Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
21 Maio
Natal
Alunos de pedagogia realizam visita técnica ao Instituto Ricardo Brennand no Recife
Por Rhudson Nunes

No dia 28 de abril, os alunos do curso de Pedagogia da Uninassau Natal visitaram o Instituto acompanhado dos professores Nery Adamy, Nathalia Ferreira e o José Augusto. O objetivo da visita era pesquisar referências de armaduras e armas relacionados com a Idade Média, além de informações e imagens sobre Barroco e Arte Déco aplicados ao tema para o desenvolvimento de uma atividade de criação de personagem para a disciplina Desenho Instrumental e Vetorial.

Durante a visita, os alunos foram guiados por um educador técnico que apresentou informações importantes sobre algumas peças e armaduras encontradas no ‘castelo’ do Instituto. Alguns alunos ainda não tinham visitado o museu e acharam importante a pesquisa fora da biblioteca ou da internet.

Objetivo foi alcançado, pois proporcionou aos nossos alunos a aquisição de novos conhecimentos, de forma interdisciplinar.

09 Maio
Recife
Publicitários: De olho no TCC!
Por Andre Felipe

As bancas de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) marcam o final do semestre de todo concluinte universitário. Os alunos da disciplina Projeto Experimental II estão na reta final para a entrega do trabalho, mas e você, já sabe quais as modalidades que podem ser apresentadas?

Os estudantes do curso de Publicidade e Propaganda da Uninassau possuem sete possibilidades de realizar seu projeto final. São elas: monografia, ensaio fotográfico e desenvolvimento de sistemas de identidade visual, que são obrigatoriamente executadas apenas por um aluno; pesquisa de mercado, planejamento de comunicação, campanha publicitária e videoclipe, que pode ser executado por até dois alunos. A modalidade monografia e pesquisa de mercado é um projeto teórico e exige capacidade de análise aprofundada por parte do aluno. Já as demais modalidades são práticas e demandam dos alunos a qualidade de criar narrativas visuais e textuais. Porém, mesmo as atividades práticas são acompanhadas de relatórios com embasamento teórico do trabalho desenvolvido. Quanto à formatação de todos os trabalhos, devem ser seguidas as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Para o professor da instituição, Eduardo Dias, a maior qualidade que deve ser criada pelos alunos é a adaptabilidade para resolver os problemas que normalmente surgem ao longo do trabalho. “A gente trabalha resolvendo problemas”, lembra ele. O professor dá aos alunos duas dicas; a primeira, "é que todo o trabalho deve ser bem planejado, para que as demais demandas pessoais ou acadêmicas não atrapalhem o projeto. E a segunda, é que o aluno tenha afinidade e interesse no tema escolhido, pois assim o trabalho tende a sair com qualidade, criativo e produtivo", adiciona.

MAIS SOBRE AS MODALIDADES

MONOGRAFIA - trabalho de análise teórico crítico sobre temas voltados para publicidade, como o sistema de consumo.

ENSAIO FOTOGRÁFICO - visa promover através da imagem, criatividade, com conceito e técnica fotográfica a divulgação de um produto, marca ou empresa.

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE IDENTIDADE VISUAL - produz um pensamento visual com técnicas de design para desenvolver uma identidade para uma marca nova ou já existente. 

PESQUISA DE MERCADO - uma coleta de dados no mercado através de consumidores, empresas de outras fontes para entender as características do consumo e suas consequências para as empresas. 

PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO - consiste em solucionar problemas de comunicação das empresas com desenvolvimento de estratégias.

CAMPANHA PUBLICITÁRIA - parecida com o planejamento de comunicação, consiste no desenvolvimento de peças publicitárias, utilizando principalmente técnicas de direção de arte e redação publicitária.

VIDEOCLIPE - produção audiovisual publicitária, seja para propaganda de TV ou vídeo clipe musical e acompanha estratégias de comunicação para redes, a fim de promover o produto ou banda.

