Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
23 Março
Arquitetura e Design
Aulas de Reforço 2017.1
Por Lenira de Melo

Atenção, alunos.

Fiquem atentos às aulas de reforço. 

 

 

23 Março
Atualizações
Benefício da Prestação Continuada
Por Ana Almeida

O BPC/LOAS - é o benefício da prestação continuada, é um benefício ASSISTENCIAL, isto é, não precisava contribuir para o I.N.S.S para ter acesso.

Quem pode requerer:

* Idoso - maior que 65 anos de idade e 

* Pessoa com deficiência - de qualquer idade.

Basta isso para ter direito ao benefício? 

NÃO, é necessário que a renda seja INFERIOR a 1/4 per capita de um salário mínimo.

Lembrando que o B.P.C: NÃO gera 13º salário e nem pensão por morte. Por que? É só lembrar que é um benefício ASSISTENCIAL e não PREVIDENCIÁRIO. 

Como requerer:

* Via administrativa: a própria pessoa vai até o posto do I.N.S.S. e preenche formulários e apresenta a documentação e dá a entrada. Lembrando que NÃO PRECISA de terceiros. Por ex.: advogado.

* Via judicial: caso o pedido pela via administrativa seja INDEFERIDO.

A partir de julho de 2016, começaram a ter novas alterações no que diz respeito aos requisitos:

* Obrigatoriamente a pessoa tem que ter o C.P.F e também o CadÚnico.

O S.T.F decidiu que o art. 4º, IV do Decreto nº 6214/07 - família incapaz de prover a manutenção da pessoa com deficiência ou do idoso: aquela cuja renda mensal bruta familiar dividida pelo número de seus integrantes seja inferior a um quarto do salário mínimo. É INCONSTITUCIONAL. Para isso, deixa de ser obrigatório esse pré-requisito.

Alterações:

 REFORMA DA PREVIDÊNCIA – valor: desvinculação do reajuste do LOAS ao salário mínimo, ou seja, o LOAS receberá um índice de atualização anual e não seguirá mais o salário mínimo;

* REFORMA DA PREVIDÊNCIA – idade: A proposta prevê que a idade mínima do BPC suba um ano a cada dois anos.

O benefício pode ser pago a mais de um membro familiar.

Preso recolhido NÃO recebe o benefício.

Revisão a cada 2 anos para verificar se os requisitos que deram origem ao benefício ainda estão presentes.

Para completar leia o Decreto na íntegra: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6214.htm

 

23 Março
Informação
Engenharia Elétrica: carreira e mercado de trabalho
Por Paulo Aliberto

A Carreira em Engenharia Elétrica

 

Atualmente é difícil imaginarmos nossa vida sem energia elétrica. Ligar um interruptor de luz, assistir televisão, fazer uma ligação pelo celular ou guardar comida na geladeira, todas essas ações dependem do trabalho do engenheiro elétrico, ou engenheiro eletricista.

O engenheiro elétricista é responsável por planejar, construir e manter sistemas capazes de gerar, transmitir e distribuir energia elétrica. Seu objetivo é levar energia elétrica a toda a população de forma segura e com qualidade.

Ele pode atuar em diferentes áreas, como por exemplo:

  • • Construção Civil – Atua na projeção dos circuitos elétricos necessários para a construções ou reformas e define os materiais a serem utilizados. Elabora plantas de indústrias de geração de energia.
  • • Automação – Planeja e desenvolve estruturas de automação elétrica para indústrias. Faz adaptações na planta elétrica de edifícios para comportarem sistemas automatizados.
  • • Fornecimento de Energia Elétrica – Atua na criação de hidrelétricas, usinas eólicas e solares. Define o dimensionamento de turbinas e contribui em sistemas de armazenamento e redes de transmissão.
  • • Telecomunicações – Atua na construção de sistemas de telefonia e de transmissão de dados. Contribui no processo de fabricação de aparelhos de telefonia.
  • • Eletroeletrônica – Participa do desenvolvimento de sistemas e componenetes eletrônicos. Cria placas eletrônicas que garantem o funcionamento de vários equipamentos de uso doméstico ou industrial.

Para exercer a profissão, além de diploma superior em uma instituição de ensino credenciada pelo MEC, o engenheiro precisa obter um registro no CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) de seu estado.

