Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
22 Janeiro
Escolha certa
Quer fazer Odontologia? Confira as dicas abaixo
Por Renata Tannous

A escolha de estudar odontologia nunca é fácil. Aliás, para algumas pessoas, pode realmente ser uma escolha mais simples, seja por indicação de pais, parentes ou amigos próximos que já exercem a função. E para aquelas pessoas que admiram, mas não têm conhecidos que exercem esta profissão?

Listamos algumas dicas para quem pretende iniciar na área ou até mesmo para quem já ingressou mas está em fase inicial do curso.

– Não busque apenas realização financeira: Qualquer profissão que você seguir dependerá somente de você para que isso aconteça. Odontologia é sim uma área que pode te trazer uma remuneração acima da média, mas você terá que estudar e trabalhar muito para isso. Não tem jeito simples.

– Estude: Tenha aptidão nos estudos e vontade de aprender cada vez mais. O curso de odontologia é muito difícil e na grande maioria das universidades o período é integral. Você terá que passar longos momentos de estudo e dedicação na graduação e depois de formado para tornar-se um profissional de excelência.

– Dica: Não escolha o curso somente por ter conhecidos dentistas, pois o que é bom para alguns não necessariamente será o melhor para você. Se você pretende seguir na área, é muito importante ter sugestões e recomendações sim, mas o melhor a se fazer ainda é buscar sua própria inspiração.

– Aptidões: Gostar de anatomia humana e de matérias como química e biologia é fundamental. Logicamente, serão diversas matérias, mas deixamos esta dica extra para você.

– Características: É fundamental ser uma pessoa empática, ter amor ao próximo e saber lidar com as pessoas.

– Rotina: É importante estar ciente que você passará a maior parte do seu tempo sentado em um escritório, clínica ou consultório exercendo atividades eventualmente repetidas. Nem todas as pessoas tem essa habilidade, ou seja, procure saber se estará preparado.

– Estar sempre antenado: Constantemente somos bombardeados por novidades. Seja por novos produtos que facilitam nossa vida, serviços ou tecnologias, portanto, mais que estudioso, é fundamental ficar sempre ligado para o que aparece de novo na área.

São muitas as características necessárias para escolher odontologia e ser um bom profissional. É completamente natural que surjam questionamentos na hora de escolher o curso, mas não há dúvidas que a odontologia é uma carreira satisfatória para aqueles que se dedicam e tem amor pelo que escolheram fazer.

16 Janeiro
Recife
DCEs - Design de Interiores
Por Lenira de Melo

Segue o link para inscrições nos DCEs - Curso de Férias!

Lembrando que para cursar o DCE, o aluno deve ter o status de matriculado em 2016.2 e já ter cursado e reprovado a disciplina.

 

Disciplinas:

Desenho Geométrico

Design de Mobiliário

Desenho de Perspectiva

16 Janeiro
Recife
DCEs - Arquitetura e Urbanismo
Por Lenira de Melo

Segue o link para inscrições nos DCEs - Curso de Férias!

Lembrando que para cursar o DCE, o aluno deve ter o status de matriculado em 2016.2 e já ter cursado e reprovado a disciplina.

 

Disciplinas:

Cálculo

Maquetes

Teoria da História 3

Projeto de Arquitetura 2

Projeto de Arquitetura 4

Informática Aplicada

Geometria Descritiva

16 Janeiro
Recife
CURSO DE VERÃO – Quarto Montessoriano
Por Lenira de Melo

Estão abertas as inscrições para o CURSO DE VERÃO – Quarto Montessoriano.

O curso vai ocorrer no próximo dia 23 às 18:30H, no laboratório de Maquetes da UNINASSAU.

Acesse o link das inscrições e participe!

16 Janeiro
Recife
Curso de Verão: Vida e Morte dos Centros Históricos.
Por Lenira de Melo

Já estão com inscrções abertas o Curso de Verão: Vida e Morte dos Centros Históricos

Realize sua inscrições aqui.

O curso irá acontecer no próximo dia 17, às 18:30H no bloco I da UNINASSAU, sala 105.

A entrada é 2kgs de alimento não perecível.

Participe!

 

16 Janeiro
Recife
Curso de Verão:Paisagismo Urbano: Cidade para as pessoas
Por Lenira de Melo

Estão abertas as inscrições para o CURSO DE VERÃO – PAISAGISMO URBANO: CIDADE PARA PESSOAS

Maiores informações: 3413-4611

09 Janeiro
Pedagogia
Projeto Capacita oferece curso de Apoio Escolar
Por Luna Mercia

A Faculdade Maurício de Nassau, unidade João Pessoa, realiza durante todo o mês de janeiro o Projeto Capacita, que este ano vai oferecer 1.385 vagas em 34 cursos gratuitos. A proposta é capacitar e qualificar as pessoas através desse projeto social que abrange várias áreas do conhecimento.