LINKS ÚTEIS
Regras da ABNT 2018

Manual de normatização para Publicidade e propaganda

Redatora: Amanda Santana

28 Junho
RECIFE
Colação de Grau Uninassau está com inscrições abertas
Por Andre Felipe

Estão abertas as incrições para as Colações de Grau Unificadas 2019.1 da Uninassau, as quais acontecerão no Teatro Guararapes do Centro de Convenções de Pernambuco, de 19 a 21 de agosto de 2019. Os estudantes concluintes devem ficar atentos às instruções disponíveis no endereço

As incrições custam R$ 200,00 e podem ser parceladas em até três vezes. O valor custeará o aluguel do teatro, decoração completa, iluminação, sonorização, telões, estúdios fotográficos, equipe de filmagem e fotografia (fotos e filmagem não inclusas. Vendas à parte), veículo tipo limousine para fotos, cerimonial completo, seguranças, canudos de formatura, empréstimo de becas completas - entregues no local, atração cultural, transmissão ao vivo para o facebook da UNINASSAU e muito mais.

Ainda é válido salientar que cada formando terá direito a sua senha de acesso ao evento, bem como receberá gratuitamente mais 04 (quatro) senhas para seus convidados. Todas as 05 senhas serão enviadas para o email do formando. As senhas extras poderão ser adquiridas no dia do evento ao valor de R$ 25,00 cada. Acompanhe a agenda de cada curso pelo site da Extensão Uninassau.

 

07 Maio
RECIFE
Reta final para a graduação: A importância do TCC
Por Andre Felipe

Muita leitura, correções e prazos — esses três fatores são alguns dos muitos que compõem a rotina intensa do período de pesquisa e elaboração para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Temido por boa parte dos estudantes de graduação, o TCC corresponde ao início da produção científica no ensino superior, sendo requisito final para a aprovação dos discentes sob graduação, e podendo estender-se enquanto contribuição nos cursos pós-graduação. Entretanto, a pesquisa científica não deve ser vista apenas como uma obrigatoriedade que leva à obtenção do diploma; o TCC possibilita, não somente a potencialização da escrita e metodologia científica nos alunos, como oferece subsídios para autoavaliação e pode nortear uma carreira como profissional pesquisador e contribuinte.

Resgatando o conhecimento teórico de toda a graduação, o TCC, para ser iniciado, passa pelo filtro de interesses e afinidades do aluno, deixando em evidência o que será analisado e como o tema escolhido tem relevância para a comunidade e, também, impacto social. Pontapé para a aplicabilidade da tríade ensino-pesquisa-extensão, o trabalho é um processo comumente iniciado bem antes do seu prazo de entrega e trabalhado sob orientação nos últimos dois semestres de graduação. É de fundamental importância que os alunos já conheçam os métodos básicos de projeto e desenvolvimento de pesquisa, para evitar possíveis confusões, atrasos, as temidas trocas de tema e metodologias, ou pior, a não entrega do trabalho. O método de pesquisa mais comum para viabilizar uma extensão científica é a monografia, no entanto, mesmo àqueles que não optam por ela, o projeto de pesquisa ainda é indispensável.

Como qualquer trabalho acadêmico, o TCC possui suas especificidades e etapas que, se cumpridas devidamente, facilitam o desenvolvimento, conhecido pela sua alta demanda de leitura, tempo e engajamento. Após ter o seu tema e o recorte, o aluno deve fundamentar sua pesquisa em um problema ou pergunta e hipóteses. Para verificar a coerência desta escolha e de todo o resto, é crucial o acompanhamento com um orientador, de preferência, com experiência na metodologia escolhida pelo aluno. Além disso, o conhecimento das regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) segue sendo exigido e é requisito básico para a formatação apropriada da pesquisa. O graduando também deve ajustar o seu cronograma para que imprevistos não comprometam o que foi feito; não é uma tarefa fácil, dar conta da graduação, da pesquisa e das demais obrigações, mas é preciso ter-se em mente de que faz parte da rotina acadêmica este tipo de comprometimento e, existindo o interesse de uma extensão, esses esforços são o mínimo para ajustar-se à vida científica.