Mercado de trabalho para quem faz Engenharia Elétrica

 

O mercado de trabalho para engenheiros elétricistas está aquecido. Grandes obras de infraestrutura, a expansão da área de telecomunicações e investimentos em energia renovável têm contribuído para a crescente demanda por profissionais na área de Engenharia Elétrica.

Algumas das empresas que mais contratam este profissional são:

  • • Usinas
  • • Subestações
  • • Linhas de Transmissão
  • • Empresas de Telecomunicações
  • • Construtoras
  • • Indústrias que fabricam sistemas elétricos e de automação

Um engenheiro elétricista pode trabalhar em órgãos públicos (como secretarias, ministérios e instituições municipais, estaduais e federais) e também na iniciativa privada.

 

Nenhuma Engenharia constrói caráter, mas com caráter se faz os melhores engenheiros.

 

Jordan Lucas.

 

 

 

Para ler a matéria na íntegra clique aqui

 

 

23 Março
Inscrições
I Concurso de júri simulado da ESA-PE
Por soraya.nunes

Informamos que será realizada a seleção de seis alunos, matriculados nos 9º´s e 10º´s períodos, que tenham participado da atividade do Júri Simulado em semestres anteriores, para participarem do I CONCURSO DO JÚRI SIMULADO DA ESCOLA SUPERIOR DE ADVOCACIA PROF. RUY ANTUNES.

Os interessados deverão proceder a inscrição na recepção do NPJ até 05.04.2017, no horário das 8:00 às 20:00h.

Os inscritos serão selecionados através de entrevista que será realizada na sala 101 do Bloco F, no período de  04.04.2017 até 07.04.2017, no horário das 15:00 às 16:00h, por ordem de chegada.

 

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23 Março
Data
08 de Março dia de luta, dia da mulher!
Por Ana Almeida

No dia 08 de março foi comemorado o Dia da Mulher, diversos veículos midiáticos noticiaram esse dia. Um dia para ser lembrado, dia de consciência, é um dia de luta.

No dia 08 de março, a Unidade Nassau Aracaju comemorou o dia da Mulher com uma palestra sobre Igualdade de gênero ministrada pela profª mestre Miraci Correia, professora do curso de Serviço Social, o auditório estava lotado com a presença dos alunos de Serviço Social e Pedagogia, bem como a participação dos docentes dos referidos cursos.
O Dia da Mulher é marcado pelas conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo dos anos, sendo adotado pela Organização das Nações Unidas e, consequentemente, por diversos países. 
Panorama histórico do Dia Internacional da Mulher
As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento. 
Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período. 
O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.
Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações. 
Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto conhecido como "Pão e Paz" - que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.
Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o "8 de março" foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.
"O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países", explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).
No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.
No dia 08 de março, a Unidade Nassau Aracaju comemorou o dia da Mulher com uma
palestra sobre Igualdade de gênero ministrada pela Profª Mestre Miraci Correia, professora
do Curso de Serviço Social. O auditório 'cou repleto com a presença dos alunos de Serviço
Social e Pedagogia, bem como a participação dos docentes dos referidos cursos.
Acesse o link: http://www.uninassau.edu.br/noticias/igualdade-de-genero-e-tema-de-
palestra-no-dia-da-mulher
No dia 08 de março, a Unidade Nassau Aracaju comemorou o dia da Mulher com uma
palestra sobre Igualdade de gênero ministrada pela Profª Mestre Miraci Correia, professora
do Curso de Serviço Social. O auditório 'cou repleto com a presença dos alunos de Serviço
Social e Pedagogia, bem como a participação dos docentes dos referidos cursos.
Acesse o link: http://www.uninassau.edu.br/noticias/igualdade-de-genero-e-tema-de-
palestra-no-dia-da-mulher
No dia 08 de março, a Unidade Nassau Aracaju comemorou o dia da Mulher com uma
palestra sobre Igualdade de gênero ministrada pela Profª Mestre Miraci Correia, professora
do Curso de Serviço Social. O auditório 'cou repleto com a presença dos alunos de Serviço
Social e Pedagogia, bem como a participação dos docentes dos referidos cursos.
Acesse o link: http://www.uninassau.edu.br/noticias/igualdade-de-genero-e-tema-de-
palestra-no-dia-da-mulher
No dia 08 de março, a Unidade Nassau Aracaju comemorou o dia da Mulher com uma
palestra sobre Igualdade de gênero ministrada pela Profª Mestre Miraci Correia, professora
do Curso de Serviço Social. O auditório 'cou repleto com a presença dos alunos de Serviço
Social e Pedagogia, bem como a participação dos docentes dos referidos cursos.
Acesse o link: http://www.uninassau.edu.br/noticias/igualdade-de-genero-e-tema-de-
palestra-no-dia-da-mulherNo dia 08 de março, a Unidade Nassau Aracaju comemorou o dia da Mulher com uma
palestra sobre Igualdade de gênero ministrada pela Profª Mestre Miraci Correia, professora
do Curso de Serviço Social. O auditório 'cou repleto com a presença dos alunos de Serviço
Social e Pedagogia, bem como a participação dos docentes dos referidos cursos.
Acesse o link: http://www.uninassau.edu.br/noticias/igualdade-de-genero-e-tema-de-
palestra-no-dia-da-mulher

