Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
27 Outubro
Atividade
Alunos de enfermagem realizam exposição de banners
Por Silvia Santana

Os banners abordavam os projetos de pesquisa elaborados pelos próprios discentes

25 Julho
INICIAÇÃO CIENTÍFICA
Aberto edital para Pesquisa e Extensão na unidade Manaus
Por Fabiana Viegas

Os estudantes e professores da unidade Manaus já podem conferir o edital de Pesquisa e Extensão, por meio da Coordenação de Pesquisa e Inovação Tecnológica (COPITE). As propostas devem ser submetidas até o dia 20 de agosto.

Anexo: 
26 Abril
PESQUISA
Zika elimina tumor humano avançado no sistema nervoso
Por Sueli Maria

Após injetar pequenas quantidades do patógeno no encéfalo de camundongos com estágio avançado da doença, os cientistas observaram uma redução significativa da massa tumoral e aumento da sobrevida dos animais. Em alguns casos, houve a eliminação completa do tumor – até mesmo de metástases na medula espinal.    

    “Estamos muito animados com a possibilidade de testar o tratamento em pacientes humanos e já estamos conversando com oncologistas. Também submetemos uma patente com o protocolo terapêutico adotado em roedores”, contou Mayana Zatz, professora do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP) e coordenadora do Centro de Pesquisas do Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) apoiado pela FAPESP.

    Zatz coordenou a investigação ao lado de Oswaldo Keith Okamoto, também professor do IB-USP e membro do CEGH-CEL. Colaboraram pesquisadores do Instituto Butantan, do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

    “Nossos resultados sugerem que o Zika possui uma afinidade ainda maior pelas células tumorais do sistema nervoso central do que pelas células-tronco neurais sadias [principais alvos do vírus no cérebro de fetos expostos durante a gestação]. E ao infectar a célula tumoral ele a destrói rapidamente”, disse Okamoto.

    Em seu laboratório no IB-USP, o pesquisador tem se dedicado nos últimos anos a estudar um grupo de genes que, quando expressos em tumores malignos, conferem às células tumorais propriedades semelhantes às de células-tronco, tornando-as mais agressivas e resistentes ao tratamento (leia mais em: http://agencia.fapesp.br/21884/).

    Segundo Okamoto, essas células tumorais com características de células-tronco já foram observadas em diversos tipos de tumores sólidos, inclusive aqueles que afetam o sistema nervoso central. Dados da literatura científica sugerem que elas ajudam o câncer a se disseminar pelo organismo e a restaurar o crescimento tumoral após a quase eliminação da doença por tratamentos de químio e radioterapia.

    “Nossos estudos e de outros grupos mostraram que o vírus Zika causa microcefalia porque infecta e destrói as células-tronco neurais do feto, impedindo que novos neurônios sejam formados. Foi então que tivemos a ideia de investigar se o vírus também atacaria as células-tronco tumorais do sistema nervoso central”, disse Okamoto.

    Metodologia

    O trabalho agora publicado teve como foco os chamados tumores embrionários do sistema nervoso central. Foram usadas nos experimentos três linhagens tumorais humanas: duas de meduloblastoma e outra de tumor teratoide rabdoide atípico (TTRA).

    Como explicou Okamoto, ambos os tipos de câncer são causados por aberrações – genéticas ou epigenéticas – que acometem as células-tronco e progenitores neurais durante o desenvolvimento embrionário, quando o sistema nervoso está em formação.

    “As células-tronco neurais que sofrem essas alterações dão origem, mais tarde, às células tumorais. Formam tumores agressivos, de rápido crescimento, que podem se manifestar logo após o nascimento ou até a adolescência”, disse o pesquisador.

    Em uma primeira etapa da pesquisa, o grupo testou in vitro se o Zika era capaz de infectar essas três linhagens de tumores do sistema nervoso central e também células de outros tipos frequentes de câncer, como mama, próstata e colorretal.

    Foi feito um estudo de escalonamento de dose, ou seja, quantidades crescentes do vírus foram adicionadas às células tumorais em cultura até encontrar a quantidade capaz de promover a infecção. Por microscopia de imunofluorescência, os pesquisadores puderam confirmar se o vírus tinha de fato invadido e começado a se replicar no interior da célula tumoral.

