Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
02 Agosto
PROGRAMA
Empreenda Santander 2K17 – evolução dos Prêmios Santander Universidades
Por Ivana Santos

 
Programa é voltado para universitários, startups e universidades que gostariam de apoiar microempreendedores. Além do apoio em dinheiro, os melhores projetos receberão mentorias para acelerar o negócio, além de bolsas de estudo.
 
Inscrições estão abertas até 04 de setembro, confira e participe!
 
Segue informações em anexo de como participar!
 
 
 
 
 
 

02 Agosto
PROGRAMA
Santander Universidades e Superplayer lançam concurso de bandas
Por Ivana Santos

Interessados podem ser inscrever até 04 de setembro. A banda vencedora gravará um EP musical, com até cinco músicas, em um estúdio profissional.
 
Vitoriosos também se apresentarão na Cerimônia de Premiação do Empreenda Santander 2K17 e terão suas músicas disponibilizadas no Superplayer.
 
Segue em anexo informações sobre como concorrer

01 Agosto
EVENTO
III Colóquio Educação para a Diversidade ano 2017
Por Denise Rocha

O III Colóquio Educação Para Diversidade será realizado dia 08 de agosto,  no CAB, das13 às 17h.

As incrições podem ser feitas com os líderes das turmas da Faculdade UNINASSAU. Atenção: Vagas Limitadas!!!

01 Agosto
Lauro de Freitas
A importância das Inteligências Interpessoal, Emocional e Espiritual para o Desenvolvimento Pessoal e Profissional
Por Denise Rocha

Muitas são as competências necessárias no mundo atual. Diversas e grandes transformações vêm ocorrendo de forma tão veloz que muitas vezes temos a sensação que estamos desenquadrados. No início do século passado e no decorrer de muitos anos, o ser humano era visto pelas empresas apenas como um fator de produção. Já nos meados do mesmo século, as empresas começaram a trabalhar as relações humanas e consideraram o ser humano como um dos seus recursos organizacionais e não mais como um “apêndica de máquina”. Hoje, na era do informação e do conhecimento, onde muitas atividades passaram a ser ser automatizadas e realizadas pelos robôs, as organiações necessitam de pessoas com grandes conhecimentos e talentos, com as habilidades necessárias e principalmente com atitudes e valores condizentes ao novo cenário.

Nesse contexto, seja na vida pessoal ou na vida profissional, lidamos com situações adversas e conflituosas. Nesse sentido, é valioso conhecer como podemos manter o equilíbrio, receber críticas por vezes nada favoráveis, olhar o nosso próximo com mais empatia e compassividade, enfim como podemos ter e manter um relacionamento interpessoal saudável. O profissional, seja de que área for, vai lidar com pessoas nos diversos segmentos, e por isso conhecer o ser humano é um dos fatores determinantes para resultados de sucesso.

O primeiro passo é o seu próprio desenvolvimento para que a partir daí possa entender e reagir adequadamente nas interações com os outros, com a sociedade e com o mundo.

Para melhor entender o processo que envolve essas competências, é importante passar pela inteligência intrapessoal e interpessoal, pela inteligência emocional e pela inteligência espiritual para que se possa aprender a lidar melhor consigo mesmo e com os diversos pares no convívio social e profissional.

Somos um ser integral, o que significa que temos um corpo físico, um corpo mental, um corpo emocional e um corpo espiritual. Se um não está bem, afeta todos os demais. Se deixamos cada um isolado no seu canto, pode gerar uma desintegração desse ser integral até fazer com que nos percamos de nós mesmo.

Baseado nesses pressupostos, foi desenvolvido na disciplina de Desenvolvimento Pessoal e Empregabilidade, nos cursos de Pedagogia e Serviço Social, seminários com esses temas, o que levou aos alunos refletirem sobre si mesmos e sobre a sua relação com o outro. Foram trabalhadas a resiliência, a auto-estima, a comunicação assertiva a nível itrapessoal, interpessoal e emocional. A nível espiritual, foi trabalhado o olhar para fora de si mesmo e a visão de quem mais pode ser beneficiado com o trabalho que cada um executa e  qual o propósito de vida individual que vai se propagar para além de si. 

Ressalto o trabalho de inteligência espiritual do primeiro semestre de Pedagogia Matutino onde por meio da dramatização, da música e da dança trouxe de forma admirável o tema inteligência espiritual, tema esse muito recente nas organizações e ainda desconhecidos por muito. A princípio associa-se esse tema à religião, depois com o aprendizado se vê que nada tem a ver com a religião e som com valores, com a capacidade de ser solidário, com o servir e com o propósito.

As demais equipes de todas as turmas também apresentaram com criatividade e competência o que enriqueceu muito a disciplina.

O evento foi um seminário apresentando em sala de aula para a disciplina que acontece no 1° semestre do curso, no final do semestre de 2017.1 como um dos requisitos para aprovação na disciplina: Desenvolvimento Pessoal e Empregabilidade. Realizado pela turma com oientação da Professora da Disciplina Daisy Jardim. 