23 Março
Evento
Professores e alunos do curso de Pedagogia convidam para lançamento de Livro neste sábado (25)
Por Maria Lindalva

O curso de Pedagogia da Faculdade Mauricio de Nassau-Unidade FAP Teresina tem a honrar de convidar nossa comunidade acadêmica e a sociedade teresinense em geral para o lançamento dos livros  "INTERFACES DA EDUCAÇÃO: discussões e análises", e "EDUCAÇÃO EM MOVIMENTO: percorrendo velhas trilhas, produzindo novos passos", organizados pelas professoras Maria Gessi-Leila Medeiros e Lílian Fabiana Ribeiro Nascimento. 

Nesta obra, os leitores encontrarão pontos de chegada e/ou chaves de leitura de diferentes temáticas que, certamente, subsidiarão elementos para novos pontos de partida, fundamentados por recortes de tempo e de espaço que, porventura, poderão desenvolver, dando rumos para novas pesquisas.

O lançamento será realizado dia 25/03 - sábado - às 18h 30- na Livraria Anchieta, Av. Nossa Senhora de Fátima. Contamos com sua presença!

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23 Março
Atividade
Estudantes do curso de Pedagogia Unidade -FAP Teresina realizam recreação e atividades lúdicas para crianças no Hospital dos Olhos Francisco Vilar (HOFV)
Por Maria Lindalva

Alunas do curso de Pedagogia da Faculdade Maurício de Nassau estão desenvolvendo, no Espaço Infantil das unidades Centro e Jóquei do Hospital dos Olhos Francisco Vilar, atividades recreativas como danças, pinturas e leituras de obras infantis junto às crianças que estão em atendimento.

Nossas alunas acompanham as atividades, que são desenvolvidas para as crianças que aguardam atendimento nas unidades. Segundo a acadêmica Gleciane Silva, as recreações duram em torno de quatro horas por dia. “A proposta é oferecer um momento de diversão e de educação. Mesmo que a espera no atendimento seja baixa, as crianças costumam ficar muito cansadas, por isso que promovemos essas atividades mais educativas para que elas se distraiam e aproveitem melhor esse espaço”, disse a estudante.

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23 Março
Evento
Conversa de Engenheiro
Por Claudio Vasconcelos

A UNINASSAU promoveu uma Conversa de Engenheiro
O evento teve como objetivo mostrar as novas tendências na construção civil com uso do aço
 
A UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, juntamente com a coordenação de engenharia civil, está promovendo a Conversa de Engenheiro. O evento foi realizado  no dia 22 de março, as 19h.
 
 O convidado para apalestra foi  Djaniro Álvaro de Souza, engenheiro da Gerdau, que falou sobre Sistema Construtivo em Aço. A conversa teve como objetivo proporcionar um momento de diálogo para os futuros profissionais e apresentar as novas tendências na construção civil com uso do aço.
 
Para ler a matéria na íntegra clique aqui. 

