Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
04 Dezembro
Curiosidades
Profissão Fisioterapeuta
Por Carla Pequeno

A profissão de Fisioterapeuta é regulamentada no Brasil. Além do diploma de bacharel em Fisioterapia, o profissional deve obter um registro no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito) para atuar nesta área.

O fisioterapeuta é quem cuida da recuperação de pacientes no que diz respeito a biomecânica do corpo. 

Ele atua tanto na prevenção como na recuperação de lesões musculares, neurológicas, pulmonares, bem como cuida do bem estar físico e mental dos indivíduos.

Antes de definir como serão realizadas as sessões de fisioterapia, o profissional deve realizar um diagnóstico fisioterapêutico. 

Para isso, analisa exames e laudos médicos, além de observar os movimentos do paciente e identificar os possíveis pontos de problemas.

O mercado de atuação do Fisioterapeuta é amplo devido as diferentes áreas que esse profissional pode atuar (terapia intensiva, saúde da mulher, Traumato- Ortopedia, Dermatofuncional, Neurologia, Respiratória, Sexualidade, Práticas Integrativas (Acupuntura, Auriculoterapia, entre outras).

O Fisioterapeuta pode atuar em: Hospitais, Postos de Saúde, nos ambientes de trabalho (saúde do trabalahdor), domicílio, clinicas e no desporto.

Existem diversas possibilidades para atuação desse profissional, o campo é amplo FAÇA VOCÊ TAMBÉM PARTE DESSE TIME.

A UNINASSAU tem proporcionado de forma ativa, com compromisso e envolvimento no percurso academico de seus discentes. 

 

 

24 Maio
Curiosidades
Morcegos: entre verdades e mitos
Por Emanuel Filho

Morcegos: entre verdades e mitos.

Os morcegos são os únicos mamíferos com capacidade de voar, pertencem a Ordem Chiroptera e são considerados os animais mais rodeados de mitos e lendas dentre os mamíferos, o que não lhes dá uma imagem carismática à maioria das pessoas. O interesse da humanidade pelos morcegos aparece desde a antiguidade, principalmente por alguns aspectos de sua própria biologia como: o hábito noturno, dormir de cabeça para baixo e ter representantes hematófagos (morcegos que se alimentam de sangue). Não é estranho ver morcegos na mídia (TV, livros, filmes, desenhos animados) associados a personagens macabros, obscuros ou com características maléficas como bruxas, vampiros, animais sanguinários e assassinos. Além disso, quando as características reais do animal são expostas não é raro ver essas características vinculadas apenas ao risco de transmissão de algum patógeno. Por terem uma visão distorcida por grande parte da sociedade e por serem animais de pouca proximidade com humanos o medo e o pânico são muito frequentes, acarretando desta forma no extermínio indiscriminado de morcegos que aparecem em residências ou de colônia inteiras, podendo impactar diretamente a população de algumas espécies menos abundantes.

Os morcegos representam uma fauna rica e diversificada compreendendo mais de 1120 espécies e 202 gêneros no Mundo, ocorrem em praticamente todos os biomas terrestres, limitando-se apenas a grandes altitudes, nos polos e em algumas ilhas oceânicas. No Brasil, representam a segunda maior ordem de mamíferos com 182 espécies e desse total apenas três se alimentam de sangue. Estes animais possuem uma grande importância do ponto de vista ecológico, econômico e médico-sanitário:

  1. Participam efetivamente no controle das populações de pequenos invertebrados, principalmente os insetos, muitos dos quais são prejudiciais ao homem como as pragas agrícolas, urbanas e vetoras de agentes zoonóticos;
  2. São eficientes na dispersão de sementes, atuando na regeneração de áreas degradadas;
  3. Atuam na polinização das flores, permitido a frutificação de várias plantas;
  4. Algumas espécies são consideradas bioindicadoras da qualidade do hábitat, atuando como um termômetro que mede o estado de conservação de uma determinada área;
  5. E a sua elevada riqueza, abundância e facilidade de captura são excelentes ferramentas em estudos de biodiversidade;
  6. Atuam como um dos principais reservatórios silvestre do vírus da Raiva, seja no ambiente natural ou urbano.

