Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
04 Dezembro
São Luis
Alunos de Enfermagem participam de evento em alusão ao Dezembro Vermelho
Por Franco Gomes

A Faculdade Uninassau - São Luís, através dos alunos de Enfermagem participou no dia 04 de Dezembro, durante aulas práticas das disciplinas "Cuidado Integral à Saúde do Adulto II, da Campanha Dezembro Vermelho", com o objetivo de conscientizar a população sobre uma das doenças que mais matam no mundo.

O principal intuito da campanha é informar sobre sintomas, perigos e formas de contágio e prevenção da AIDS, além de combater o olhar preconceituoso sobre os portadores da doença. Na oportunidade foram realizadas orientações sobre a prevenção da doença e distribuição de preservativos.

Em 1987, a ONU criou esta campanha e, em 1991, a fitinha vermelha surgiu com artistas de Nova York, para lembrar a luta contra a AIDS e transmitir compreensão, solidariedade e apoio aos portadores do vírus HIV.

No Brasil, o projeto foi adotado em 1988, pelo Ministério da Saúde. “A partir do momento que temos consciência sobre a doença, ou seja, formas de contágio, cuidados a serem tomados e formas de tratamento, passamos a nos cuidar mais. Em casos de dúvidas, devemos procurar ajuda, o mais rápido possível, uma vez que hoje o portador do HIV pode ter uma boa qualidade de vida”, salienta a responsável pela participação do IPA na campanha, Manuela Pedrosa da Silva.

18 Dezembro
MATÉRIA
HIV: Uso de anticorpos neutralizantes chama atenção da comunidade científica
Por Edjacy Lopes

Desde o surgimento da epidemia de Aids, há 36 anos, os cientistas fizeram grandes avanços no tratamento da doença. Há muita esperança no desenvolvimento de uma cura eficaz que possa ser empregada em grande escala. E a perspectiva de a ciência dominar uma maneira de eliminar o HIV parece estar mais próxima. Para o infectologista Esper Georges Kallás, a descoberta de anticorpos cada vez mais potentes está encantando esta área de pesquisa. Ele explica que já há anticorpos que, em baixas concentrações, neutralizam mais de 96% dos isolados do HIV e chegam a ter meia vida no sangue que pode ultrapassar 6 meses. “O uso de anticorpos neutralizantes vem ganhando muita atenção da comunidade científica e já há estudos em fase III que avalia o VRC01 (um dos primeiros anticorpos produzidos para uso em humanos) na prevenção da infecção pelo HIV”, ressalta.

 

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03 Dezembro
SAÚDE
Dia 1º - Dia Mundial de Luta contra a Aids
Por Helder Viana

Dia de olhar para quem vive com HIV e aids e enxergar novas histórias que as pessoas estão construindo

19 Julho
MATÉRIA
PrEP no SUS: o que esperar do novo método de prevenção ao HIV?
Por Edjacy Lopes

O SUS está diante de um novo desafio na prevenção ao HIV/Aids: incorporar o medicamento utilizado na pré-exposição ao vírus, que começa a ser oferecido na rede pública para populações consideradas sob maior risco de contrair o HIV. O método conhecido como Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) consiste no uso diário de um medicamento antirretroviral - o Truvada - para prevenir a infecção pelo vírus. Para entender o impacto que esta nova estratégia terá na política de prevenção à Aids no Brasil, a revista Radis da Fiocruz conversou com alguns especialistas e ativistas dedicados ao tema, que apontam que a adoção da PrEP no SUS é um passo importante, mas que ainda precisa ser expandido para toda a população.

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16 Junho
MATÉRIA
Estudos investigam trajetória do HIV pelo mundo
Por Edjacy Lopes

1º de dezembro, Dia Mundial de Luta Contra a Aids. A data foi criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1987, quando a síndrome já era reconhecida como um desafio de amplas proporções. Mas, por quais caminhos o vírus se espalhou silenciosamente nos continentes antes de ser identificado como causador de uma doença que preocupa o mundo? Uma série de estudos liderados pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) vem ajudando a desvendar esse período ainda pouco claro da história do HIV, quando o vírus circulava nas Américas e na Europa, mas os primeiros casos de Aids ainda não haviam sido diagnosticados. O alvo de interesse são as chamadas linhagens caribenhas do subtipo B do HIV-1 (HIV-1 B), variantes genéticas pouco estudadas do vírus. O vírus ancestral que deu origem ao HIV-1 B, o mais prevalente nas Américas e Europa, parece ter saído da África e se estabelecido em ilhas do Caribe nos anos 1960. Do Caribe, o HIV-1 B se disseminou para os Estados Unidos e, a partir do território americano, alcançou outros continentes, estabelecendo a linhagem pandêmica do HIV-1 B. Os estudos liderados pelo IOC/Fiocruz apontam que, na mesma época, outras linhagens do HIV-1 B foram disseminadas do Caribe para outros países no mundo, mas tiveram baixa propagação. A exceção é um limitado grupo de países da América Latina, incluindo regiões do Norte e Nordeste do Brasil. Situações inesperadas como esta mostram que, da regra à exceção, os múltiplos contextos da epidemia de Aids precisam ser investigados.

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12 Junho
NOVIDADE
Novo anticorpo é capaz de diminuir carga do vírus HIV no sangue
Por Edjacy Lopes

Um anticorpo desenvolvido pelo grupo do imunologista brasileiro Michel Nussenzweig, do Laboratório de Imunologia Molecular da Universidade Rockefeller, em Nova York, nos Estados Unidos, mostrou-se eficaz ao diminuir a carga do vírus HIV, causador da Aids, no sangue de pessoas infectadas.

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