    “Observamos que pequenas quantidades do Zika eram suficientes para infectar as células de tumores do sistema nervoso central. As de próstata chegaram a ser infectadas, mas em uma proporção muito menor. Por outro lado, mesmo uma grande dose viral não causou infecção nas células de câncer de mama e de tumor colorretal”, disse Okamoto.

    O segundo experimento consistiu em comparar a capacidade do vírus de infectar células-tronco neurais sadias – obtidas a partir de células-tronco pluripotentes induzidas (IPS, na sigla em inglês, células adultas reprogramadas em laboratório para se comportarem como células-tronco) – e células-tronco tumorais do sistema nervoso central.

    “Infectamos ambos os tipos celulares in vitro e vimos que as células-tronco tumorais são ainda mais suscetíveis a serem destruídas pelo Zika do que as células-tronco neurais sadias. Nesse mesmo ensaio, expusemos neurônios maduros ao vírus – diferenciados a partir das células-tronco neurais humanas – e vimos que eles não foram infectados ou destruídos pelo patógeno”, disse o pesquisador.

    “Esta é uma ótima notícia, uma vez que nosso objetivo é destruir especificamente células tumorais”, afirmou Zatz.

    Como explicou a pesquisadora, as células-tronco neurais usadas no experimento foram obtidas durante um estudo anterior do grupo, feito com pares de gêmeos discordantes, ou seja, casos em que apenas um dos irmãos foi afetado pelo vírus, embora ambos tenham sido expostos igualmente durante a gestação (leia mais em: http://agencia.fapesp.br/27083).

    A linhagem de tumor teratoide rabdoide atípico foi, segundo Okamoto, a que se mostrou mais sensível à infecção.

    “Fizemos uma extensa análise do perfil genético e molecular dessas linhagens, que incluiu sequenciamento completo do exoma [parte do genoma onde estão os genes que codificam proteínas], análise de expressão gênica global e de alterações cromossômicas. Chegamos à conclusão que essa linhagem tumoral mais sensível ao vírus também foi a que mais se assemelhou às características moleculares das células-tronco neurais sadias”, disse o cientista.

    Dados preliminares do grupo sugerem que o Zika também é capaz de infectar e destruir outros tipos de células tumorais do sistema nervoso central, entre elas glioblastoma e ependimoma.

    Ensaios in vivo

    Na terceira e última etapa da pesquisa, foram feitos ensaios com camundongos imunossuprimidos, nos quais foram injetadas células tumorais humanas – tanto de meduloblastoma quanto do tumor teratoide rabdoide atípico, em diferentes grupos.

    Nesse modelo de estudo, o tumor é induzido em uma região do encéfalo conhecida como ventrículo lateral. De lá, ele se espalha para outras regiões do sistema nervoso central e, em seguida, ao longo da medula espinal – mimetizando casos avançados da doença humana.

    Depois que o tumor estava instalado, uma parte dos animais recebeu – na mesma região do encéfalo – uma injeção com pequena dose de Zika. “No grupo tratado, observamos uma redução significativa do volume tumoral. Em alguns casos, o tumor foi eliminado totalmente, até mesmo as metástases que haviam se formado na medula espinal”, disse Okamoto.

    O maior aumento da sobrevida foi observado entre os animais com tumor teratoide rabdoide atípico. Enquanto o grupo não tratado sobreviveu por até 30 dias, a sobrevida dos que receberam o Zika nesse grupo foi de até 80 dias.

    “Os animais acabaram morrendo mesmo quando o tumor foi totalmente eliminado – em decorrência das complicações da doença em estágio avançado. É possível que a sobrevida se torne ainda maior caso o tratamento seja feito em um estágio mais precoce. É algo que precisamos investigar”, disse Okamoto.

    Os pesquisadores também injetaram o vírus em um grupo de roedores imunossuprimidos que não teve o câncer induzido. Nesse caso, o vírus ficou mais tempo circulando pelo organismo e os animais morreram em apenas duas semanas em decorrência da infecção viral.

