Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
02 Março
Vagas abertas
Monitoria acadêmica em Serviço Social
Por Katarina Vieira

A coordenação do curso de Serviço Social lança o edital para o processo seletivo para a monitoria 2017.1. As inscrições têm início no dia 2 de março e vão até o dia 7, sendo realizadas na Secretaria das Coordenações. A prova escrita será realizada no dia 9 de março, às 17h.

Para mais informações, faça download do edital, presente no campo "Anexo" abaixo.

08 Fevereiro
Recife
Cine Debate sobre Justiça Social
Por michelli.barbosa

Curso de Serviço Social promove o Cine Debate Justiça Social
A temática Justiça Social será retratada a partir de um documentário
 
Na  segunda-feira (20) o curso de Serviço Social da UNINASSAU-Centro Universitário Maurício de Nassau promove o Cine Debate Justiça Social. O encontro é gratuito e aberto ao público em geral, e tem como objetivo promover o debate a partir da exibição do documentário “Justiça”.
 
A película foi filmada em 2004 pela cineasta Maria Augusta Ramos, dentro do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e mostrando sua rotina, seus espaços, seu tempo e seus personagens, buscando retratar a sociedade brasileira como um todo e o papel da Justiça nessa sociedade.
 
A coordenadora do curso de Serviço Social, Micheli Barbosa explica que no " próximo dia 20 de fevereiro é o Dia Mundial da Justiça Social, por isso a graduação decidiu promover esse cine debate como um espaço de discussão e construção de conhecimento".
 
A exibição ocorrerá em dois horários, às 8h e às 19h, no auditório Capiba, no bairro das Graças.
 
Serviço
Cine Debate Justiça Social
Quando: segunda-feira (20)
Onde: auditório Capiba
Horários: às 8h e às 19h

07 Fevereiro
respeito. preconceito
Você sabe o que é o nome social? Profissão está na luta contra o preconceito
Por Ana Carolina

Na semana em que se celebra o Dia Nacional da Visibilidade Trans (29 de janeiro), o CFESS reafirma o compromisso com os direitos das pessoas trans. O Serviço Social está inserido na luta pelo enfrentamento da transfobia, que é a violência contra travestis, transexuais e transgêneros. Para quem não se lembra, o CFESS editou, inclusive, a Resolução nº 615/2011, que permite à assistente social travesti e ao/à transexual a utilização do nome social na carteira e na cédula de identidade profissional, que agora serão substituídas pelo novo documento de identidade profissional (DIP).

Com a normativa, o/a profissional pode também utilizar o nome social nas assinaturas decorrentes do trabalho desenvolvido pelo/a assistente social, juntamente com o número do registro profissional. Mas você sabe o que é o nome social?

Ele se refere ao nome pelo qual a pessoas trans e  as travestis necessitam ser chamadas cotidianamente, em contraste com o nome oficialmente registrado, que por sua vez não reflete sua identidade de gênero.

É nessa perspectiva que o CFESS reafirma o compromisso com a luta em torno da despatologização da transexualidade como estratégia de promoção à saúde, por meio da retirada da transexualidade dos Catálogos Internacionais de Doenças (CID), bem como pela garantia da permanência do processo transexualizador no SUS; pela ampliação do debate junto à categoria, reafirmando os direitos da população LGBT, do processo transexualizador, articulado à luta pelo aumento de atendimento com maior qualidade na rede pública; pela continuidade do debate contemporâneo sobre o uso do nome social nos espaços públicos e privados, e no acesso às políticas públicas para a população LGBT.

Novo documento de identidade

Com o processo de Recadastramento Nacional Obrigatório de Assistentes Sociais (saiba mais aqui), os/as profissionais que ainda não possuem registro nos CRESS já receberão o novo DIP. Quem já tinha registro nos CRESS até 12 de dezembro de 2016 (data de início do processo) poderá solicitar o novo documento, caso tenha interesse. Mas e os/as profissionais travestis e transexuais que solicitarem inscrição e o uso do nome social no novo documento, qual o procedimento a seguir?

