Faculdade Maurício de Nassau UNINASSAU | Ser Educacional
20 Abril
MEDICINA VETERINÁRIA
Quando devo me preocupar com lesões cutâneas em meu pet?
Autor: Emanuel Filho
Confira

Chamamos de lesão toda alteração que não seja comum ao tecido estudado, neste caso, à pele. Pele ou tegumento refere-se à cobertura que reveste o corpo de todos os animais e seres humanos. Ela serve para revestir e proteger contra elementos do meio ambiente (como os raios solares), contribui par regulação da temperatura e contribui até para atração sexual em algumas espécies, sabia? No entanto, devido ser um órgão muito grande, fica mais fácil desse tecido ser afetado por diversas maneiras.

Diante disso fica fácil notar, por exemplo, quando os pelos começam a cair, quando surge um nódulo estranho (tumor) seja na pele ou nas mamas ou ainda quando surge um ferimento que sangra ou até apresenta miíase (larva de mosca). A dica aqui é: notou algo incomum no teu cão ou gato, busque atendimento especializado imediatamente! Após a detecção de tumores deve-se prosseguir a retirada cirúrgica, e posterior identificação! E ferimentos algumas vezes podem esconder doenças bem severas!

Livre-se da ideia de que os ferimentos “podem sarar sozinhos”. Essa ideia não é boa! Os animais frequentemente se lambem e esse comportamento pode agravar a lesão e levar a contaminação secundária. O atendimento veterinário vai garantir limpeza e tratamento adequado dessas alterações e, principalmente, vai em busca da causa primária da mesma. Isso porque algumas lesões cutâneas surgem devido problemas de base, como problemas hormonais, o que geralmente é crônico e requer acompanhamento a longo prazo.

Se seu animal possui alguma “doença de pele”, não hesite, busque informação e tratamento, pois quanto mais rápido é diagnosticado, mais rápido é curado. Além disso, respeitar o tratamento do médico veterinário, seguindo as instruções adequadamente é essencial para melhor resolução do quadro.

Por: Profa Telma Sousa – docente do curso de Medicina Veterinária na Uninassau João Pessoa.

Comentários