Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
03 Março
Recife
Edital de Monitoria 20171
Por Lenira de Melo

UNIDADE:

UNINASSAU, GRAÇAS

CURSO:

DESIGN DE INTERIORES

 

O Coordenador(a) Lenira de Melo do Curso de Design de Interiores da Uninassau Graças, no uso de suas atribuições e de acordo com o disposto no inciso II do art. 8º do Regulamento de Monitoria desta IES, resolve:

Art. 1º. Ficam abertas as inscrições para o processo seletivo de monitoria no período de 23/02/2017 a 08/03/2017 na Coordenação do curso, Casa 40 no horário de 8h30 as 20h.

Art. 2º. O processo seletivo será realizado no dia 10/03/2017 as 12h e as 17h na Coordenação do curso, Casa 40 e constará de prova escrita e entrevista, sobre todos os assuntos do programa da disciplina à qual o (a) discente está se candidatando, além da avaliação do histórico escolar do candidato.

Art. 3º.  A banca examinadora será constituída de 03 (três) professores (as) do curso, ministrantes da disciplina afim, sendo um deles, designado pelo Coordenador do Curso para presidir os trabalhos.

Art. 4º. A nota final será a média aritmética das notas atribuídas pela banca examinadora à prova teórica e/ou prática (peso = 6) e ao histórico escolar do aluno (peso = 4).

Art. 5º. As demais regras para o concurso são aquelas constantes no Regulamento de Monitoria.

Art. 6º. A vaga será destinada à(s) disciplina(s) constante no quadro abaixo:

Monitor (s)

Professor (s)

Disciplina (s)

Curso(s)

Vagas

Genésio Leão

Representação Gráfica

Design de interiores

1

Marília Matoso

Design de Mobiliário

Design de interiores 

1

Andrea Reis

Materiais e Tendências

Design de interiores 

1

Silvana Farias

Projeto de Interiores 2

Design de interiores 

1

Art. 7º.  Os casos omissos serão resolvidos por esta Coordenação do curso.

Art. 8º. Não haverá revisão de provas nem das notas atribuídas.

 

Recife, 23 de fevereiro de 20 _17____

03 Março
Recife
Edital de Monitoria 20171
Por Lenira de Melo

UNIDADE:

UNINASSAU, GRAÇAS

CURSO:

ARQUITETURA E URBANISMO

 

O Coordenador(a) Lenira de Melo do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Uninassau Graças, no uso de suas atribuições e de acordo com o disposto no inciso II do art. 8º do Regulamento de Monitoria desta IES, resolve:

Art. 1º. Ficam abertas as inscrições para o processo seletivo de monitoria no período de 23/02/2017 a 08/03/2017 na Coordenação do curso, Casa 40 no horário de 8h30 as 20h.

Art. 2º. O processo seletivo será realizado no dia 10/03/2017 as 12h e as 17h na Coordenação do curso, Casa 40 e constará de prova escrita e entrevista, sobre todos os assuntos do programa da disciplina à qual o (a) discente está se candidatando, além da avaliação do histórico escolar do candidato.

Art. 3º.  A banca examinadora será constituída de 03 (três) professores (as) do curso, ministrantes da disciplina afim, sendo um deles, designado pelo Coordenador do Curso para presidir os trabalhos.

Art. 4º. A nota final será a média aritmética das notas atribuídas pela banca examinadora à prova teórica e/ou prática (peso = 6) e ao histórico escolar do aluno (peso = 4).

Art. 5º. As demais regras para o concurso são aquelas constantes no Regulamento de Monitoria.

Art. 6º. A vaga será destinada à(s) disciplina(s) constante no quadro abaixo:

Monitor (s)

Professor (s)

Disciplina (s)

Curso(s)

Vagas

Cauêh Notaro

Projeto Auxiliado por Computador 2D

ARQUITETURA

2

Graça Andrade

Geometria

ARQUITETURA

2

Leandro Lima

Sistemas Estruturais I

ARQUITETURA

1

Suely Mangabeira

Projeto I

ARQUITETURA

1

Andrea Reis

Projeto I

ARQUITETURA

1

Genésio

Maquetes

ARQUITETURA

2

Ana Maria

Projeto IV

ARQUITETURA

1

Mauro Brandão

Projeto V

ARQUITETURA

1

Juliana Vilas Boas         

Arquitetura de Interiores I

ARQUITETURA

1

Juliana Vilas Boas         

Arquitetura de Interiores II

ARQUITETURA

1

Suely Mangabeira

Desenho Urbano

ARQUITETURA

1

Amanda

Projeto VI

ARQUITETURA

1

Roberto Salomão

Projeto VI

ARQUITETURA

1

Caueh / Ana Maria

Projeto VII

ARQUITETURA

1

Mauro / Rosário

Projeto VII

ARQUITETURA

1

Caueh / Danyeverson

 

Salomão

Projeto VIII

ARQUITETURA

1

 

 

 

 

Art. 7º.  Os casos omissos serão resolvidos por esta Coordenação do curso.