23 Março
Dia Internacional da Mulher
Palestra: DSTs na gravidez - Clínica Luiza Coelho
Por Vania Alice

O evento promovido pelo curso de Fisioterapia da Faculdade Maurício de Nassau sob a supervisão da professora Jacqueline Maranhão, em visita à clínica Luiza Coelho, acompanhada de alunos do curso de Fisioterapia baseou-se em prestar esclarecimentos acerca das doenças sexualmente transmissíveis, DSTs, durante o período gestacional. Elas podem surgir antes ou durante a gravidez e prejudicar a saúde da mãe e do bebê, trazendo complicações como parto prematuro, aborto, baixo peso ao nascer e atraso no desenvolvimento. Os sintomas variam de acordo com o tipo de infecção apresentada, mas normalmente surgem feridas na região genital e coceira. O tratamento deve ser feito de acordo com a causa da doença, mas normalmente são utilizados medicamentos antibióticos e antivirais, sob indicação do obstetra.

Mudanças físicas e psicológicas marcam a mulher durante o período de gestação. Apesar de ser considerado um momento mágico para muitos, não tem como negar que, muitas vezes, essas mudanças vêm acompanhadas de deconfortos e limitações, que impedem a mulher de levar uma vida totalmente igual à anterior. E após o parto, os cuidados com o bebê também exigem mais do corpo da mãe, que acrescentará novas atividades ao seu cotidiano, como trocar fraldas e dar banho. Durante esse período, o útero passa por um processo de expansão, gerando uma curvatura nos ossos e, principalmente, na lombar e no quadril. A coluna sofre o impacto causado pela expansão da barriga, causando uma desarmonia das cadeias musculares. Essas cadeias passam por duas alterações: a posterior fica sob estresse de tensão muscular constante e a anterior, sofre processo de estiramento. Essas mudanças podem ocasionar frouxidão dos ligamentos vertebrais, rotação das vértebras e pinçamento de nervos. Por isso, apesar de pouco divulgada, a fisioterapia na gravidez exerce um papel importante em cada fase da gestação, sempre visando a promoção da saúde e do bem-estar da mulher. A fisioterapia pré-natal, por exemplo, prepara o corpo da mulher para dois momentos: o pré e o pós-parto, prevenindo, tratando e reabilitando possíveis disfunções, desconfortos, dores ou lesões. Assim, a fisioterapia oferece: exercícios de alongamento e fortalecimento de determinados músculos; exercícios aeróbicos; conscientização corporal; melhora na circulação sanguínea, correção da postura e exercícios de relaxamento. Como resultado, as futuras mamães sentem alívio durante momentos como cãimbras, inchaço, falta de ar e dores na coluna vertebral e na pélvis, além de ficar mais preparada para o parto.

Os cuidados com o assoalho pélvico também são importantes, pois ele é formado por um conjunto de tecidos de revestimento que fecha a cavidade inferior da pelve (músculos, ligamentos e fáscias). Essas estruturas são as responsáveis pela sustentação de órgãos como útero, reto e bexiga e controlam a urina, as fezes e a atividade sexual. Então, caso a mãe apresente disfunções urinárias, por exemplo, os exercícios da fisioterapia são bastante indicados. Na fase chamada de PUERPÉRIO, que é o período que decorre desde o parto até que os órgãos genitais e o estado geral da mulher voltem às condições anteriores à gestação, a fisioterapia também é imprescindível.

É função do fisioterapeuta avaliar os músculos do assoalho pélvico, focando na sua coordenação, tônus, resistência e força. Caso haja algum problema, é ele quem promove a sua reabilitação.

 

 

23 Março
Palestra
O que é a CIF?
Por Vania Alice

A palestra que tratou do tema "Classificação Internacional de Funcionalidade", Incapacidade e Saúde (CIF) aconteceu no auditório da Faculdade Maurício de Nassau. O objetivo geral da classificação é proporcionar uma linguagem unificada e padronizada assim como uma estrutura de trabalho para a descrição da saúde e de estados relacionados a mesma. A classificação define os componentes da saúde e alguns componentes do bem-estar relacionados com a saúde (tais como educação e trabalho).

Os domínios contidos na CIF podem, portanto, ser considerados como domínios da saúde e domínios relacionados com a saúde. A CIF pertence à “família” das classificações internacionais desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para aplicação em vários aspectos da saúde. A família de classificações internacionais da OMS proporciona um sistema para a codificação de uma ampla gama de informações sobre saúde (e.g. diagnóstico, funcionalidade e incapacidade, motivos de contato com os serviços de saúde) e utiliza uma linguagem comum padronizada que permite a comunicação sobre saúde e cuidados de saúde em todo o mundo, entre várias disciplinas e ciências.