A carga bibliográfica é uma das partes mais difíceis da elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso, porém, não existe trabalho científico sem referências bibliográficas. O embasamento teórico, além de fundamental, pode ajudar o aluno a encontrar objetos de estudo menos analisados e possibilita maiores chances de destaque ao trabalho. Para conseguir acompanhar o ritmo, um cronograma de estudos e sono (minimamente) regulado são grandes aliados e ajudam a manter a rotina mais saudável. Lembre-se: não deixe para iniciar a sua pesquisa de última hora! E o envolvimento do aluno tem grande peso na conclusão do trabalho. Apesar das orientações, elas sozinhas não garantem o encaminhamento perfeito do TCC e comunicar-se com o orientador, buscar mais de um orientador e até mesmo, pedir opiniões dos colegas, pode fazer a diferença.
 

 

25 Abril
SEMANA PROFISSIONALIZANTE
Segundo dia da Semana Profissionalizante é destinado aos alunos de Publicidade
Por Andre Felipe

Dando continuidade à Semana Profissionalizante, a UNINASSAU convidou ontem (24), para o segundo dia de evento, os publicitários Lucídio Leão, Maíra Gomes, Clayton Rodrigues e Vítor Resende. Voltada aos alunos do curso de Publicidade e Propaganda, a programação foi dividida para os turnos da manhã e noite. Os convidados compartilharam com os alunos as suas experiências cotidianas e os desafios do publicitário frente às diversas plataformas de comunicação, com a constante necessidade de inovar entre o amontoado de ideias que surgem na publicidade.

Pela manhã, os responsáveis por conduzir a discussão foram o diretor de criação na Reserva Comunicação e Design, Lucídio Leão, e a frente do atendimento na Trio Comunicação e Assessoria, Maíra Gomes. Os palestrantes se revezaram para conversar um pouco com todos os alunos. Maíra deu início ao papo falando um pouco sobre como é ser atendente publicitário, as suas funções e os desafios de quem opta por seguir essa área da publicidade vai enfrentar, usando como exemplo uma campanha produzida pela prefeitura de Olinda para o carnaval de 2019. Em seguida, Lucídio trouxe para a palestra um pouco sobre o trabalho que ele realiza como diretor de criação na Reserva Comunicação. Ele usou como exemplo para os alunos algumas campanhas que foram feitas pela agência em períodos pontuais, como o Outubro Rosa e o Novembro azul, ambas realizadas no Real Hospital português.
No turno da noite, os convidados foram o CEO e social media da Delikata, Clayton Rodrigues, e o publicitário mineiro, Vítor Resende. Clayton, que também é publicitário, compartilhou a sua agitada rotina em gestão de redes sociais, a versatilidade das plataformas que usa, interação com o público e como fazer o seu negócio prosperar com o auxílio das redes. Vítor, da mesma forma, falou sobre sua formação na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a vinda a Pernambuco. Atualmente cursando doutorado na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ele já passou pelas áreas de atendimento, direção de arte e marketing voltado à gastronomia. Ambos abriram espaço para perguntas e interação com os alunos.

Assim encerrou-se mais uma manhã de conversas com os nossos estudantes do curso de Publicidade. A quinta-feira (25) reserva aos estudantes de fotografia a oportunidade para se atualizar de tudo o que acontece nos bastidores de sua função no mercado.

 

24 Abril
SEMANA PROFISSIONALIZANTE
UNINASSAU abre Semana Profissionalizante com palestras para o curso de Jornalismo
Por Andre Felipe

Ontem (23), o Bloco B da UNINASSAU Graças recebeu os jornalistas Diana Moura, do Sistema Jornal do Commercio (SJCC) e Roger Casé, repórter da Rede Globo que atua no programa Globo Esporte PE, para iniciar as palestras da Semana Profissionalizante, promovida anualmente pela instituição. Os profissionais conversaram com os alunos do curso de Jornalismo, tendo a oportunidade de contar um pouco sobre as suas experiências no mercado de trabalho e esclareceram as dúvidas da próxima geração de jornalistas. O momento contemplou pautas do jornalismo esportivo e também da ética no jornalismo, abordando as fake news e a utilização das redes sociais. Houve espaço para debate com os alunos.