Por atuarem no ciclo epidemiológico da Raiva os morcegos muitas vezes são vistos como vilões. É importante frisar que não há vilões quando falamos sobre ciclos de transmissão de patógenos. Agentes patogênicos (vírus, protozoários, bactérias ou fungos) também possuem sua importância no equilíbrio ecossistêmico, uma vez que controlam a população de seres vivos dos mais diversos táxons, seja planta ou animal.  Tratando-se dos morcegos, por algumas espécies possuírem hábito de hematofagia, facilitando a transmissão do vírus da raiva, esses animais acabam ficando estigmatizados como animais atrelados a maleficência. Nem todo os morcegos estão infectados com o vírus da Raiva logo, só o indivíduo infectado é capaz de transmitir o vírus.

ATENÇÃO! Morcegos são animais silvestres e independente de sua condição de saúde NÃO devem ser manuseados por pessoas não capacitadas.

A espécie Desmodus rotundus, conhecida popularmente como “morcego vampiro comum” possui o habito de se alimentar do sangue de mamíferos de grande porte como bovinos, equinos e caprinos. Quando infectada pelo vírus da Raiva essa espécie acaba impactando a criação de animais de criação, sendo vista como vilã por criadores. O fato é que, as populações animais crescem de acordo com a demanda de alimento. Uma vez que cavernas, furnas e florestas são devastadas para dar lugar ao agronegócio as presas naturais dos morcegos hematófagos acabam sendo extintas localmente. Em compensação grandes populações de bovinos e caprinos surgem na mesma área proporcionando alimento suficiente para a ampliação populacional desses animais. Casos de ataques a humanos são raros e normalmente estão associados a distúrbios ambientais.

                PRESERVE! A NATUREZA É UM SISTEMA QUE PRECISA DE EQUILÍBRIO E TODO SER VIVO É IMPORTANTE NESSE SISTEMA.

Fontes externas: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=1455

Saiba mais sobre os morcegos acessando:

Sociedade Brasileira para o Estudo de Quirópteros: https://www.sbeq.net/

Casa dos Morcegos: https://casadosmorcegos.wordpress.com/

 

Emmanuel Messias Vilar – Pesquisador na área de Eco-epidemiologia da raiva em morcegos de áreas urbanas.

Professor de Bioestatística do curso de medicina Veterinária da Uninassau João Pessoa.

15 Março
MATÉRIA
Mistérios de ser macho ou fêmea
Por Sueli Maria

Quando o biólogo Thiago Gazoni examinou pela primeira vez os cromossomos da rã conhecida como jia-da-floresta (Leptodactylus pentadactylus), durante o mestrado, que concluiu em 2011 na Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Rio Claro, não contava registrar o vertebrado com o maior número de cromossomos sexuais já encontrado, conforme descreveu em artigo publicado no final de janeiro no site da revista Chromosoma: são 12 desses pacotes de DNA que, nessa espécie, se organizam em forma de anel durante a divisão celular, como se dançassem uma ciranda. É um sistema muito distante do X e do Y que determinam se uma pessoa é homem ou mulher. O recordista anterior era o ornitorrinco, com 10 cromossomos sexuais.

Confira a matéria completa aqui.

15 Março
MATÉRIA
O Brasil está preparado para enfrentar a febre amarela?
Por Sueli Maria

A Professora Associada do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Marta Heloisa Lopes, lembra que o Brasil é o maior produtor mundial de vacina de febre amarela e, diferente do que aconteceu na África, em 2016, estamos enfrentando um surto de febre amarela silvestre, e não urbana. “Temos condições e estamos desenvolvendo, em São Paulo, estudos mapeando a progressão do vírus e antecipando a vacinação em áreas de risco, antes da entrada do vírus nessas áreas. Estão sendo vacinadas pessoas que vivem ou se dirigem às áreas de mata, rurais e periurbanas, onde há possibilidade de circulação dos vetores silvestres de transmissão”, esclarece. Ainda segundo a especialista, é inegável que existam problemas nos serviços públicos de saúde, entretanto há equipes dedicadas e compromissadas que trabalham incansavelmente: tanto na prevenção, quanto no atendimento dos casos de doença. “Estamos introduzindo novas modalidades terapêuticas, como os transplantes hepáticos, e testando drogas antivirais. Temos muitas dificuldades, mas estamos enfrentando o atual surto de febre amarela silvestre brasileira”, acrescenta.

Confira a matéria completa aqui.