Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
22 Maio
Atenção
II Enpejud: contribuições podem ser enviadas até 31 de maio
Por Arykoerne Lima

 Graduandos, pós-graduandos e operadores do Direito têm até o dia 31 de maio para inscrever seus artigos no II Encontro de Pesquisas Judiciárias (Enpejud). O prazo para submissão dos artigos foi prorrogado nesta quinta-feira (4), por meio de edital publicado no Diário da Justiça Eletrônico.  

    O tema do Enpejud neste ano será “Decisão judicial: processo decisório e precedentes”. O evento científico, realizado pela Escola Superior da Magistratura de Alagoas (Esmal), acontece no segundo semestre de 2017, em Maceió. 

    O encontro busca problematizar e sugerir soluções para o cenário vivenciado pelo Poder Judiciário e, por conseqüência, por toda a comunidade jurídica. Os textos submetidos devem se adequar a uma das seguintes áreas de concentração: 1) Hermenêutica e Argumentação Jurídica, Direito Constitucional e Direito Administrativo; 2) Direito Financeiro, Direito Tributário e Processo Tributário; 3) Direito Civil e Direito Processual Civil; 4) Direito Penal, Processo Penal e Execução Penal; 5) Administração Judiciária.

    Os autores dos dez artigos que obtiverem as maiores pontuações durante o II Enpejud receberão como prêmio a participação,  pelo prazo de seis meses, nos cursos ofertados pela Esmal que desejarem, exceto naqueles exclusivos para magistrados e servidores do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL). 

    Para submeter artigos, os pesquisadores devem acessar o site do Encontro e realizar o cadastro. Os textos devem ser inéditos e obedecer às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Cada artigo pode ser escrito por até dois autores.

    Os artigos submetidos serão avaliados por, pelo menos, dois professores que não terão acesso aos nomes dos autores, método que pretende minimizar a subjetividade da análise. 

   Todas as normas acerca da submissão de artigos podem ser consultadas no edital de lançamento do II Enpejud, disponível neste link. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (82) 2126.5350.

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22 Maio
Atividade
Estudantes de Jornalismo fazem visita ao Sistema Paraíba de Comunicação
Por Renata Parente

Por Lucas Fernandes (estudante do 3º período de Jornalismo)

Os alunos do terceiro período do curso de jornalismo da Faculdade Mauricio de Nassau João Pessoa fizeram uma visita técnica ao Sistema Paraíba de Comunicação. A atividade oc orreu nos dias 15 de maio e 27 de abril, como parte da disciplina Fundamentos de Redação Jornalística. "A visita foi idealizada para que os alunos tenham uma proximidade com as empresas e conheçam como é a realidade de cada parte da imprensa”, afirmou a professora da disciplina, Patrícia Monteiro. 

 A visita começou pela sala de Controle Mestre, onde ocorre o controle de toda a programação que vai ao ar. O anfitrião foi Ednaldo Sousa, coordenador de programação.Os alunos também passaram pela  redação do portal de notícias G1 e do GloboEsporte, continuando a visita até o estúdio de gravação da TV Cabo Branco (afiliadea da Globo), com participação dos apresentadores Bruno Sakaue, na visita do dia 27 de abril, e de Patrícia Rocha , Kako Marques e Karina Tenório, na visita do dia 15, tirando dúvidas e explicando as etapas do processo de produção da notícia. 

Já na Rádio CBN, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer Edilane Araújo, que é gerente de programação da emissora de rádio e apresentadora do telejornal JPB segunda edição. Em uma conversa descontraída, ela respondeu perguntas e finalizou a visita de uma forma alegre, motivando os alunos para a profissão escolhida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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22 Maio
Oficina
Educar para a diversidade e respeito aos direitos humanos
Por Gilma Benjoino

                A diversidade humana ou social significa infinidade de diferenças entre as pessoas ou grupos que compõem a vida em comunidade. Há pessoas que falam e se comportam de formas diferentes, aprendem em ritmo diferente, não acreditam nas mesmas coisas, não têm opiniões parecidas, nem compartilham os mesmos sonhos. Os costumes de cada povo ou de cada comunidade são específicos, particulares. E, portanto, devem ser compreendidos e respeitados como são. Não há culturas menos importantes do que outras, nem pessoas. Somos apenas diferentes uns dos outros.

