Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
24 Novembro
CALENDÁRIO
Fique atento ao horário das provas
Por Emiliano Ricardo

As provas colegiadas estão se aproximando! As avaliações das disciplinas presenciais acontecerão em dezembro. Aproveite para revisar os conteúdos e esclarecer suas dúvidas.

Qualquer dúvida adicional, procure os professores do seu curso! Em anexo, segue o calendário de todas as provas para que todos fiquem atentos.

 

 

24 Novembro
ENCONTRO
Discentes participam do I Encontro de Extensão
Por Gissele Christine

No último dia 17 de Novembro, estudantes de Pedagogia e Serviço Social juntamente com os Docentes de ambos os cursos promoveram o I Encontro da Extensão: formação acadêmica em dinâmicas de grupo voltado para Cidadania e Direitos Humanos.

Nosso I Encontro Foi um Sucesso. A parceria Serviço Social e Pedagogia da Faculdade Uninassau Belém deu origem ao GEPCDH- Grupo de Estudos e Pesquisa em Cidadania e Direitos Humanos.

No primeiro Momento, a Diretora da Unidade Profª Gina Moraes fez a abertura do Evento. No 2º momento as Professores Ana D'acr Azevedo e Angélica Gonçalves abriram mesa redonda com o tema "saberes que nascem da Prática. No 3º Momento os Estudantes de Pedagogia e Serviço Social expuseram os resultados das pesquisas realizadas nas escolas publicas e CRAS PEDREIRA bem como apresentação de banner e relatos de Experiência.

Parabéns aos nossos queridos pesquisadores,professora Rocio Tamara Muñoz Aguirre pela Parceria e a todos os colaboradores que puderam proporcionar o acontecimento do evento! 
 

O evento Foi aberto ao público e a entrada foi gratuita, tendo entrega de certificados ao final do evento.

24 Novembro
TEATRO
Companhia de Teatro UNINASSAU fez a sua estreia na última terça-feira (21)
Por Gissele Christine

Alunos do segundo semestre do curso de Pedagogia da Universidade Uninassau apresentaram nesta terça-feira (20) o espetáculo teatral "A Escola de Wirantin", baseado na obra do escritor Daniel Munduruku e dirigido pelo ator e diretor Cláudio Barros. A peça contou a história de um jovem indígena chamado Wirantin que tem que sair de sua aldeia para estudar na cidade grande.

O espetáculo Foi Inspirando no Conto “A Força de um Apelido”, do professor e escritor paraense Daniel Munduruku,  pertencente à tribo Munduruku, o texto levanta discussões sobre choque cultural, valorização das diferenças e diversidade cultural. A história tratou os assuntos de maneira lúdica.

A montagem foi dirigida pelo diretor e ator Cláudio Barros, que também é aluno da turma de Pedagogia. Cláudio Barros, foi premiado em 2017 pela prêmio de Pesquisa e Experimentação da Fundação Cultural do Pará (FCP), resultando no espetáculo "Pachiculinba", e  recentemente ganhou o prêmio do Ministério da Cultura (Minc) para curtas-metragens com o filme "Praiano".

 

24 Novembro
DOL
Atividades DOL 2017.2 encerram nesta sexta-feira (24)
Por Alcimar Marques

Hoje (24) é o último dia para realizar as atividades DOL - Discicplinas On Line. Acessem pelo portal acadêmico e finalize sua disciplina acadêmica.

Maiores informações com Prof. Hudson na Coordenação Acadêmica

23 Novembro
DOL
Prazo para realizar as atividades de disciplinas DOL encerra amanhã (24)
Por Katiane.Tavares

A data final de realização das atividades é até amanhã, dia 24 de novembro. Após esta data não será possível o envio das atividadesCaso esteja encontrando alguma dificuldade, entre em contato com os tutores DOL, através do “Dúvidas de Conteúdo”, disponível no seu Portal DOL e envie sua pergunta!

Conte sempre com a Tutoria EAD e com a Coordenação da UNINASSAU

23 Novembro
Avaliação Institucional
Último dia para a Avaliação Institucional nesta sexta (24)
Por Katiane.Tavares

Nesta sexta (24), será o último dia para a Avaliação Institucional 2017.2. Não deixe de fazer sua Avaliação Institucional.

Opine, contribua, melhore sua Uninassau!!!

23 Novembro
AÇÃO
Alunos de Enfermagem realizam atividade integrada em escola pública
Por Kirlene Scheyla

Na Uninassau de João Pessoa, os alunos da disciplina “Educação em saúde”, orientados pela prof. Me. Rayanne Santos, realizaram nesta quinta-feira (23), uma ação na Escola Estadual Ensino Fundamental Almirante Tamandaré.