Roger Casé, que atendeu às palestras apenas pela manhã, abriu o momento apresentando a sua trajetória no jornalismo, com a palestra de título "Do Ypiranga ao Galo", que traz a jornada de um repórter esportivo do interior de Pernambuco a caminho de Minas Gerais. Na sua fala, abordou as suas dificuldades e conquistas na carreira, desde o início na TV Asa Branca, sua passagem pela Rede Globo e sobre as expectativas para seu futuro. Em outra sala, ainda pela manhã, Diana Moura palestrou sobre a “Ética nos meios de comunicação em tempos de redes sociais e fake news”. Os alunos presentes ainda puderam entender um pouco mais da importância da checagem dos fatos, os perigos das bolha digitais e a necessidade das erratas, caso haja erros na cobertura.

Diana retornou à instituição pela noite, para continuar a conversa sobre a ética profissional dos jornalistas. Os alunos da noite puderam também contar com a presença da professora e jornalista Mônica Carvalho, que contribuiu falando sobre a necessidade de um amplo repertório para os futuros profissionais e de uma boa apuração. “O jornalismo se faz com informação, quanto mais você tiver, melhor sua reportagem e matéria”, concluiu. Diana, atualmente Editora Executiva da Rádio Jornal, utilizou exemplos práticos do seu cotidiano para que os alunos tivessem a oportunidade de visualizar a grande dimensão que a responsabilidade jornalística possui.

As conversas foram apenas o começo de um ciclo de três dias de palestras que acontecerão durante os dois turnos no Bloco B. Amanhã é a vez dos estudantes de publicidade aproveitarem para se inteirar de tudo que acontece nos bastidores de sua função no mercado.
 

 

12 Abril
ESPECIAL SEMANA DO JORNALISTA
Conheça Almir Rezende: a voz pelo Jornalismo
Por Andre Felipe

O nome de Almir Ferreira Rezende, 46 anos, já é conhecido pelas audiências que sintonizam na CBN Recife. A história e a paixão do recifense e morador do bairro de Afogados pelo jornalismo e pelo rádio, no entanto, começou bem antes desses nove anos de atuação profissional.
Foi entre a sapataria do avô e o carinho da avó materna, os quais o criaram desde os dois anos de idade, de forma humilde, que o garoto tímido descobriu que poderia, através da sua voz, dar espaço e voz a quem não era ouvido.

Ainda criança, ao ver os documentários e reportagens na TV e ouvir junto com o pai os programas de rádio, ele descobriu que poderia e queria ser esse porta-voz das notícias, as quais precisam ser passadas com verdade e agilidade.
Ao entrar na universidade no ano de 2009 pelo ProUni, Almir conta com carinho e orgulho que a maior experiência dele como graduando foi o desenvolvimento de um programa de rádio desenvolvido na época pela professora Andréa Trigueiro, era o Megafone DH, que trazia pautas voltadas aos Direitos Humanos. A atuação dele nesse projeto foi a semente que fez crescer a certeza e a paixão de Almir pelo rádio.“O radialismo foi, e sempre será, o veículo de maior alcance social. A notícia chega de imediato aos ouvintes, quer eles estejam parados ouvindo, ou em deslocamento”, afirma.

A admiração pelo radialismo continuou a  influenciá-lo ao longo dos quatro anos de graduação e, inclusive, o trabalho de conclusão de curso de Almir teve por modalidade o rádio. O projeto tratava de um programa de rádio voltado a mulheres de terceira idade, no qual essas eram responsáveis pela elaboração das pautas, elaboração das matérias e ancoragem dos programas. O projeto foi inédito e recebeu reconhecimento internacional  ao ser apresentado em um congresso em Santiago de Compostela, na Espanha. Isso, Almir credita, em grande parte, a qualidade dos professores da Uninassau. “Tudo isso devo a competência dos grandes mestres da Uninassau, com quem tive a oportunidade de aprender e hoje são grandes amigos de profissão”, assegura.
O sucesso de Almir não ficou apenas por aí. Ainda nos anos de 2015 e 2016 junto com o amigo Denny Farias, conseguiu o Prêmio Cristina Tavares de Jornalismo.
Entre os acontecimentos que marcaram a sua carreira, destaca a cobertura da morte do ex-governador Eduardo Campos. “Já estávamos com o programa da tarde, CBN Total, praticamente pronto, quando de repente surge a notícia da queda do avião e tivemos que mudar toda a programação”, lembra.
O jornalista termina falando da importância do diploma e da universidade. “Não aproveitem a universidade apenas como aprendizado de sala de aula, mas como se já estivessem atuando no mercado de trabalho”, aconselha.