                A diversidade e a diferença são negativas? Afirmamos que não, pois cada cultura, cada sociedade, cada pessoa, tem suas contribuições a oferecer, suas invenções, suas conquistas, seu conhecimento. Segundo Bento (1998, p.15), a História nos esclarece que “a diversidade é um dos fatores responsáveis pelo extraordinário progresso material e cultural da humanidade.” Sem diversidade, não há estímulo para pensar diferente. E pensar diferente é o caminho para viver melhor.

                Se todas as pessoas são únicas e especiais a seu modo, quem haveria de ser “mais” ou “melhor” do que o outro? Somos únicos como indivíduos e por isso somos diferentes uns dos outros. Mas nem todos veem a diferença com bons olhos, pois, o respeito ao outro, aos seus direitos se transformou em nossa sociedade em apenas um discurso. Na maioria das vezes, considera-se “natural” que as pessoas sempre busquem levar vantagens sobre as outras. Nesse sentido, a questão da igualdade de oportunidades, de direito e de tratamento é colocada em xeque devido “a tendência de considerar natural a auto-afirmação de um indivíduo através da negação do outro” (BENTO, 1998, p. 7), gerando assim o preconceito.

               Observamos que dentro de cada grupo ou camada social existem infinitas diferenças, pois cada indivíduo é único, portanto universal. Assim somos iguais e diferentes. Os direitos humanos não são constituídos de uma só vez, nem de uma vez por toda. É uma construção permanente de avanços, arranjos e, às vezes, retrocessos. Assim o aprendizado, o reconhecimento e a valorização das diferenças é um exercício necessário para a vida pessoal e comunitária. No contexto do ensino superior essa realidade  é bem visível.

              A realização da oficina profissionalizante com o tema DIVERSIDADE E DIREITOS HUMANOS foi motivada devido ao fato de por várias vezes presenciar na sala de aula algumas atitudes de intolerância e preconceito entre os alunos do curso de Pedagogia, estas atitudes são incabíveis entre qualquer ser humano e principalmente entre futuros professores. Dentro deste contexto, percebemos a relevância de trabalharmos com a temática diversidade e direitos humanos, para mediar a relação entre as os discentes e para que conseguíssemos diminuir as atitudes preconceituosas e intolerantes.

               Como instituição educativa, acreditamos que é nossa responsabilidade trabalhar intensamente no sentido de lidar corretamente com as diferentes diferenças, alinhados com declaração universal, que determina que não deve haver discriminação por raça, cor, gênero, idioma, nacionalidade, opinião ou outro motivo.

               Para a culminância desta oficina foi confeccionado pelos os alunos uma colcha de retalhos, após a confecção da colcha e da leitura de alguns textos sobre a temática abriu-se um espaço para conversa, onde cada discente tiveram a oportunidade para relatarem atitudes de preconceito e intolerância vividos por eles, foi um momento muito comovente e emocionante, em seguida abrimos para a discussão sobre o tema e a visão de diferentes autores.

             O objetivo proposto foi alcançado na medida em que os discentes tiveram a oportunidade de ouvirem dos próprios colegas o quanto o preconceito e a intolerância dói, foi um momento oportuno também para instrumentalizar os discentes do curso de pedagogia  preparando-os para conviver e trabalhar com a Diversidade existente no contexto escolar. 

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22 Maio
Pedagogia
Atual conjuntura política nacional em pauta
Por Gilma Benjoino

              Para a realização das oficinas profissionalizantes para as disciplinas: Aspectos sócio-antropológicos, Introdução à Pedagogia e Psicologia da Aprendizagem, foi estruturado o projeto intitulado: A CONJUTURA POLÍTICA NACIONAL E SEUS IMPACTOS NA ÁREA EDUCACIONAL: QUAL O PAPEL DO PEDAGOGO NESSE CONTEXTO? gestado na perspectiva de apresentar aos nossos granduandos do curso de  Pedagogia e também da comunidade local sobre a atual conjuntura brasileira, as mudanças e reformas que estão sendo feitas e de que forma poderemos contextualizar também no campo educacional toda essa realidade, afinal o conteúdo de trabalho do pedagogo é a realidade histórica, social, cultural, econômica, política, etc.

             Nesse contexto, indicamos como objetivo geral sensibilizar a comunidade acadêmica e local para a importância de compreender os fenômenos sociais e atuais, como eles nos afetam diretamente e como convivermos com a diversidade de gênero, racial, etc existente em nosso país. Ainda, indicamos como objetivos específicos: Provocar reflexão sobre a importância da compreensão dos fenômenos sociais e atuais que nos afetam diretamente, a partir de situações-problema e casos; Promover o aprendizado para o convívio com a diversidade também na educação e Identificar as implicações de alterações na legislação trabalhista para as nossas vidas enquanto trabalhadores.