Voltada para adolescentes e adultos jovens estudantes, a ação teve como foco a educação e promoção a saúde, além da conscientização contra o bullying.

23 Novembro
RACISMO
Monólogo: eu resisto
Por Gilma Benjoino

Eu resisto!

“Brazil livre: extincção da escravidão” é o que se lê na primeira página da Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro na manhã do dia 14 de maio de 1888. Mas quem disse que a escravidão acabou com a instituição da Lei Imperial de n° 3.353, sancionada no dia anterior à publicação dessa notícia? Quem disse que as diferenças sócio-econômicas provocadas pela escravidão deixaram de existir pela simples assinatura da princesa?

Eu ainda ouço o estalar do chicote do feitor; ainda ouço os gemidos dos meus irmãos; ainda ouço as súplicas, lamentos...  ainda vejo dor. Perdoa-me, caro leitor, ouvinte, espectador! Estamos em pleno século XXl, e eu ainda estou falando de algo que deveras já ter sido encerrado, mas ainda sonho com a liberdade e a emancipação do meu povo.Ttalvez, por isso, eu seja considerado a pedrinha no sapato do Senhor da Casa Grande.

Vocês devem estar se perguntando: − Chicote? Feitor? Gemidos? Dor? Eu vos respondo com apenas uma palavra: − RACISMO.

O Racismo é o chicote invisível com o qual os feitores, desta época, atormentam o meu povo. O Racismo é a arma silenciosa que oprime, massacra, destrói e é responsável pela morte de um jovem negro a cada 23 minutos. O Racismo escraviza negros, vermelhos, amarelos e brancos, pobres ou ricos, da criança ao idoso.

−  Mas Racismo não existe. Isso é neura de preto.

− É, o racismo não existe mesmo, “é coisa de preto”, invenção da nossa cabeça ou talvez seja nossa luta por “privilégios”.

− Mas, se o racismo não existe, porque há poucos negros na TV? Se o racismo não existe, por que não há mais de nós em lugares de destaque? Se o racismo não existe, por que a maior parte dos produtos não são pensandos para nós?  Não somos todos iguais?

O discurso de igualdade tem invadido as nações, mas, infelizmente, eu não vejo igualdade, pelo contrário, tudo continua desigual. A minha cor ainda está vinculada a personificação do mal. O meu cabelo crespo ainda é considerado ruim. As mulheres do meu povo ainda são vistas como objetos sexuais, e os nossos homens continuam sendo vistos como os machos reprodutores, comparados a animais sem racionalidade alguma. Tudo isso me leva ao questionamento que não quer calar: quando que as pessoas vão perceber que estamos lidando com um problema letal? Ou melhor, até quando ficaremos inertes? Até quando permitiremos que o racismo tome tudo, inclusive nossa vontade de viver? Até quando?

Somos 54% da população do nosso país, não devemos nos contentar com as sobras e migalhas. Queremos mais negros que nos represente na TV, no Senado, nas Universidades, nas Empresas e em lugares de destaque. Pela lógica, consumimos a maior parte de produtos; desejamos, portanto, que os produtos que consumimos também sejam pensados para nós.

Agora me resta sonhar; sonhar com o dia em que de fato seremos livres e que a igualdade social seja de fato algo real e não fictícia. Esse é o meu sonho negro.  Como homem de pele retinta, resisto; pelo meu povo, resisto; por minhas raízes, resisto; pelos meus sonhos, eu resisto.

 

Kayque Borel

Aluno do IV semestre do curso de Pedagogia

23 Novembro
PALESTRAS
Discentes recebem palestras sobre a contribuição do negro na sociedade
Por Tiago Vieira

Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, a UNINASSAU promoveu na última segunda (20), uma programação que teve o objetivo de debater o papel do negro na arquitetura, artes e educação. O dia começou com uma palestra ministrada por Mariana Andrade Gomes, doutoranda do curso de literatura e cultura da UFBA, com o tema 'O papel do negro nas artes e comunicação'. " Você normalmente vai ver um negro fazendo o papel de um empregado, em novelas ou comerciais por exemplo, e é nesses meios que essa representatividade tem que mudar", disse Mariana. 
 
Ainda pela manhã, aconteceu a fase das fotos das candidatas para o concurso Beleza Negra, que terá sua final no dia 14 de Dezembro.
 
A noite, a programação continuou com mais palestras e o lançamento do livro 'A contribuição do povo Negro na formação do Brasil - Construindo as relações étnico-raciais na sala de aula', do escritor pernambucano Jorge Arruda.