O curso de Pedagogia oferece o Capacita de Apoio Escolar, com a finalidade de qualificação dos interessados em ensinar Reforço Escolar ou pais que desejam aprender métodos e técnicas para orientar seus filhos nesta etapa de grande importância da educação escolar.

06 Janeiro
Gratuito
Capacita oferece curso de Pequenos Orçamentos
Por Thyara Soares

Como orçar pequenos projetos e reformas. Aprenda a quantificar material e preço das suas obras e reformas no curso so Projeto Capacita. Inscreva-se no link: https://extensao.uninassau.edu.br/.

04 Janeiro
Feminismo
Curso do Capacita promove debate sobre questões de gênero
Por Aleine Ferreira

O Curso de Serviço Social da Faculdade Mauricio de Nassau, promove no dia 26 de janeiro, às 18h, a palestra: "Reflexões e análises critica sobre as relações de gênero". O Objetivo do curso é promover uma reflexão critica entre os estudantes do curso de Serviço social, com intuito de capacitá-los para trabalhar com essa demanda. 

A palavra “gênero” começa a ser utilizada nos anos 1980 do século XX, pelas feministas americanas e inglesas, para explicar a desigualdade entre homens e mulheres concretizada em discriminação e opressão das mulheres. Nessa época, as investigações sobre a condição social delas já apontavam uma forte desigualdade entre homens e mulheres, que tendia a aumentar conforme a classe social, raça, etnia e outras condições de vida. A desigualdade abarcava a esfera pública e privada. Na primeira, era visível nos salários menores do que o dos homens em serviços iguais e na pequena participação política. Na esfera privada, se evidenciava pela dupla moral sexual e na delegação de papéis domésticos.

A desigualdade era e ainda é justificada, por setores conservadores religiosos, científicos e políticos, pela diferença biológica entre homens e mulheres. Muitos crêem que as diferenças sociais são essenciais, naturais e inevitáveis.

O sexo é uma categoria biológica insuficiente para explicar os papéis sociais atribuídos ao homem e à mulher. “Gênero” veio como uma categoria de análise das ciências sociais para questionar a suposta essencialidade da diferença dos sexos, a ideia de que mulheres são passivas, emocionais e frágeis; homens são ativos, racionais e fortes. Na perspectiva de gênero, essas características são produto de uma situação histórico-cultural e política; as diferenças são produto de uma construção social. Portanto, não existe naturalmente o gênero masculino e feminino.
Gênero é uma categoria relacional do feminino e do masculino. Considera as diferenças biológicas entre os sexos, reconhece a desigualdade, mas não admite como justificativa para a violência, para a exclusão e para a desigualdade de oportunidades no trabalho, na educação e na política. É um modo de pensar que viabiliza a mudança nas relações sociais e, por conseqüência, nas relações de poder. É um instrumento para entender as relações sociais e, particularmente, as relações sociais entre mulheres e homens.

Gênero tem a ver com feminismo, mas não é igual a mulher ou a feminismo. As relações de gênero podem ser estudadas a partir da identidade feminina e masculina. Gênero significa relações entre homens e mulheres. Uma análise de gênero pode se limitar a descrever essas relações. O feminismo vai além ao mostrar que essas relações são de poder e que produzem injustiça.

A expressão gênero vem, paulatinamente, se incorporando nos instrumentos normativos internacionais e na legislação dos países. No Brasil, foi introduzida na Convenção de Belém do Pará (Decreto n. 1.973, de 01/08/1996), para esclarecer o conceito de violência contra a mulher como qualquer ato ou conduta baseada no gênero. Não há definição de gênero, mas do contexto se infere o conceito de relação de poder. Aparece também no Estatuto de Roma (Decreto n. 4.388, de 25/09/2002), com um significado mais restrito.

O Tribunal Penal Internacional, criado pelo Estatuto de Roma, incorpora (a) uma definição de gênero, (b) o princípio da não-discriminação baseada em gênero, (c) normas de procedimento e prova, proteção e participação em relação a vítimas e testemunhas de crimes de violência sexual, e (d) criminaliza em nível internacional a violência sexual e de gênero.

O primeiro ponto notável é a introdução do conceito gênero em um instrumento legal internacional. De acordo com o art. 7º, item 3, “entende-se que o termo “gênero” abrange os sexos masculino e feminino, dentro do contexto da sociedade, não lhe devendo ser atribuído qualquer outro significado”. É uma redação fruto de negociação intensa com o Vaticano e os países islâmicos, que reduzem o gênero a uma questão biológica. A expressão “dentro do contexto da sociedade” dá-lhe a perspectiva cultural necessária, embora de forma imprecisa e insuficiente.

Com a criação, no Brasil, da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, em 2003, fortaleceu-se a perspectiva de gênero em todas as políticas públicas.
O conceito de gênero segue em construção. A identidade sexual, antes dicotômica (masculino-feminino), ampliou-se para abranger homossexuais, lésbicas, transexuais, travestis etc., que não se identificam como homens ou mulheres. Hoje se sabe que o suposto sexo biológico e a identidade subjetiva nem sempre coincidem.