Considerando que o processo de emissão do novo DIP iniciou em dezembro de 2016 e que o layout previsto para quem usa o nome social será alterado, não havendo ainda prazo determinado para seu início, as/os profissionais travestis e transexuais que solicitarem a inscrição receberão, após a homologação, declaração do CRESS com o número de inscrição com validade de 90 dias, prorrogáveis por igual período quando necessário.

A Resolução CFESS nº 785/2016, que prevê o valor do DIP no exercício de 2017 para estes/as profissionais, já registra que ele será o mesmo do ano de 2016. “Reafirmamos a necessidade da fidedignidade e correção dos dados referentes ao nome social em cada CRESS. Tendo em vista inúmeros equívocos, estas informações deverão ser novamente inseridas no cadastro dos/as profissionais que de fato usam o nome social”, observa a conselheira do CFESS Sandra Teixeira.

04 Janeiro
Oportunidade
Conceitos e Aplicabilidades das Medidas Socioeducativas é tema de curso do Capacita
Por Aleine Ferreira

O Curso de Serviço Social da  Faculdade Mauricio de Nassau, unidade de Lauro de Freitas, promove no dia 5 de janeiro, das 18h às 22h, o curso sobre "Conceitos e Aplicabilidades das Medidas Socioeducativas".

As Medidas socioeducativas são medidas aplicáveis a adolescentes autores de atos infracionais e estão previstas no art. 112 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Apesar de se configurarem resposta à prática de um delito, apresentam um caráter predominantemente educativo e não punitivo. Pessoas na faixa etária entre 12 e 18 anos, podendo-se, excepcionalmente, estender sua aplicação a jovens com até 21 anos incompletos, conforme previsto no art. 2º do ECA. O Juiz da Infância e da Juventude é o competente para proferir sentenças socioeducativas, após análise da capacidade do adolescente de cumprir a medida, das circunstâncias do fato e da gravidade da infração. A execução das medidas socioeducativas de prestação de serviços à comunidade (PSC), liberdade assistida (LA), semiliberdade e internação é de responsabilidade da Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal, por meio da Subsecretaria do Sistema Socioeducativo. 

No âmbito da Justiça, compete à Vara de Execução de Medidas Socioeducativas acompanhar e avaliar, constantemente, o resultado da execução das  medidas, bem como inspecionar os estabelecimentos e os órgãos encarregados do cumprimento das medidas socioeducativas, além de promover ações para o aprimoramento do sistema de execução dessas medidas.

ADVERTÊNCIA (ART. 115 DO ECA)

O que é: uma repreensão judicial, com o objetivo de sensibilizar e esclarecer o adolescente sobre as consequências de uma reincidência infracional. 

Responsável pela execução: Juiz da Infância e da Juventude ou servidor com delegação para tal.

OBRIGAÇÃO DE REPARAR O DANO (ART. 116 DO ECA)

O que é: ressarcimento por parte do adolescente do dano ou prejuízo econômico causado à vítima. 

Responsável pela execução: Juiz da Infância e da Juventude ou equipe interprofissional da Vara, por delegação.

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS À COMUNIDADE (ART. 117 DO ECA)

O que é: realização de tarefas gratuitas e de interesse comunitário por parte do adolescente em conflito com a lei, durante período máximo de seis meses e oito horas semanais. 

Responsável pela execução: Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal, por meio do trabalho desenvolvido nas Unidades de Atendimento em Meio Aberto (UAMAs), com apoio das instituições parceiras.

LIBERDADE ASSISTIDA (ARTS. 118 E 119 DO ECA)

O que é: acompanhamento, auxílio e orientação do adolescente em conflito com a lei por equipes multidisciplinares, por período mínimo de seis meses, objetivando oferecer atendimento nas diversas áreas de políticas públicas, como saúde, educação, cultura, esporte, lazer e profissionalização, com vistas à sua promoção social e de sua família, bem como inserção no mercado de trabalho. 