Redatora: Edla Sobrinho

11 Abril
ESPECIAL- SEMANA DO JORNALISTA
O jornalismo como ferramenta de mudança social
Por Andre Felipe

Constituído de um ser muito persistente e contrariando todas as estatísticas que insistiam em dizer que ser jornalista não cabia a um homem negro de baixa renda, Rafael Santos consegue, após quatro tentativas consecutivas no vestibular, uma bolsa pelo ProUni, qual tornou o seu sonho possível de se seguir, trilhando aos poucos a sua carreira no Jornalismo. "Ninguém precisa chegar e dizer: “isso não é para você, tenta outra coisa”, mas a forma que tudo se constrói nos leva a crer nisso. Contrariei as estatísticas e corri atrás do meu sonho. Trabalhei em outras áreas, mas no fundo o que eu queria era o jornalismo”, explicou o jornalista. Ao longo de sua formação, Rafael pôde contar com pessoas que contribuíram para que ele não desistisse de seguir seu caminho na profissão, dentre eles, os seus colegas de sala, professores e colegas de trabalho, sempre incentivando e dando o apoio necessário.

Atualmente, é social media no SBT Nordeste e responsável pela criação digital da Copa do Nordeste. Teve sua primeira experiência na Assessoria de Comunicação da Polícia Federal, em 2015, onde contribuiu por mais de um ano, mas em seguida recebeu a oportunidade de trabalhar no Jornal do Commercio, onde também atuou por quase dois anos. Já realizou trabalho voluntário como assessor de imprensa do projeto Recapibaribe - Movimento para a Requalificação do Rio Capibaribe. Um profissional completo e que sempre busca expandir a sua área de atuação, Rafael, além de tudo, continua tocando um projeto que teve início no seu período acadêmico, o "BorAlí". Trata-se de um blog que mostra aos seus leitores destinos turísticos e opções de esportes e lazer no Recife, e pensando muito adiante, os planos são de aumentar ainda mais o alcance do blog para todo o estado.

Em 2017, teve um de seus projetos como finalista do Intercom Nordeste. O radiodocumentário “Temo que preservar o rio, temo que limpar o rio Capibaribe” ficou entre os cinco melhores trabalhos do nordeste, abordando a importância do principal rio de Pernambuco e de como ele está esquecido pelas autoridades, mesmo sendo fonte de renda para tantas famílias.

Quando questionado sobre o sentido e a importância do jornalismo para ele e para a sociedade, Rafael comenta, “Ser jornalista é ter a consciência de que tudo que você fala pode ter um impacto dobrado na sociedade. Isso é uma responsabilidade imensa, mas, ao mesmo tempo, muito gratificante”. Ele ainda acrescenta que "em tempos de notícias falsas, um turbilhão de informações, grupos de WhatsApp e tantas outras mídias digitais, bolhas foram – e estão – sendo criadas. Acredito que ser jornalista realizar o exercício diário de se colocar no lugar do outro, de ter um olhar crítico 24 horas por dia, questionar e desconfiar sempre".  Ele sabe da sua função social e diante de todo o caminho já trilhado, realiza ações que retratem sua realidade, que possam servir como espelho para outras pessoas que passam pelo mesmo, como conseguiu com o seu trabalho de conclusão de curso, que retratou em suas palavras, o “jogo de empurra” que acontece entre as prefeituras quando se trata da dificuldade dos moradores que vivem nas áreas limítrofes. A série de reportagens "Realidade entre limites" está disponível no Youtube.