    Leia mais no link

    13 Abril
    Natal
    Tendências para a atividade física em 2018
    Por Pedro Dutra

    O Colégio Americano de Medicina do Esporte, realizou uma pesquisa online com a finalidade de avaliar quais as tendências para atividade física no ano de 2018. A pesquisa foi enviada para 114.455 profissionas em 43 países. Todos foram orientados a selecionar aquelas atividades (total de 40) que proporcionassem desenvolvimento geral ou mudança na forma que as pessoas estão se comportando em relação a prática de atividade física. Nesse sentido, segue a lista com as 10 principais tendências para 2018:

    1. Treinamento Intervalado de Alta Intensidade

    2. Treinamento em grupo - Aulas Coletivas

    3. E-health - Saúde eletrônica (gps, frequencímetro, relógios inteligentes, óculos)

    4. Treinamento com o peso corporal

    5. Treinamento de força

    6. Qualificação profissional (Profissionais experientes, educados e certificados)

    7. Yoga

    8. Treinamento personalizado (Personal training)

    9. Programas para a terceira idade

    10. Treinamento Funcional

    O arquivo original está disponível como anexo.

    Att.

     

    Anexo: 
    15 Fevereiro
    Recife
    Confira o edital de iniciação científica
    Por Lenira de Melo

    Prezado aluno,

     

    É com satisfação que enviamos o Edital de iniciação científica 2018.

    As inscrições já estão abertas e serão recebidas na reitoria até o dia 7 de março.

    O edital deste ano vem mais detalhado, especialmente a respeito dos critérios de seleção.

     

    Participe!!!

     

    24 Novembro
    ENCONTRO
    Discentes participam do I Encontro de Extensão
    Por Gissele Christine

    No último dia 17 de Novembro, estudantes de Pedagogia e Serviço Social juntamente com os Docentes de ambos os cursos promoveram o I Encontro da Extensão: formação acadêmica em dinâmicas de grupo voltado para Cidadania e Direitos Humanos.

    Nosso I Encontro Foi um Sucesso. A parceria Serviço Social e Pedagogia da Faculdade Uninassau Belém deu origem ao GEPCDH- Grupo de Estudos e Pesquisa em Cidadania e Direitos Humanos.

    No primeiro Momento, a Diretora da Unidade Profª Gina Moraes fez a abertura do Evento. No 2º momento as Professores Ana D'acr Azevedo e Angélica Gonçalves abriram mesa redonda com o tema "saberes que nascem da Prática. No 3º Momento os Estudantes de Pedagogia e Serviço Social expuseram os resultados das pesquisas realizadas nas escolas publicas e CRAS PEDREIRA bem como apresentação de banner e relatos de Experiência.

    Parabéns aos nossos queridos pesquisadores,professora Rocio Tamara Muñoz Aguirre pela Parceria e a todos os colaboradores que puderam proporcionar o acontecimento do evento! 
     

    O evento Foi aberto ao público e a entrada foi gratuita, tendo entrega de certificados ao final do evento.

    22 Novembro
    CONGRESSO
    Coordenadora apresenta trabalho em Congresso Internacional
    Por Raquel Barbosa

    Uma pesquisa científica da Coordenadora/Professora dos cursos de Farmácia e biomedicina da Faculdade UNINASSAU Unidade Natal, Profa Dra Raquel de Melo Barbosa, foram apresentados em Congressos Internacionais em 2017. Dentre esses, a professora teve seus trabalhos  apresentados este ano BIT’s 3rd Annual World Congress of Smart Materials-2017 Bangkok, Tailândia, XVI International Clay Conference, Granada, Espanha e, recentemente, no 11th International Congress of Pharmaceutical Sciences, Ribeirão Preto, SP, um dos maiores congressos Farmacêuticos realizados no Brasil a cada 2 anos.
    A professora e pesquisadora, que possui pós doutorado no departamento de Ciências Farmacêuticas, King´s College London realizado em 2016, trabalha em colaboração com grupos de pesquisa no exterior e no Brasil.

    01 Novembro
    SEMIC
    ‘Startup: Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação’ é tema de seminário
    Por Alexsandro Morais

    Lana Mattos

    “Startup: Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação” será o tema do II Seminário de Iniciação Científica (SEMIC), que acontece na próxima quarta-feira (1°), na UNINASSAU - Faculdade Maurício de Nassau de Feira de Santana. O evento vai contar com as palestras Startup e Inovação, apresentada por Júnior Mascarenhas e Inovação e Desenvolvimento, ministrada por Diego Freire.

