorização e reconhecimento da cultura surda.

08 Outubro
PEDAGOGIA
Colegiado de Pedagogia participa da Feira de Estágio
Por Gilma Benjoino

A participação do curso de Pedagogia na Feira de Estágio, promovido pelo IEL, dias 28 e 29 de setembro, foi significativa, pois trouxe visibilidade para o curso e para nossa unidade. Sucesso absoluto de público, com destaque por ser o único stand com uma tradutora de Libras, a professora do II Período do curso de Pedagogia, Nayra Marinho, presente para ajudar os coordenadores, professores e alunos a atender os visitantes surdo. O evento contou com visitantes com deficiência auditiva e foram muito bem recebidos. 

 

26 Abril
LIBRAS
Abril é mês de celebração da comunidade surda
Por Gilma Benjoino

O mês de abril é de suma importância para a comunidade surda, em virtude de duas datas relevantes:  23 de abril é o dia nacional da educação de surdos e, no dia 24 é a data da Lei de Libras 10.436/02. Neste ano, a comemoração da Lei tem um valor ainda mais especial, afinal, são 16 anos de luta de toda a comunidade surda pela garantia de direitos.

A referida lei, promulgada no ano de 2002, reconheceu a Língua Brasileira de Sinais, Libras, enquanto meio legal de comunicação e expressão da comunidade surda. Tal reconhecimento possibilitou aos surdos grandes conquistas, por exemplo, a concepção linguística da Libras, pois antes da lei a língua era vista como mímica; a garantia do tradutor intérprete de Libras nos mais variados contextos , o empoderamento identitário e cultural, entre outros aspectos.

Essa luta não precisa ser somente dos surdos, mas de todos nós: educadores, pais, profissionais das mais diversas áreas, amigos, todos aqueles interessados em língua de sinais, pois  vivemos na mesma sociedade, os surdos e os ouvintes (aqueles que não são surdos). Uma vez que somos convidados à essa luta, também podemos nos alegrar com as conquistas alcançadas, concebendo-as como molas propulsoras para as conquistas futuras mediante a participação de todos nós!

Abraços sinalizados,

Professora Nayra Marinho

03 Maio
Extensão
Literatura Infantil e Libras: um diálogo possível na Educação Especial
Por Irae Bartira

No último dia 28 de abril, os alunos de Pedagogia da Faculdade Maurício de Nassau Caruaru realizaram uma atividade, na unidade, para desenvolver competências que darão suporte no atendimento didático pedagógico com crianças especiais que necessitem do intérprete de libras,pois dialogar com a Literatura Infantil traz em seu bojo a diversidade da língua de sinais e amplia a prática pedagógica do professor, levando em consideração a heterogeneidade da turma. 

Durante a atividade, os alunos se apropriaram da legitimidade linguística que pode ser considerada uma base para a construção dos atuais vieses da literatura visual, esta que pode se assemelhar bastante à literatura de cunho oral, muito utilizada antes da demanda da língua em sua modalidade escrita nos séculos passados, histórias que não eram registradas e passavam de um espectador a outro. Entendendo a Educação Especial, na perspectiva inclusiva, e na formação dos professores, entende-se que lidar com alunos surdos exige do professor um olhar diferenciado para as características do aluno e a inclusão da disciplina Libras é um dos fatores marcantes para esta prática.

Os objetivos da atividade foram:

a) Apresentar a Literatura Infantil sob a óptica do aluno surdo e da Educação Especial;

b) Utilizar a Libras como meio de comunicação e Expressão;

c) Propiciar a construção da Literatura para alunos surdos pelo professor em formação.