Um profissional plural, que está em constante evolução, Rafael afirma não ter medo de novos desafios, se mostrando aberto a toda e qualquer possibilidade em que ele possa mostrar sua desenvoltura e empenho em realizar sua função da melhor maneira possível, agregando positivamente onde estiver. “Estou sempre aberto ao grande leque de oportunidades que nossa área nos oferece”, diz ele.

Ele também acredita que os jornalistas são agentes de mudanças e conclui dizendo, “Acredito que ao longo dos anos o jornalismo, assim como tantas outras profissões, vem se reinventando. E nós, como profissionais de comunicação, também precisamos nos reinventar, sem perder a essência. Se deixarmos o nosso olhar se acostumar com as impunidades, estamos fadados ao fracasso.”

Redator: Jairo Martins
 

10 Abril
ESPECIAL- SEMANA DO JORNALISTA
Everson Teixeira e a Função Social do Jornalismo
Por Andre Felipe

Como a maioria dos jovens, Everson Teixeira decidiu cursar jornalismo no 3º ano do ensino médio e nos primeiros períodos da graduação, percebeu que era aquilo que queria para a vida profissional. Seu primeiro estágio aconteceu quando estava no 4º período da faculdade, na secretaria de comunicação da Prefeitura de São Gonçalo (RJ), o que o fez entender a relação entre a imprensa e o poder público.

Em 2006, de malas prontas para Recife, Everson transferiu seu curso para a então Faculdade Maurício de Nassau e nesse período ele teve a oportunidade de aperfeiçoar a prática do jornalismo em quatro locais diferentes: Prefeitura do Recife, Prefeitura de Olinda, CBN e na assessoria de imprensa, Intercom Consultoria.

Até a sua graduação, Everson reconhece que a Uninassau foi peça fundamental para o seu desenvolvimento como um jornalista, “Na Uninassau, fui recebido muito bem, o que fez com que eu escolhesse a instituição para continuar o curso de jornalismo. Na época, a faculdade estava iniciando a sua expansão. Estudei em um momento de transição. A parte teórica era muito bem representada pelo corpo docente, já a estrutura estava se fortalecendo. Mesmo diante das limitações, era latente a preocupação dos profissionais em oferecer o melhor aos alunos. Foi por meio da Uninassau que dei início a criação ao meu network, e foi por conta dela que comecei a dar os meus primeiros passos no jornalismo. A instituição me proporcionou experiências impagáveis, com o apoio na elaboração de dois documentários, um como conclusão de curso (Abril Pro Rock - fora do eixo) e outro após a formação, por meio de uma parceria (Vida Loka - a vida dos internos na Funase). Ambos os documentários tiveram grande repercussão com participação em festivais locais e internacionais. Sem o apoio da Uninassau, isso, talvez, não teria sido possível”, declara.

Após concluir a graduação, o jornalista passou por um dos períodos mais dinâmicos de sua carreira. Ele foi contratado pela Intercom Consultoria e também pela CBN, onde conquistou 13 prêmios, nos âmbitos estaduais e nacionais, entre eles está o Prêmio Cristina Tavares. Desde então, sua caminhada foi marcada por experiências enriquecedoras. Nas rádios CBN, Jornal e JC News (Rádios do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação), atuou como produtor, repórter, chefe de reportagem e apresentador, foi assessor de imprensa do Sintepe (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco) e desde 2015 é repórter da TV Clube/Record TV, onde também teve a oportunidade de atuar como apresentador.

Na semana do dia do jornalista, Everson acredita que o jornalismo é definido pela expressão ”função social” e também é o pilar de qualquer sociedade livre, “Pra mim, o jornalismo é o pilar de qualquer sociedade livre. Sempre vi a área que atuo como o principal elo entre os poderes, empresas e a sociedade. Por meio do jornalismo, a gente consegue informar, educar e, por quê não, mudar a vida das pessoas? O fato de você ouvir alguém, contar a história dela e fazer com que outras pessoas fiquem conhecendo aquela situação, faz do jornalismo algo singelo e precioso. A expressão que define o jornalismo pra mim é: "função social". Se você deixa isso de lado, o jornalismo perde o sentido”, expressa com orgulho.