Por Professora Mestre Daisy Therezinha de Almeida Kraychete Jardim

 

31 Julho
Matéria
Você conhece as vogais?
Por Denise Rocha

Você, leitor amigo, sabe quantas são as vogais? Se você respondeu 5, errou! Isso mesmo! 5 são os grafemas que as representam: A, E, I, O, U. Mas não existem apenas 5 vogais. Para desvendar esse mistério, primeiro é necessário saber o que faz uma letra ser considerada vogal ou consoante. Então vamos lá! Vogais são sons que possuem livre passagem de ar pela boca. E consoantes são o grupo de sons que têm essa passagem de ar obstruída. Assim, se a vogal [a] pode ser proferida indefinidamente (algo como aaaaaaaaaaaaa...), o mesmo não acontece com o [b], o [p] e o [m], por exemplo, que são consoantes bilabiais oclusivas, cujo som se dá apenas quando abrimos a boca e descolamos os lábios...

Não nos alonguemos! Deixemos as consoantes de lado e voltemos às vogais! Quantas são, afinal?! Para muitos estudiosos no assunto, são 7. São elas: [a], [Ɛ], [e], [i], [ɔ], [o], [u]. [Ɛ] se lê “é”, como na palavra “pé”. E o [e] se lê “ê”, como na palavra “carnê”. Da mesma forma, [ɔ] se lê “ó”, como “vovó”. E [o] se lê “ô”, como “vovô”.

No entanto, outros pesquisadores entendem que são 12! Sim, isso mesmo, 12! Porque além daquelas já citadas acima, acrescentam-se [ɐ̃], [ẽ], [ĩ], [õ], [ũ], ou seja, as vogais nasais. No entanto, aqueles que defendem a teoria de que são apenas 7 vogais argumentam que essas últimas não apresentam uma livre passagem de ar, já que utilizam o nariz. Os que defendem 12 rebatem afirmando que embora utilizem o nariz, a nasalização não interfere na passagem de ar pela boca. E você? O que acha? São 7 ou 12 as vogais?

 

Por Professor Doutor Gabriel da Cunha Pereira

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28 Julho
REMATRÍCULA
Renovação de matrícula foi prorrogada até dia 15
Por Alan Magalhães

Comunicamos que o período de renovação de matrícula via Portal Acadêmico para os alunos veteranos foi prorrogado até o dia 15/08/2017. 
 
OBS: Até esta data não será cobrada taxa de retardatário!

27 Julho
Comentário
As dificuldades da formação universitária
Por Denise Rocha

Durante muitas décadas ingressar no ensino superior e concluir uma graduação foi o sonho de muitos jovens e adultos brasileiros. Fosse para ingressar ou ter novas oportunidades no mercado de trabalho, o número de vagas em faculdades e universidades era bastante restrito até meados dos anos 2000.

Com a ampliação de programas de financiamento estudantil, como o Fies, criação do ProUni e a autorização de funcionamento para mais instituições privadas, o sonho do acesso ao ensino superior se tornou realidade para milhares de estudantes. As barreiras de acesso deixavam de ser intransponíveis. No entanto, apesar da facilitação da entrada nas IES, outro problema surgiu: as dificuldades para a formação universitária.

Uma pesquisa realizada no Instituto de Psicologia da USP mostrou que estudantes oriundos de escolas públicas que conseguem ingressar em uma universidade privada apresentam dificuldades para se manter no curso, mesmo quando recebem bolsas de estudo. O estudo revelou, ainda, que as dificuldades de universitários egressos da rede pública não se resumiam ao vestibular e acompanham os estudantes por toda a graduação. Isso ocorreria tanto por questões financeiras, como pelo baixo conteúdo educacional adquirido desde o ensino básico, fato que prejudica os universitários no acompanhamento do curso.

O início da graduação, seja ela através das instituições públicas ou privadas, faz o aluno entrar em um novo universo de conhecimentos. O período da formação inicial é essencial para consolidar uma base sólida de saberes que os futuros profissionais deverão possuir até o findar desta formação. Contudo, muitos fatores acabam prejudicando a qualidade desta formação inicial acarretando problemas na continuidade dos estudos.

Talvez, a mais clara das dificuldades esteja na formação do estudante de escola pública, que é permeada por características peculiares a esse tipo de ensino. Dentre os principais problemas, destacam-se a falta de estrutura e recursos, a desmotivação dos professores por conta dos baixos salários e o desinteresse dos alunos, seja pelo cansaço físico ou pela falta de perspectivas para o futuro.

Não obstante, o distanciamento entre as escolas e a universidade, e a falta de divulgação das oportunidades existentes fazem a conclusão do ensino superior uma realidade distante para a maioria desses estudantes. O que seria preciso fazer para mudar esta realidade?

Além de medidas conjuntas entre o governo e as universidades que fomentam a educação, tanto básica como superior, outras políticas públicas precisam caminhar junto às educacionais a fim de que, ao ingressarem no ensino superior, os estudantes egressos de todos os tipos de instituições tenham as mesmas oportunidades.