Responsável pela execução: Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal, por meio do trabalho desenvolvido nas Unidades de Atendimento em Meio Aberto (UAMAs). 

SEMILIBERDADE (ART. 120 DO ECA)

O que é: vinculação do adolescente a unidades especializadas, com restrição da sua liberdade, possibilitada a realização de atividades externas, sendo obrigatórias a escolarização e a profissionalização. O jovem poderá permanecer com a família aos finais de semana, desde que autorizado pela coordenação da Unidade de Semiliberdade. 

Responsável pela execução: Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal, por meio do atendimento realizado pelas Unidades de Atendimento em Semiliberdade.

INTERNAÇÃO (ARTS. 121 A 125 DO ECA)

O que é: medida socioeducativa privativa da liberdade, adotada pela autoridade judiciária quando o ato infracional praticado pelo adolescente se enquadrar nas situações previstas no art. 122, incisos I, II e III, do ECA. A internação está sujeita aos princípios de brevidade, excepcionalidade e respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. A internação pode ocorrer em caráter provisório ou estrito.

Responsável pela execução: Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal, por meio das Unidades de Internação.

De todas as sentenças proferidas pelos juízes da Vara da Infância e da Juventude e da Vara Regional de Atos Infracionais da Infância e da Juventude cabe apelação (recurso de sentença) no prazo de 10 dias, juntamente com a apresentação das razões.

04 Janeiro
Serviço Social
Curso do Capacita aborda violência contra a mulher
Por Aleine Ferreira

A Violência Contra Mulher é todo ato que resulte em morte ou lesão física, sexual ou psicológica de mulheres, tanto na esfera pública quanto na privada. No Brasil, a população feminina ultrapassou 103 milhões de mulheres em 2014. Uma em cada cinco, considera já ter sofrido alguma vez “algum tipo de violência de parte de algum homem, conhecido ou desconhecido” (Fundação Perseu Abramo, 2010).

Assim, o objetivo do curso "Violência Contra Mulher - Rede de enfrentamento e denúncia", é capacitar os futuros  Assistentes Sociais  que vão trabalhar com essa demanda. A capacitação será seralizado no dia 19 de janeiro, às 18h, e será ministrada pela assistente social e professora Ms. Gilmara Lisboa.

 

25 Novembro
Encontro
Nassau promove o II Fórum de Supervisores de Estágio em Serviço Social
Por Alanna Cristina

A Faculdade Maurício de Nassau, em Caruaru, promove na próxima terça-feira (29), a partir das 9h, o II Fórum de Supervisores (as) de Estágio em Serviço Social. O encontro terá como tema: “As dimensões teórico-metodológico, ético- política e técnico-operativa do Serviço Social e o sigilo profissão: Quais relações estão entrelaçadas?”.O objetivo do Fórum é promover a troca de experiência entre os profissionais que  atuam como supervisores de estágio dos estudantes  do curso de  Serviço Social.

Com vagas limitadas e  voltadas  aos profissionais de Serviço Social, a programação terá exposição de vídeo, roda de diálogo e debates com os supervisores acadêmicos da Faculdade, Celson Severo e  Daniela Braga; a supervisora de Estágio do Núcleo de Educação Permanente da Secretaria de Saúde de Caruaru, Suellem Silva; a diretora de proteção básica da Secretaria de Assistência Social de Caruaru, Tatiane Pereira; a representante da Compesa, Lívia Clemente; e o professor da Faculdade, Celson Ramos.    

O II Fórum ocorre no auditório do Centro Administrativo da Prefeitura de Caruaru, localizado na Avenida Rio Branco, 315, Centro. Mais  informações podem ser obtidas por meio do e-mail ssocial.cau@mauriciodenassau.edu.br

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