    Organizado pelos professores Luís Oscar Silva Martins e Isabel das Mercês Costa, o II SEMIC é aberto à comunidade e vai acontecer das 19h às 22h. Além das palestras, haverá mostra de trabalhos científicos desenvolvidos pelos alunos dos cursos de Administração, Logística e Ciências Contábeis da unidade.

    Com o objetivo de proporcionar à comunidade acadêmica espaço para apresentação e debates sobre projetos científicos com potencial de desenvolvimento, o Seminário também pretende aproximar os estudantes do mundo acadêmico, mais especificamente da pesquisa, “mostrando que o desenvolvimento de projetos é muito importante para a formação profissional e pessoal, bem como para o desenvolvimento da sociedade”, explica Luís Oscar. Já para a comunidade, “trata-se de uma oportunidade de dialogar com o mundo acadêmico e conhecer potenciais projetos que podem ser desenvolvidos no município de Feira de Santana e região”. O evento contribui para a UNINASSAU “se inserir ainda mais na sociedade feirense, demonstrando que além do ensino, também desenvolve trabalhos de alta qualidade nas áreas de pesquisa e extensão”, destaca o professor. 

    Palestrantes

    Júnior Mascarenhas é empreendedor, programador e palestrante. Possui dez anos de experiência no setor de infraestrutura em nuvem e Cloud Computing. É fundador e CEO da AbsamHost, co-fundador da Vaivo, co-fundador do Coworking Club4Work, co-fundador do Santana Valley.

    Diego Freire, por sua vez, é fundador e CEO da Huggy, uma empresa de atendimento digital que disponibiliza os principais canais de comunicação em uma só plataforma com três camadas de atendimento: automática, inteligente e humanizada.

    Link

    31 Outubro
    MATÉRIA
    Startup: Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação’ é tema de Seminário
    Por Alexsandro Morais

    Por Lana Mattos

    “Startup: Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação” será o tema do II Seminário de Iniciação Científica (SEMIC), que acontece na próxima quarta-feira (1°), na UNINASSAU - Faculdade Maurício de Nassau de Feira de Santana. O evento vai contar com as palestras Startup e Inovação, apresentada por Júnior Mascarenhas e Inovação e Desenvolvimento, ministrada por Diego Freire.

    Organizado pelos professores Luís Oscar Silva Martins e Isabel das Mercês Costa, o II SEMIC é aberto à comunidade e vai acontecer das 19h às 22h. Além das palestras, haverá mostra de trabalhos científicos desenvolvidos pelos alunos dos cursos de Administração, Logística e Ciências Contábeis da unidade.

    Confira a matéria completa

    24 Agosto
    MATÉRIA
    Biossensores na medicina
    Por Sueli Maria

    Avanços recentes no campo da biologia molecular estão ampliando as possibilidades de uso de biossensores no diagnóstico e na prevenção de doenças. Desenvolvidos com base em elementos de reconhecimento biológico, como antígenos e anticorpos, esses dispositivos podem se tornar aparelhos portáteis e baratos, semelhantes aos utilizados na medição das taxas de glicose no sangue. Amplamente usados em outros países, os biossensores atraem cada vez mais a atenção de grupos de pesquisa brasileiros, que nos últimos anos passaram a investir em dispositivos voltados especificamente para a detecção de doenças infecciosas negligenciadas, associadas à pobreza e à falta de saneamento básico. É o caso dos pesquisadores do Grupo de Nanomedicina e Nanotoxicologia do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP). Desde 2010 eles trabalham no desenvolvimento de um conjunto de sensores capazes de identificar sinais de doenças diversas. Caso se mostrem eficazes nos próximos estágios de avaliação, esses aparelhos podem se tornar uma alternativa aos exames realizados em laboratórios de análises clínicas e ser usados em consultórios médicos ou por agentes de saúde em visitas às residências de pessoas que vivem em regiões remotas do país.

    Nos Estados Unidos, os biossensores há algum tempo estão sendo usados por médicos para acelerar os resultados de exames ou no monitoramento das condições de saúde de indivíduos acometidos por doenças como Aids e hepatite C. Em outras situações, ajudam a medir os níveis de oxigênio ou álcool no sangue, como no caso de um biossensor flexível criado por pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego. Também os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) daquele país investem em pesquisas para a concepção de biossensores médicos baseados em sistemas diversos, seja de atração química, correntes elétricas, detecção de luz, entre outros.

    Confira a matéria completa.

     

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