Uma das versões mais atuais do conceito de gênero, de Marta Lamas, alude a uma rede de inter-relações e interações sociais que se constroem a partir da divisão simbólica dos sexos. Lamas nega qualquer base biológica e mesmo cultural à noção de gênero. A seu ver, é uma lógica de pensamento, emoções e representação da subjetividade íntima das pessoas.

04 Janeiro
Oportunidade
Conceitos e Aplicabilidades das Medidas Socioeducativas é tema de curso do Capacita
Por Aleine Ferreira

O Curso de Serviço Social da  Faculdade Mauricio de Nassau, unidade de Lauro de Freitas, promove no dia 5 de janeiro, das 18h às 22h, o curso sobre "Conceitos e Aplicabilidades das Medidas Socioeducativas".

As Medidas socioeducativas são medidas aplicáveis a adolescentes autores de atos infracionais e estão previstas no art. 112 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Apesar de se configurarem resposta à prática de um delito, apresentam um caráter predominantemente educativo e não punitivo. Pessoas na faixa etária entre 12 e 18 anos, podendo-se, excepcionalmente, estender sua aplicação a jovens com até 21 anos incompletos, conforme previsto no art. 2º do ECA. O Juiz da Infância e da Juventude é o competente para proferir sentenças socioeducativas, após análise da capacidade do adolescente de cumprir a medida, das circunstâncias do fato e da gravidade da infração. A execução das medidas socioeducativas de prestação de serviços à comunidade (PSC), liberdade assistida (LA), semiliberdade e internação é de responsabilidade da Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal, por meio da Subsecretaria do Sistema Socioeducativo. 

No âmbito da Justiça, compete à Vara de Execução de Medidas Socioeducativas acompanhar e avaliar, constantemente, o resultado da execução das  medidas, bem como inspecionar os estabelecimentos e os órgãos encarregados do cumprimento das medidas socioeducativas, além de promover ações para o aprimoramento do sistema de execução dessas medidas.

ADVERTÊNCIA (ART. 115 DO ECA)

O que é: uma repreensão judicial, com o objetivo de sensibilizar e esclarecer o adolescente sobre as consequências de uma reincidência infracional. 

Responsável pela execução: Juiz da Infância e da Juventude ou servidor com delegação para tal.

OBRIGAÇÃO DE REPARAR O DANO (ART. 116 DO ECA)

O que é: ressarcimento por parte do adolescente do dano ou prejuízo econômico causado à vítima. 

Responsável pela execução: Juiz da Infância e da Juventude ou equipe interprofissional da Vara, por delegação.

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS À COMUNIDADE (ART. 117 DO ECA)

O que é: realização de tarefas gratuitas e de interesse comunitário por parte do adolescente em conflito com a lei, durante período máximo de seis meses e oito horas semanais. 

Responsável pela execução: Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal, por meio do trabalho desenvolvido nas Unidades de Atendimento em Meio Aberto (UAMAs), com apoio das instituições parceiras.

LIBERDADE ASSISTIDA (ARTS. 118 E 119 DO ECA)

O que é: acompanhamento, auxílio e orientação do adolescente em conflito com a lei por equipes multidisciplinares, por período mínimo de seis meses, objetivando oferecer atendimento nas diversas áreas de políticas públicas, como saúde, educação, cultura, esporte, lazer e profissionalização, com vistas à sua promoção social e de sua família, bem como inserção no mercado de trabalho. 

Responsável pela execução: Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal, por meio do trabalho desenvolvido nas Unidades de Atendimento em Meio Aberto (UAMAs). 

SEMILIBERDADE (ART. 120 DO ECA)

O que é: vinculação do adolescente a unidades especializadas, com restrição da sua liberdade, possibilitada a realização de atividades externas, sendo obrigatórias a escolarização e a profissionalização. O jovem poderá permanecer com a família aos finais de semana, desde que autorizado pela coordenação da Unidade de Semiliberdade. 

Responsável pela execução: Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal, por meio do atendimento realizado pelas Unidades de Atendimento em Semiliberdade.

INTERNAÇÃO (ARTS. 121 A 125 DO ECA)

O que é: medida socioeducativa privativa da liberdade, adotada pela autoridade judiciária quando o ato infracional praticado pelo adolescente se enquadrar nas situações previstas no art. 122, incisos I, II e III, do ECA. A internação está sujeita aos princípios de brevidade, excepcionalidade e respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. A internação pode ocorrer em caráter provisório ou estrito.

Responsável pela execução: Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal, por meio das Unidades de Internação.

De todas as sentenças proferidas pelos juízes da Vara da Infância e da Juventude e da Vara Regional de Atos Infracionais da Infância e da Juventude cabe apelação (recurso de sentença) no prazo de 10 dias, juntamente com a apresentação das razões.

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