 

Por Janguiê Diniz 

Janguiê Diniz2016

Diretor presidente da ABMES

Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional

Fonte: https://blog.abmes.org.br/?p=12680

25 Julho
Nassau na Comunidade.
Alunos de Nutrição participam da ação Uninassau na cidade de Camaçari
Por Mercia Barreto

 

Alunos do curso de Nutrição da Uninassau unidade Lauro de Freitas, participaram da ação promovida pela IES no Centro da cidade de Camaçari. A UNINASSAU ofereceu vários serviços gratuitos, entre eles antropometria e orientação nutricional realizados pelos alunos do 6º semestre com a supervisão da professora e Nutricionista Ane Caroline Casaes.

 

 

Confira no link a reportagem da TV Câmara sobre a ação Uninassau na comunidade de Camaçari.

 

 

 

 

 

25 Julho
Calendário
Acompanhe a programação do 2º semestre de 2017
Por Mercia Barreto

   Calendário acadêmico 2017.2.

JULHO
 14 a 29 - Período de Rematrícula, no qual deverão ser solicitados: trancamento, mudança de curso, mudança de turma, mudança de turno e dispensa de disciplina*;
30 e 31 - Período de Matrícula de Retardatário, no qual deverão ser solicitados: trancamento, mudança de curso, mudança de turma, mudança de turno e dispensa de disciplina; 
AGOSTO 
01 e 02 - Encontro Pedagógico;
Início das Aulas; 
25 - Publicação dos Editais de Monitoria e TCC;
28 a 31 – Período para reunião da coordenação de curso com conselho de curso;
31 – Reunião do CONSUP e NDE;
SETEMBRO 
04 a 08 - Período para eleição dos representantes de turma;
07 - Feriado - Independência do Brasil;
12 a 17 - Período para reunião da coordenação de cursos com os representantes de turmas;
OUTUBRO 
04 a 11 - 1ª Avaliação do Semestre;
12 - Feriado - Nossa Senhora Aparecida;
15 - Dia do Professor;
16 a 20 - Oficinas Profissionalizantes;
16 a 31 - Perído para a realização da Autoavaliação Institucional;
23 a 27 - Período para reunião de coordenação conselho de curso;
31- Reunião do CONSU e NDE;
NOVEMBRO 
02 - Feriado Nacional - Finados;
06 a 10 - Período para reunião de coordenação de curso com os representantes de turmas;
15 - Feriado - Proclamação da República;
23 - Feriado - Consciência Negra;
DEZEMBRO
01 a 07 - 2ª Avaliação do semestre; 
08 - Feriado de Nossa Senhora da Conceição; 
11 - 2ª Avaliação do Semestre para as disciplinas EAD/Semipresencial;
12 -  Prazo final para requerer 2ª chamada da 1ª ou 2ª avaliação;
13 a 19 - Semana de revisão / vistas de provas;
13 a 19 - Avaliação 2ª chamada (1ª e 2ª avaliações);
20- Avaliação de 2ª chamada para as disciplinas EAD/Semipresencial;
21 a 27 – Avaliação Final;
25 - Recesso Acadêmico de Natal;
28 - Avaliação Final para as disciplinas EAD/Semipresencial;
29 - Final do semestre letivo.
 
* O pagamento do boleto com desconto, referente a renovação de matrícula, deverá ser efetutado até 05 de julho de 2017. 
 
 
 
DIAS LETIVOS: SEGUNDA-FEIRA A SÁBADO 

 

 

 

Dúvidas, procure a coordenação do seu curso.

25 Julho
Matéria
Dr. Edomar Batista da Cunha fala sobre a DRGE
Por Mercia Barreto

A Doença do Refluxo Gastroesofágico é uma das manifestações clínicas mais comum dentro das doenças que afetam o sistema digestório.

As estatísticas médicas apontam que cerca de 45 a 50% da população ocidental apresentam sintomas que podem estar relacionados com esta disfunção.

Dentre os principais sintomas correlacionados com a DRGE, destacam-se a pirose ou popular "azia", sensação de queimação desde o estômago estendendo-se pelo esôfago e sentindo até garganta e boca, muitas vezes acompanhado de um refluxo do conteúdo gástrico por todo este trajeto. Ainda pode-se manifestar por uma dor retroesternal que irradia-se para o pescoço ou por sensação de uma tosse irritante da garganta ou sensação de "engasgamento", náuseas, vômitos e ainda por afecções respiratórias de repetição, muitas vezes insuspeitas de ligação com um problema do sistema digestório.

Também o desgaste do esmalte dentário e o mau hálito podem estar associados a este quadro clínico. E segundo os especialistas, a DRGE pode ou não estar associada a hérnia de hiato. (I CB - DRGE,2000)

Como Nutricionista e Iridologista, tenho encontrado com muita frequência esta condição em minha prática de consultório, onde com o auxílio da Iridologia é muito fácil de encontrar indícios desta condição, o que, quando já não existe diagnóstico confirmado pelo médico, encaminho ao especialista apenas para a confirmação diagnóstica. E esta disfunção têm em muito afetado a qualidade de vida dos seus portadores, além de, se não tratada, poder evoluir para uma condição mais séria e perigosa, como o Esôfago de Barret e o adenocarcinoma esofágico.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.