             O projeto foi executado inicialmente com uma palestra sobre a temática, seguido de abertura para a plenária, para reflexões acerca do tema e discussões políticas e pedagógicas.

                É importante destacar que a realização utilizando atividades dessa natureza é necessária e bem vinda, pois elas intensificam o trabalho docente 

22 Maio
Oportunidade
Vaga para estágio
Por Arykoerne Lima

Atenção!!

Prezados alunos, vejam mais uma excelente oportunidade de estágio remunerado.

O Núcleo de Carreiras e Empregabilidade pode ajudá-los no processo seletivo.

 

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22 Maio
Profissionalizante
Oficina: Produção de material pedagógico para Educação Infantil
Por Gilma Benjoino

             Desde o nascimento a criança traz consigo algumas estruturas mentais. À medida que ela cresce a capacidade de desenvolvimento dessas estruturas também se desenvolve. Isso porque fatores genéticos e culturais interagem, pois são eles responsáveis pelo desenvolvimento do pensamento, favoráveis à aprendizagem.

            Faz-se necessário, portanto, adotar uma postura diferenciada na Educação Infantil, no sentido de ver a criança enquanto um ser humano indivisível, com suas particularidades, porém, dotada de muitas potencialidades: inteligência, curiosidade, inquietude, cooperatividade, generosidade, capaz de provocar e suscitar novas aprendizagens.

           Dessa forma, pensando nesta perspectiva, trilhamos um caminho a ser percorrido nesta atividade, parte integrante da Oficina Profissionalizante da Faculdade Maurício de Nassau em Vitória da Conquista, cujo objetivo se constituiu em promover um momento em que os graduandos do curso de Pedagogia pudessem construir e compreender a utilização de jogos educativos que farão parte de seus acervos, quando atuantes nas instituições de Educação Infantil.

           Nesta oficina foram construídos jogos e brinquedos articulados com as propostas dos Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (BRASIL, 1998) e com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (BRASIL, 2009), cujos objetivos prezam por uma educação integral da criança. Dessa forma, foram construídos jogos com foco no desenvolvimento de habilidades como a coordenação motora, esquema corporal, movimentos de pinça, direção espacial, lógico matemático, dentre outros aspectos.

           Com base na perspectiva de que a concepção educativa da construção do conhecimento acontece dentro do contexto de interação e trocas entre os sujeitos, na qual as relações se dão de modo horizontal, a proposta desta atividade foi desenvolvida nas seguintes etapas: Breve relato sobre a experiência com o trabalho com crianças; apresentação dos objetivos dos jogos; construção em grupo dos seguintes jogos:

      ·         Boneco palito (Raciocínio lógico)

·         Jogo de percepção visual (Raciocínio lógico)

·         Escada (Psicomotricidade)

·         Tabuleiro com tampas (Raciocínio lógico)

·         Boneco desmontável (Esquema corporal)

·         Carinha das emoções (percepção visual)

·         Vamos contar? (Matemática)

·         Orientação espacial

·         Alinhavo de Aranha (movimento de pinça e coordenação motora)

·         Alinhavo de tampas (movimento de pinça e coordenação motora)

·         Dinossauro (percepção visual)

·         Jogo da velha (Raciocínio lógico)

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22 Maio
Atividade
Oficina Profissionalizante: O Mito e a Teatralidade
Por Gilma Benjoino

Nascida no quadro de trabalhos da disciplina “Filosofia da Educação”, a oficina profissionalizante intitulada Filosofia e teatralidade: o mito em cena tomou o gênero tragédia como um lugar de intensificação e problematização do pensamento filosófico. A partir da leitura da obra de Sófocles, os alunos do I semestre do curso de Pedagogia construíram uma versão para o mito de Édipo na tentativa de compreender o porquê do reconhecimento dessas narrativas como discurso de autoridade antes do surgimento da filosofia.

Na versão criada pela turma, o mito de Édipo desenrolava-se no Nordeste brasileiro. Durante trinta minutos de espetáculo, os alunos apresentaram para a plateia não só a trágica saga de Édipo – que culminou no parricídio e no incesto –, mas também os aspectos culturais nordestinos como a variedade linguística, a música, a dança, a crença etc.   