Como repórter de TV, ele acredita que o telejornalismo é a ferramenta que mais proporciona identificação nas pessoas e tem  também o papel de educar, ajudando a sociedade brasileira a interpretar um conteúdo, em meio a era das fake news “A sociedade brasileira se reconhece quando se vê na TV. Não sei quem disse essa frase pela primeira vez, mas ela faz todo o sentido. Uma pesquisa da Secretaria de Comunicação do Governo Federal, divulgada em 2018, aponta que quase 90% dos brasileiros assistem televisão. Boa parte disso (67%), se informa por meio do telejornalismo. Ou seja, somente em território nacional, os jornais televisivos se comunicam com mais de 100 milhões de pessoas. Contra números, não há argumentos. Porém, ressaltam a responsabilidade do telejornalismo. Nos últimos anos, o fluxo de informação mudou várias vezes. Com o fortalecimento da internet, as pessoas buscavam as informações de interesse delas. Com a redes sociais, as informações caem no colo delas. E isso é perigoso, principalmente por conta das fake news (..)  A sociedade brasileira ainda sofre com a falta de acesso a informação, falta de leitura e consequentemente, acaba não sabendo interpretar um conteúdo. Por conta disso, a TV acaba tendo a função de informar e educar. Mesmo com o aumento das redes sociais, os streamings e serviços "sob demanda", a televisão ainda está dentro da casa dos brasileiros. Estamos longe de termos um telejornalismo excelente, mas caminhamos para tal!”, explana.

Redatora: Larissa Roque

04 Abril
Especial EXPOCOM
Trangêneros é tema de trabalho indicado ao Expocom
Por Andre Felipe

        Ana Catarina dos Santos Trindade, estudante de Jornalismo da UNINASSAU, faz parte do grupo de alunos que se destacaram com seus TCCs e foram indicados pelo corpo docente para representar a instituição na Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (EXPOCOM). Seu trabalho concorre ao prêmio de melhor Radiodocumentário, na na modalidade Inovação e Comunicação com o tema "O Corpo Errado".

         "Participar do Expocom é muito importante pra mim. Significa uma superação enorme. Tive que colocar o meu TCC para um semestre à frente, por minha mãe ter passado por problemas de saúde. Tive muito apoio da minha família e da minha orientadora, Alessandra Ferreira, para toda a elaboração do projeto. E ele ter sido selecionado me deixou muito feliz. Não imaginava. Foi uma surpresa incrível”, afirma Catarina.

       O objetivo do trabalho é trazer à tona o debate sobre os conflitos internos e externos, vividos por aqueles que se identificam como sendo do sexo oposto, e se classificam como transgêneros. O trabalho relata as dificuldades do dia a dia e o preconceito vivido por homens e mulheres que não se sentem bem com o seu corpo no que diz respeito ao gênero. De acordo com Catarina, o rádio foi escolhido por ser o veículo de comunicação mais democrático, pois atinge todas as classes sociais. O trabalho foi orientado pela ex-professora da instituição, Alessandra Ferreira. Sendo premiada no Intercom Nordeste, Catarina será indicada pelo corpo docente para participar do Intercom Nacional.

      "O tema do projeto significa muito pra mim, e ele ter saído da faculdade para o Expocom, é muito importante, não só pra mim, como também para a população trans que é tão discriminada. E concorrer ao prêmio mostrando a história de um personagem tão incrível, é maravilhoso”, diz a estudante.

A EXPOCOM é organizada pela Intercom, uma instituição sem fins lucrativos, destinada ao estímulo e a troca de conhecimento entre pesquisadores e profissionais que já atuam no mercado. A organização estimula o desenvolvimento de produção científica não apenas entre mestres e doutores, mas também entre alunos e recém-graduados em comunicação, oferecendo prêmios como forma de reconhecimento aos que se destacam nos eventos promovidos pela entidade.

Redatora: Silvania Galdino

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