Art. 8º. Não haverá revisão de provas nem das notas atribuídas.

 

Recife, 23 de fevereiro de 20 _17____

22 Setembro
Salvador
Zika pode lesar o cérebro de bebês mesmo no fim da gestação
Por Mari Frazão

Um estudo brasileiro publicado na revista Clinical Infectious Diseases revelou que a infecção de gestantes pelo vírus Zika pode representar um risco para o desenvolvimento neurológico dos bebês mesmo quando ocorre poucos dias antes do nascimento.
 
“Predominava, até então, o paradigma de que a infecção seria preocupante somente se ocorresse no primeiro trimestre da gestação. No entanto, observamos danos cerebrais em quatro crianças cujas mães foram infectadas faltando entre duas e uma semana para o parto”, afirmou Maurício Lacerda Nogueira, professor da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) e integrante da Rede de Pesquisa sobre Zika Vírus em São Paulo (Rede Zika).
 
Com apoio da FAPESP, um grupo de 55 mulheres com diagnóstico confirmado de Zika durante a gestação – por meio de testes moleculares do tipo PCR em tempo real – tem sido acompanhado no Hospital de Base de São José do Rio Preto, interior de São Paulo. À medida que os bebês estão nascendo, também estão sendo submetidos a exames detalhados.
 
Em quatro das crianças expostas ao patógeno no último trimestre de desenvolvimento, exames de imagem revelaram a presença de lesões no sistema nervoso central características de infecções congênitas por vírus. Além disso, no momento do nascimento, foi possível detectar o Zika ainda ativo na urina e no sangue dos bebês – o que confirma ter havido transmissão vertical (da mãe para o feto) do vírus. Dois desses casos foram relatados no artigo.
 
“Esses bebês nasceram com peso e altura normal, não tinham microcefalia ou qualquer outro sintoma da doença. As lesões teriam passado despercebidas pelos profissionais de saúde se as mães não fizessem parte de um grupo de estudo”, comentou Nogueira.
 
Segundo o pesquisador, o tipo de lesão observada – como, por exemplo, a vasculopatia lentículo-estriada (estrias ou manchas visíveis por meio de ultrassom) – não está associado a manifestações graves em outras situações previamente estudadas. Porém, as implicações no desenvolvimento neurocognitivo dessas crianças infectadas pelo Zika ainda são desconhecidas.
 
“Agora, pretendemos acompanhar o desenvolvimento dos bebês durante alguns anos e observar se haverá algum prejuízo. Essa descoberta revela mais um espectro da doença e a torna ainda mais complexa. Não existem apenas os casos dramáticos de microcefalia, mas também outras manifestações menos graves, que precisam ainda ser melhor compreendidas”, disse Nogueira.
 
Zika em transplantados
Em outro artigo publicado por pesquisadores da Famerp no American Journal of Transplantation, foram descritas – pela primeira vez no mundo – as manifestações do vírus Zika em pacientes submetidos previamente a transplante de órgãos. O estudo também foi coordenado por Nogueira no âmbito da Rede Zika.
 
Como explicou o pesquisador, esses pacientes fazem uso contínuo de drogas imunossupressoras para evitar que o tecido doado seja rejeitado pelo organismo. Isso torna qualquer quadro infeccioso mais delicado e aumenta o risco de complicações.
 
“Como São José do Rio Preto é um dos maiores centros transplantadores do interior, e também um grande foco de dengue, temos feito há alguns anos o acompanhamento detalhado dos receptores de órgãos que manifestam sintomas de doença febril. Quando emergiu a epidemia de Zika, passamos a investigar quais desses casos suspeitos de dengue eram, na verdade, infecções por Zika”, contou.
 
Em dois pacientes que receberam transplantes renal e outros dois submetidos a transplante hepático, o diagnóstico de Zika foi confirmado por testes moleculares feitos no Hospital de Base. Todos tiveram de ser internados e apresentaram quadros que se prolongaram em decorrência de complicações como infecção bacteriana. A boa notícia é que todos sobreviveram.
 
“Esses quatro pacientes transplantados não apresentaram um quadro característico esperado para Zika: manchas vermelhas na pele, coceira e conjuntivite. Na verdade, as manifestações clínicas eram difíceis de serem distinguidas daquelas observadas em pessoas com dengue. Apresentaram redução no nível das plaquetas, por exemplo”, contou Nogueira.
 
Segundo o pesquisador, não houve manifestações mais graves, como a síndrome de Guillain-Barré. “Mas à medida que os casos forem aumentando, esses fenômenos devem ficar mais fáceis de serem detectados”, disse.
 
escrito por Edjacy Lopes

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