Nessa perspectiva, a atividade teve como objetivos: Compreender a tragédia - gênero poético, caracterizado por um desenlace desastroso – e o mito de Édipo como um lugar de intensificação e problematização do pensamento; Compreender o caráter problemático da existência e a relação do pensamento filosófico com os elementos essenciais do teatro antigo: música, deuses, máscaras, heróis, destino e natureza; Reconhecer, por meio da obra de Sófocles, os aspectos estéticos, míticos e metafísicos que introduzem no teatro a relação do homem com forças que o ultrapassam.

22 Maio
Oportunidade
Vaga para estágio
Por Arykoerne Lima

Atenção!!!

Vaga para estágio.

22 Maio
Evento
I Simpósio de Engenharia e Arquitetura
Por Paulo Aliberto

Foi realizado nos dias 18,19 e 20 de maio, o I Simpósio de Engenharia e Arquitetura da Faculdade Maurício de Nassau. O simpósio se deu como uma grande experiência, para os docentes tanto quanto para os próprios discentes, que participaram de palestras, minicursos e projetos de iniciação cientifica. Um dos grandes momentos do evento foi a palestra ministrada pelo Professor Doutor Jalberth Fernandes, atualmente docente da UFCG (Universidade Federal de Campina Grande), cujo tema era As principais Habilidades profissionais para 2020. 

 

Confira os momentos marcantes do Simpósio registrados em nossa galeria. 

22 Maio
Evento
Palestra aborda protagonismo na gestão de pessoas
Por Alexsandro Morais

Com o tema “A arte do protagonismo na gestão de pessoas”, a consultora em relações humanas e desenvolvimento pessoal e profissional Larissa Alencar envolveu supervisores, gerentes, coordenadores e sobretudo profissionais da área de recursos humanos (RH) do Centro das Indústrias de Feira de Santana (CIFS), na manhã de terça-feira (16). O “Café Palestra” foi organizado pelo Comitê de RH do CIFS em parceria com a Faculdade Maurício de Nassau de Feira de Santana.

Após um delicioso café da manhã, proferiram um pequeno discurso, no Auditório do CIFS, no Tomba, o coordenador do Comitê de RH do CIFS e diretor da Casa do Trabalhador, Arlindo Marques; o gerente regional da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Antônio Luís Sampaio Gomes; Maria Litza Matos, diretora da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) em Feira de Santana; Edson Nogueira, vice-presidente da FIEB regional e Alex Morais, diretor da NASSAU-Feira. Por fim, Larissa Alencar ministrou uma palestrou muito animada e instigante.

“O RH tem um papel fundamental nas empresas, de transformação, de fato” por isso “a gente precisa estar interagindo com todas as áreas da empresa, entendendo as necessidades específicas de cada setor e colaborando com a construção da operação e da funcionalidade de cada departamento”, salienta Larissa Alencar, que é coach e administradora com vasta experiência em RH, além de coautora do e-book “Coaching para Pessoas e Organizações” e aluna da Escola Brasileira de Psicanálise da Bahia. Maria Litza, por sua vez, acredita que “as consultorias, o coach têm um papel muito grande no desenvolvimento das pessoas e das organizações”.

Tércia Pereira, supervisora de RH da Tama Brasil, assistiu a palestra e a considerou “muito engrandecedora, principalmente no que tange a nossa estaticidade dentro da empresa”, já que é necessário “sair da zona de conforto, conseguir fazer uma leitura diferente de nós mesmos”, afirmou.

Na opinião de Larissa Alencar, que também é co-coordenadora dos grupos de práticas da ABRH 2017, o evento foi “maravilhoso”, já que a iniciativa da NASSAU de promover o evento “estimula os RHs das empresas nas suas capacitações corporativas”.

“A universidade é o loco especial do conhecimento, então as sociedades não podem prescindir das universidades e a parceria universidade-empresa é sempre muito positiva por que ambas têm uma responsabilidade social; as empresas têm a responsabilidade de desenvolver seu quadro e de também trazer soluções para a sociedade. Isso pode ser conseguido através de parcerias com universidades e a Maurício de Nassau está de parabéns por essa iniciativa”, acrescentou a diretora da ABRH-Feira

Conforme Alex Morais, a instituição trouxe a palestrante no intuito de promover a “integração entre os agentes de recursos humanos das empresas do CIFS, assim como a network e trocar experiências na área”, e completa que “a gente, como uma instituição de ensino, entra como patrocinador por que acredita no Comitê de RH do CIFS”.

Depois da apresentação, Larissa sorteou palestras e Alex, um convite para o evento com o filósofo Mário Sérgio Cortella, patrocinado pela NASSAU, que ocorrerá em novembro.

Texto e fotos: Lana Mattos